Fiz por você o que pude
Bálsamo
Resignação
Nossos contrastes
Falso Amor sincero
Velhas companheiras
Samba do operário
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Vão-se embora pro passado
Não sou saudosista, não penso que os políticos de antigamente eram honestos e as crianças mais educadas. Tampouco que na época dos militares não havia corrupção. Mas reconheço que o repentista nordestino Jessier Quirino foi feliz ao compor essa ode aos dias de antanho, inspirado no poema de Manuel Bandeira (Vou-me embora pra Passárgada).
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Brastemp leva um pau e daí acorda
O vídeo a seguir foi assistido mais de 660 mil vezes no Youtube e gerou nada menos do que 4,5 mil comentários entre aqueles que viram e são cadastrados no site (requisito para postar comentários). Depois dessa repercussão, a Brastemp resolveu o problema. A empresa se mexeu porque enfrenta concorrência no país. No dia em que as fabricantes dessas latas vagabundas e caras que são os carros da Fiat, Volks, Ford, GM, Pegeout, Renault, entre outras, sofrerem concorrência de verdade talvez os consumidores não tenham que pagar R$ 30 mil por veículos cujo valor real não ultrapassa R$ 15 mil (com impostos, com tudo). Isso para não falar dos que custam R$ 70 mil embora não valham mais do que R$ 30 mil. O mesmo se pode dizer das incompetentes telefônicas do minuto mais caro da galáxia, quiçá do Universo (TIM, Brasil Telecom, Vivo, Claro, Oi etc).
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Seleção Fátima Guedes
Felicidade é Fátima Guedes, uma manhã de sábado de sol, uma cachacinha mineira, um cheiro de tempero no ar, um cafuné ...
Lápis de cor
Cheiro de Mato
Faca
Minha Nossa Senhora
Sonho desfeito
Meninas da Cidade
Faca
A chuva caiu
Incerteza
A vida que a gente leva
Lápis de cor
Cheiro de Mato
Faca
Minha Nossa Senhora
Sonho desfeito
Meninas da Cidade
Faca
A chuva caiu
Incerteza
A vida que a gente leva
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Maitê Suda de volta à telona
Com 36,8% dos votos, a atriz Maitê Suda foi escolhida para viver o lendário Professor Hariovaldo de Almeida Prado no novo filme do aclamado cineasta Arnaldo Jabá, o preferido dos homens de bens e de Benz.
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| Na época da foto, 1912, a atriz não tinha recursos sequer para se vestir. Por isso foi socorrida com uma bolsa-tucana vitalícia de R$ 13 mil dada pelo governo de São Paulo |
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
O inigualável amanhecer no Rio
O dia nascendo em Ipanema ...
... na Urca
...no Arpoador
... em Copacabana
... na Barra
... na Penha
(As imagens aqui reproduzidas são do Blog "É o Rio que Mora no Mar")
... na Urca
...no Arpoador
... em Copacabana
... na Barra
... na Penha
(As imagens aqui reproduzidas são do Blog "É o Rio que Mora no Mar")
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Indústria automobilística no Brasil (mas não DO Brasil)
O vídeo que você vai assistir é um documentário institucional assinado pelo lendágio Jean Manzon, fotógrafo francês que fez fama no Brasil nas revistas Cruzeiro e Manchete. A fábrica palco das fimagens é a DKW Vemag, alemã instalada na região metropolitana de São Paulo em meados da década de 50. O maquinário, ultrapassado já na época, foi transferido da fábrica na Alemanha para o Brasil, e dessa linha de montagem saíram os bonitos mas frágeis Belcar, Vemaguete, Fissore, Candango e Malzoni (o lendário Puma DKW). Eram o sonho de consumo da garotada que hoje está na faixa dos 50 anos de idade.
