domingo, 29 de dezembro de 2013

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Campanha de Erradicação da Ingenuidade

A mídia é uma quadrilha, mas isso não é normal, pelo menos não em um país que se quer civilizado. Você que é empresário por acaso entrega um produto de alta qualidade para o cliente que é da sua turma e uma peça podre para quem pertence a outra turma? Evidente que não! Mas a indústria da mídia faz isso e vai continuar fazendo, e faturando bilhões dos cofres públicos, enquanto o público que consome notícias achar que essa prática é normal. 

Fonte: Blog Limpinho & Cheiroso 

Banqueiro do propinoduto tucano vendeu apartamento a FHC. Já pensou se fosse o Lula?

FHC_Apto_Higienopolis

Luis Nassif, via Jornal GGN

O dono do banco onde estava a conta “Marilia” – que abastecia o propinoduto da Siemens, no cartel dos trens de São Paulo – é a mesma pessoa que vendeu o apartamento adquirido pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, logo que deixou a Presidência. E é um veterano conselheiro de políticos. Trata-se do banqueiro Edmundo Safdié. Em 2006, tornou-se réu, acusado de lavagem de dinheiro do ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta, incurso na Ação Pena Pública nº 2004.61.81.004588-1, que tramita em segredo de Justiça (clique aqui).
A rigor, a compra do apartamento pode ser apenas coincidência. O apartamento adquirido – 450 m2 do Edifício Chopin, rua Rio de Janeiro, Higienópolis – fica a poucos metros do antigo apartamento de FHC, na rua Maranhão. Na época, FHC anunciou que pagara R$1,1 milhão pelo apartamento – valor considerado muito baixo por moradores do edifício. Mas também podia ser um agrado de Safdié, para se vangloriar de vender um imóvel para um ex-presidente.
Em outras operações, Safdié foi mais controvertido. E a reincidência na lavagem de dinheiro – após o caso Pitta – pode explicar as últimas movimentações de Edmundo Safdié, vendendo seus ativos para outro banco.
A conta “Marília” estava no Leumi Private Bank da Suíça, antigo Multi Commercial Bank. Entre 1998 e 2002 – segundo documentos em poder da Polícia Federal –, a conta movimentou €20 milhões. Alston e Siemens – as principais financiadores do esquema – compartilhavam a conta. Segundo revelou ao Estadão o ex-presidente da Siemens Adilson Primo, a movimentação era feita pela própria matriz da empresa. Fontes do Ministério Público Estadual informaram a IstoÉ que dessa conta saiu o dinheiro para o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Robson Marinho e para os lobistas Arthur Teixeira e José Geraldo Villas Boas (leia aqui).
Nesse período, a instituição era controlada por Safdié, da tradição dos banqueiros libaneses-judeus que aportaram no Brasil no pós-Guerra e especializaram-se em administrar fortunas nos grandes mercados internacionais.
Edmond_Safdie_Apto_FHCA saga dos Safdié
Edmundo Safdié (foto) foi um brilhante banqueiro que fundou o Banco Cidade em 1965 e, nos tempos do regime militar, mantinha estreitas relações com o general Golbery do Couto e Silva.
Em 1966 entrou no ramo de gestão de fortunas e administração de recursos no mercado internacional. Adquiriu em Genebra, Suíça o Multi Commercial Bank, mais tarde convertido em Banco Safdié. Em 1988 criou o Commercial Bank of New York (clique aqui)
No final dos anos de 1990, a família decidiu concentrar-se em gestão de patrimônio, reorganizou as empresas e concentrou a gestão de patrimônio no banco suíço.
No final de 2012, o Banco Safdié foi adquirido pelo Leumi, maior banco de Israel pelo critério de ativos. No Brasil, a família concentrou-se apenas na gestão de ativos depois que a crise de 2008 lançou desconfiança geral sobre gestores de ativos. Também podem ter contribuído para a reestruturação do grupo as ações internacionais contra lavagens de dinheiro, que expuseram Edmundo no caso Celso Pitta (clique aqui).
O apartamento de FHC
Logo que saiu da Presidência, Fernando Henrique Cardoso adquiriu de Edmundo Safdié o apartamento no 8º andar do Edifício Chopin, a poucos metros de seu apartamento anterior.
Na época, anunciou-se o preço de R$1,1 milhão. Embora anterior ao boom de imóveis em São Paulo, considerou-se que o preço estava subavaliado, para um imóvel de 450 metros quadrados (clique aqui).