A propósito das indústria automobilística instalada no Brasil: apesar do automóvel ser uma invenção do final do Século XVIII, *o empresariado brasileiro nunca conseguiu produzir um veículo nacional, ao contrário dos italianos, franceses, japoneses, russos e até os sul-coreanos (sem falar nos alemães, ingleses e norte-americanos, ases nas artes automobilísticas). Aliás, todos os grandes investimentos no Brasil foram feitos pelo Estado (comunicações em geral, siderurgia, energia, indústria petro-química-farmacêutica etc etc etc). Inicialmente, o Estado faz os investimentos pesados, inclusive em pequisa e desenvolvimento. Quando a coisa toma vulto, uma elite de políticos, funcionários e fornecedores se apropria do empreendimento em benefício próprio e passa a gerar sucessivos resultados negativos (para a corporação). Na sequência, políticos aliados aos grande capital e à grande mídia se valem dos nefastos interesses corporativos que tomaram conta do empreendimento para encetar uma campanha de desmoralização da administração pública. Ato seguinte o empreendimento é privatizado a preço de banana, com o apoio maciço da população, irritada com a farra e incompetência do funcionalismo estatal. Aí, uma elite econômica que não consegue produzir um grampeador que funcione direito e não coloca um real no risco se torna acionista majoritária de mega companhias telefônicas, siderúrgicas maiores do mundo, grandes empresas de geração e distribuição de energia, complexos pólos petroquímicos, indústrias aeroespaciais e por aí afora. Só não se tornou dona da Petrobras porque o Lula e a Dilma derrotaram a turma do DEMO/PSDB três vezes! Nem se tornou dona de nenhuma indústria automobilística porque a única brasileira tentada pelo Estado (a Fábrica Nacional de Motores, a FNM), criada pelos militares na década de 60, foi das poucas estatais que não vingou (e, assim, não pôde ser privatizada na bacia das almas pelos demos-tucanos). Por conta disso também, quando você compra um carro fabricado no Brasil, boa parte do dinheiro que você paga é remetido para as matrizes dos fabricantes, no estrangeiro. Por isso - e não por causa dos impostos, que existem em todo o mundo - o preço do carro no Brasil é tão desproporcional ao valor real do produto. Por um UNO Mille, que não vale mais do que R$ 8 mil, a Fiat cobra R$ 23 mil de você. Pelo Gol, que estaria muito bem pago por R$ 10 mil, a Volkswagem cobra de você R$ 25 mil. O Celta (GM), o Fiesta (Ford), o Siena (Fiat), o Peugeot 207, o Renault Clio (e seus assemelhados) não valem mais do que R$ 12 mil, mas os fabricantes nos extorquem em mais de R$ 25 mil em troca de carros inseguros e de tecnologia e design ultrapassados. Para não falar de quem paga R$ 100 mil, no mínimo, por caminhonetes caipiras.
* O único empresário brasileiro que tentou criar uma indústria automobilística nacional foi Amaral Gurgel, criador da linha de veículos Gurgel, nascida no final dos anos 70 e falida no final dos 80 ou início da década de 90. O problema é que o carro nasceu com tecnologia superada e teve que enfrentar a abertura de mercado às importações, determinada pelo governo Collor. Talvez tivesse vingado, se continuasse concorrendo com as "carroças" nacionais, como o ex-presidente Fernando Collor chamou, com razão, os carros de tecnologia superada que saiam das linhas de montagem da Volkswagem, Fiat, Ford, GM, Chrysler, Toyota, Mercedes instaladas no Brasil.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
PT 30 anos e o primeiro pronunciamento de Dilma
Do Globo On-line
O aniversário era do PT, mas a festa foi de Lula
Longe dos holofotes nos últimos 40 dias, o ex-presidente Lula foi o grande destaque do evento de comemoração dos 31 anos do PT, realizado em Brasília.
A presidenta Dilma compareceu no final da cerimônia, logo após o discurso de Lula de cerca de meia hora.A presença dela se resumiu a assoprar as velas, cortar o bolo e distribuir apertos de mão.
A noite de fato era de Lula. Ele até recebeu um presente do presidente do partido, José Eduardo Dutra, que estava em uma caixa vermelha com laços dourados.
Era uma flâmula feita por uma cooperativa de Goiás.
Com discurso improvisado, característica que sempre o acompanhou, Lula por várias vezes levou a platéia as gargalhadas. Um desses momentos ocorreu quando falou da dificuldade de se adaptar à vida de ex.
“Hoje estou aqui 40 dias depois de ter deixado a presidência da República. Nos primeiros dias de ex-presidente você fica igual a um cão que cai do caminhão de mudança. Fica querendo saber que lado você está e para onde você vai”.
Em determinado momento do discurso, Lula, no entanto, mostrou irritação com as comparações entre o governo dele e o de Dilma.