Imprensa paulista usa concessão pública para ameaçar prefeito

A Mídia é uma quadrilha, e só o Ministério Público ainda não descobriu isso! Folha de São Paulo, Estadão, Globo ou Band - um desses grupos de mídia avisou ao prefeito Fernando Haddad, de São Paulo, que vai sabotar a sua administração, caso insista em aumentar o IPTU dos milionários paulistanos. Imprensa é concessão pública, então uma concessão pública está sendo usada para ameaçar e chantagear o prefeito da maior cidade brasileira. Essa notícia só está sendo divulgada porque as mídias sociais quebraram o monopólio que os grandes grupos de comunicação detinham sobre a informação.

Desperta, Ministério Público de São Paulo, e usa seu poder/dever outorgado pela Constituição Federal para abrir investigação a fim de apurar qual é o grupo de mídia que está usando a concessão pública para ameaçar e chantagear o prefeito Fernando Haddad (até que enfim um FH que presta!). 

Segue notícia do Blog da Cidadania, de Eduardo Guimarães

Haddad revela a blogueiros que grupo de mídia declarou guerra ao IPTU progressivo



Na última segunda-feira (16), o prefeito Fernando Haddad deu uma longa entrevista na sede da  prefeitura a um grupo de blogueiros. Entrevistaram-no Maria Inês Nassif (Carta Maior), Paulo Henrique Amorim (Conversa Afiada), Renato Rovai (Revista Fórum), Eduardo Maretti (Rede Brasil Atual) e também, com muita honra por estar lá, este que escreve.
Durante cerca de 90 minutos, o prefeito de São Paulo respondeu com desassombro, serenidade e humildade a uma saraivada de questões. Ouviu críticas, inclusive. E chegou a reconhecer que procediam as que recebeu sobre falhas na comunicação de seu governo.

A entrevista foi transmitida ao vivo por streaming pelo site da Revista Fórum, pelo site Conversa Afiada e pela Rede Brasil Atual.

Este blogueiro, porém, não conseguiu transmitir a entrevista nesta página devido ao fato de que toda sua equipe – ou seja, ele e mais ele mesmo – estava consigo, o código de incorporação do vídeo da entrevista só foi entregue aos blogueiros envolvidos pouco depois de chegarem à sala de imprensa da Secom, na prefeitura, e, portanto, não havia quem o colocasse aqui e publicasse o post.

O site Conversa Afiada, o da Revista Fórum e o portal R7, porém, fizeram ótimas matérias e que completaram umas às outras sobre quase tudo que foi discutido na entrevista. Para ler tais matérias, clique no link no nome de cada site, neste parágrafo.
Apesar da boa cobertura que – por falta de divulgação da gravação da entrevista pela Secom – os sites acima citados tiveram que reproduzir a partir das suas anotações, como acontece com toda visão plural sobre o mesmo assunto um site deixou de relatar coisas que outro relatou. Em comum, porém, os três deixaram de lado uma revelação espantosa feita por Haddad.