“O sucesso da Dilma é o meu sucesso, o fracasso da Dilma é o meu fracasso. A gente percebe que essa gente metida a formador de opinião pública não entende nada de psicologia. A minha relação política com a Dilma é indissociável, nos bons e maus momentos. Não é uma aventura. É um projeto que estava construído quando eles diziam que a Dilma era um poste”.
Sem citar a palavra “mensalão”, Lula disse que o episódio foi uma campanha "infame" contra o PT, realizada em 2005.
O ex-presidente também usou da emoção ao pedir para a platéia fechar os olhos para imaginar o que seria o Brasil sem o PT.
“Imaginem o vazio político que existiria nesse país...”
O aniversário era do PT, mas a festa foi de Lula
Longe dos holofotes nos últimos 40 dias, o ex-presidente Lula foi o grande destaque do evento de comemoração dos 31 anos do PT, realizado em Brasília.
A presidenta Dilma compareceu no final da cerimônia, logo após o discurso de Lula de cerca de meia hora.A presença dela se resumiu a assoprar as velas, cortar o bolo e distribuir apertos de mão.
A noite de fato era de Lula. Ele até recebeu um presente do presidente do partido, José Eduardo Dutra, que estava em uma caixa vermelha com laços dourados.
Era uma flâmula feita por uma cooperativa de Goiás.
Com discurso improvisado, característica que sempre o acompanhou, Lula por várias vezes levou a platéia as gargalhadas. Um desses momentos ocorreu quando falou da dificuldade de se adaptar à vida de ex.
“Hoje estou aqui 40 dias depois de ter deixado a presidência da República. Nos primeiros dias de ex-presidente você fica igual a um cão que cai do caminhão de mudança. Fica querendo saber que lado você está e para onde você vai”.
Em determinado momento do discurso, Lula, no entanto, mostrou irritação com as comparações entre o governo dele e o de Dilma.
“O sucesso da Dilma é o meu sucesso, o fracasso da Dilma é o meu fracasso. A gente percebe que essa gente metida a formador de opinião pública não entende nada de psicologia. A minha relação política com a Dilma é indissociável, nos bons e maus momentos. Não é uma aventura. É um projeto que estava construído quando eles diziam que a Dilma era um poste”.
Sem citar a palavra “mensalão”, Lula disse que o episódio foi uma campanha "infame" contra o PT, realizada em 2005.
O ex-presidente também usou da emoção ao pedir para a platéia fechar os olhos para imaginar o que seria o Brasil sem o PT.
“Imaginem o vazio político que existiria nesse país...”
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Bendito quem se expressa em poesia
Alguns letristas são geniais, como Renato Russo e Arnaldo Antunes. Vamos a dois exemplos da capacidade extraordinária desses poetas expressarem seus sentimentos. Primeiro, Vento no Litoral, do vocalista da Legão Urbana.
Em contraste, observe-se essa canção também interpretada por Renato Russo, sobre o mesmo tema. Chama-se Hoje a noite não tem luar. Trata-se de uma versão, porque a original é em espanhol, cantada pelo grupo Menudo (que Deus não os tenha). Só o homossexualismo do líder da Legião é capaz de explicar porque ele gravou essa porcaria. (... o sol brilhava de tanta emoção (...) e então um beijo aconteceu (...) Barbaridade, tche!
Agora, vamos à canção De Mais Ninguém, de Arnaldo Antunes, interpretada por Marisa Monte.
Por fim uma sugestão enviada pela amiga e leitora dessse blog, Roseana (Sintomas de Saudade, de Marisa Monte).
Em contraste, observe-se essa canção também interpretada por Renato Russo, sobre o mesmo tema. Chama-se Hoje a noite não tem luar. Trata-se de uma versão, porque a original é em espanhol, cantada pelo grupo Menudo (que Deus não os tenha). Só o homossexualismo do líder da Legião é capaz de explicar porque ele gravou essa porcaria. (... o sol brilhava de tanta emoção (...) e então um beijo aconteceu (...) Barbaridade, tche!
Agora, vamos à canção De Mais Ninguém, de Arnaldo Antunes, interpretada por Marisa Monte.
Por fim uma sugestão enviada pela amiga e leitora dessse blog, Roseana (Sintomas de Saudade, de Marisa Monte).
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
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