A preocupação principal deste blogueiro foi levar ao prefeito queixas que tem recebido de seus leitores nesta página e nas redes sociais quanto à política de comunicação do governo da capital paulista. Queixas com as quais concorda, diga-se.
Abaixo, reproduzo a íntegra da principal pergunta que este blogueiro fez ao prefeito de São Paulo e que gerou uma resposta surpreendente de parte dele, a qual, mais adiante, será relatada.
—–
Pergunta de Eduardo Guimarães ao prefeito Fernando Haddad
Prefeito Haddad, obrigado por nos receber. Antes de perguntar, quero testemunhar que é a segunda vez neste ano que o entrevisto. Ainda assim, prefeito, há quase consenso contra suas políticas de comunicação. Diante da questão política, pois, questões administrativas, que são importantíssimas, ficam prejudicadas. Mas minha pergunta não é exclusivamente sobre comunicação.  É, mais do que tudo, sobre política.
Dizem que em um momento em que o senhor deveria estar fazendo política inclusive nos fins de semana – devido à queda da aprovação ao seu governo nas pesquisas –, o senhor reservou esses dias para a família. Dizem que o senhor não gosta de política.
Dizem também que o senhor privilegia a grande mídia e que não dá maior importância às mídias ditas alternativas. Devido à grande mídia, porém, seu governo se tornou responsável pela corrupção no governo de seus antecessores Gilberto Kassab e José Serra.
Não bastando tudo isso, novamente um governo paulistano do PT está sendo acusado de criar ou aumentar taxas e impostos. E essa medida é adotada estando a popularidade desse governo fortemente abalada.
Seu governo paga até hoje o preço dos protestos de junho, ligados ao transporte, enquanto que o governo Geraldo Alckmin, apesar dos escândalos que enfrenta envolvendo o mesmo transporte público, vem recuperando aprovação.
O vereador Antonio Donato é um dos autores da investigação sobre a máfia do ISS, mas foi defenestrado de seu governo “a pedido”. Essa demissão, porém, soou aos paulistanos como uma confissão de culpa. Dizem que se ele não tivesse culpa teria ficado no cargo.
O senhor diz que não se arrepende de nenhuma dessas medidas ou posturas, mas dizem que elas estão arrasando a imagem de seu governo. Contudo, o senhor soa despreocupado com o aspecto político, que é o que o impede, por exemplo, de aumentar o IPTU.
Minha pergunta, portanto, é a seguinte: sabendo que cargos executivos na administração pública são cargos políticos, não está na hora de o senhor começar a fazer mais política, prefeito?
[...]
—–
Haddad não só reconheceu que têm havido falhas na comunicação de sua administração, mas também revelou outros problemas que essas falhas vêm gerando.
Relatou, por exemplo, que incontáveis políticas públicas em andamento não são divulgadas porque a mídia não se interessa por reproduzi-las. Relatou, inclusive, que por falha de comunicação da prefeitura há quem pense, por exemplo, que seu governo é o responsável pelo metrô paulistano…

Mas não ficou por aí. Quando o assunto resvalou no aumento do IPTU, ou melhor, na nova política de progressividade do IPTU e que ora se encontra sub judice por conta de ação impetrada pela Fiesp, Haddad fez uma revelação estarrecedora. Segundo o prefeito de São Paulo, tão logo viu o noticiário da grande mídia sobre sua proposta para o IPTU procurou um dos maiores grupos de comunicação do país para “esclarecê-lo” sobre o fato de que não havia propriamente um aumento do imposto, mas uma política de baixá-lo nas áreas mais pobres da cidade e elevá-lo nas mais ricas. Detalhe: explicou, didaticamente, que muito mais paulistanos passariam a pagar menos IPTU e que os aumentos atingiriam a uma parcela bem menor dos munícipes.

Haddad revela que se surpreendeu ao ouvir desse interlocutor – que, supõe-se, seja da direção desse grande grupo de comunicação – a enormidade de que todas as suas plataformas de mídia – jornais, revistas, rádios, televisões e portais de internet – tinham ordem de combater sem tréguas essa política pública. O prefeito ouviu, pois, uma virtual declaração de guerra à sua política para o IPTU.

Apesar de a entrevista ter sido meio caótica devido ao fato de que os blogueiros presentes tinham visões diferentes sobre os assuntos levantados, nas visão deste que escreve foi excelente. Quem a assistiu pôde ver um Haddad sereno e consciente de que algo precisa mudar em sua administração. Nem que seja, apenas, sua política de comunicação.
*
PS: O prefeito Fernando Haddad não quis revelar o nome do tal “grande grupo de comunicação” que praticamente o ameaçou. Fica, pois, para sua imaginação, leitor, adivinhar que grupo seria esse…

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Campanha de Erradicação da Ingenuidade

A atriz da Globo, Maitê Proença, recebe dos cofres públicos de São Paulo uma "Bolsa Louis Vuitom" de R$ 13 mil por mês para não fazer merda alguma. 1,5% sobre o salário. Foi esse percentual ENORME que o pai da Maitê Proença pagou para passar a sua aposentadoria milionária para a filha da p... Ela não é a única, há milhares de filhas de membros do Judiciário e de Militares vivendo nas costas do povo e enchendo a boca para falar de CORRUPÇÃO! E você aí achando que o problema é o Mensalão....

Fonte: portal Yahoo Entretenimento


Maitê Proença fala sobre pensão que recebe do governo: “É um direito adquirido”


Foto: Agnews 

Uma matéria da revista "Época" publicada em novembro trouxe à mídia uma polêmica envolvendo o nome de Maitê Proença, 55. O texto dizia que a atriz recebe R$ 13 mil por mês de pensão por ser filha solteira do procurador da Justiça Eduardo Gall, falecido em 1989.

Durante o evento do lançamento de um livro no Rio de Janeiro, Maitê foi questionada sobre esse assunto. Ela deu sua versão da história:

"Aquilo lá é um direito adquirido, meu pai durante toda vida pública dele pagou para que a filha tivesse um benefício, ele pagou isso todo mês. Dentro do salário do meu pai havia um percentual mensal que ele pagou durante 40 anos, está pago, não podem tirar o que ele já pagou, podem alterar a lei depois, mas não podem alterar algo que já foi pago", declarou ao site "R7".

A reportagem da "Época" lembra que a atriz recebe o dinheiro por ser solteira, mas, em 1990, nasceu sua filha Maria, fruto do relacionamento com o empresário Paulo Marinho. A justiça de São Paulo chegou a cortar o benefício, alegando que ela vivia uma união estável. Mas Maitê recorreu ao Supremo e conseguiu recuperar sua pensão.

Não enche o saco, Chatotorix Carlos!

Chatotorix Carlos

Sugestão para fazer com o Roberto Carlos quando for gravar o vomitável especial de fim de ano da Globo: amarrá-lo no alto do Morro da Urca até começar 2014. E lhe tapar a boca para que não dê aquelas risadas mais falsas que o cabelo de um certo senador siliconado, nem profira "são tantas emoções..."

Campanha de Erradicação da Ingenuidade

O PSDB/DEMo/PPS aparelhou o Ministério Público e o Judiciário para sentar em cima dos casos de corrupção envolvendo a quadrilha. Se os elementos profissionais do MP e do Judiciário não se levantarem, a parte podre vai transformar as instituições num PCC da "massa cheirosa".

Fonte: Blog Conversa Afiada

Engavetador volta ao trensalão. Tucanos aliviados !

Durante três anos de Grandis se esqueceu de investigar os tucanos. Agora vai se lembrar …
Saiu na Folha (*) informação de Flávio Ferreira e Mario Cesar Carvalho:

“Mesmo investigado por duas corregedorias por ter engavetado um pedido de cooperação da Justiça suíça no caso Alstom (conhecido como “trensalão tucano”- PHA) o procurador (sic) da República Rodrigo de Grandis reassumiu o inquérito”.

De Grandis desculpou-se com a informação (sic) de que os pedidos estavam arquivados numa pasta errada !

Viva o MPF !
O novo Procurador Rodrigo Janot tinha chamado de Grandis às falas.
Pelo jeito, o pedido de Janot ficou perdido numa pasta errada.
O MPF tem um problemas com pastas.
O Procurador-Geral da Republica (e, depois, advogado de Daniel Dantas) Antonio Fernando de Souza denunciou Ali Babá (Lula) e os 40 ladrões, mas, procurou, procurou e, na pasta investigada, não achou o Daniel Dantas no Valeriodantas.
Seu sucessor, que o senador Collor, da tribuna do Senado, chamou muitas vezes de “prevaricador”, também não achou na pasta o Demóstenes, o Palocci, o Cachoeira, o Caneta, o Aécio nem o Daniel Dantas.
Os tucanos estão aliviados com o triunfal retorno do de Grandis.
Ufa !
O problema agora está nas mãos da Ministra Rosa Weber, que vai relatar no Supremo o trensalão tucano.
Se valer súmula vinculante do mensalão (o do PT), o Padim Pade Cerra e o Alckmin vão em cana.
Porque, no julgamento do mensalão (o do PT), a Ministra Weber considerou que deveria condenar o Dirceu exatamente por causa da dificuldade de provar que ele era o chefe da quadrilha.
Nesse caso, será mais fácil configurar a responsabilidade de Cerra e Alckmin.
A menos que a “peça acusatória” que vier do Ministério Público se perca numa tucana pasta.




Paulo Henrique Amorim


(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

Esquadrão Caça Corruptos

Quero ver a parte podre do MP e do Judiciário proteger corruptos da quadrilha agora: investidores privados vão atrás de dinheiro roubado por políticos e empresários brasileiros em troca de comissão pelo repatriamento do furto. A Justiça já tinha sido privatizada para, enfim, funcionar (Arbitragem); agora a parte corrupta e ineficiente do Ministério Público será substituída pelos grandes escritórios de advocacia.

Fonte: portal InfoMoney







Campanha de Erradicação da Ingenuidade

A Justiça de SP quer que a pobreza e a classe média paguem mais IPTU para os ricos pagarem menos. Essa é a Justiça Social do DEMo/PSDB/PPS.

 Fonte: MobilizaçãoBR (Facebook)

O PSDB é contra Justiça Social


A ideia de que justiça nem sempre é sinal de igualdade não é um conceito fácil. E por trás do reajuste do IPTU da cidade de São Paulo está a ideia de que não se pode tratar diferentes como iguais – e que, para fazer justiça, quem pode mais tem que pagar mais. E boa parte da população de São Paulo sairá ganhando.

A regra é clara. Agora, a régua que mede uma casa na periferia não será mais a mesma da construção em bairros mais centrais, valorizados. O metro quadrado de área construída em bairros nobres é mais caro que o metro da periferia, nada mais justo.


Bom lembrar que, de cada três moradores da cidade, um sequer paga imposto, é isento do IPTU. E entre aqueles que pagam, quase dez por cento pagarão menos que no ano passado (quase 230 mil imóveis).


Aposentados com renda de até três salários mínimos também não pagam IPTU. Para os aposentados não isentos, há desconto para aqueles com mais dificuldade: desconto de 50% para que recebe até quatro salários mínimos e de 30% para quem recebe até cinco salários.
Isso é justiça tributária. Justiça social.

Saiba mais sobre como é a nova proposta do IPTU de São Paulo: http://bit.ly/19mdtIg

Confira também o que diz o jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo: http://bit.ly/1bCLPGG

Campanha de Erradicação da Ingenuidade

Você que paga impostos para manter o Poder Judiciário e o Ministério Público está bancando essa farra do bicheiro Carlinhos Cachoeira (PSDB/GO). Ele está condenado a 40 anos de cadeia, mas o desembargador Tourinho de Tal deu a ele um Habeas Corpus Delivery para gozar a vida. Ele é o verdadeiro governador de Goiás, o que significa que o Estado virou uma quadrilha organizada. Já o crime do Genoíno e do Dirceu foi comprar deputados vagabundos para acabar com a farra das aposentadorias e pensões milionárias do Judiciário e do MP, que são bancadas pelos trabalhadores da CLT. Agora que você já sabe disso, estufe o peito e diga: porque o Mensalão bla bla bla

Fonte: portal Terra

Fotos de Cachoeira em resort de luxo revoltam internautas

As fotos da lua de mel geraram revolta entre internautas Foto: Rodrigo Nunes / Futura Press
As fotos da lua de mel geraram revolta entre internautas
Foto: Rodrigo Nunes / Futura Press
Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi flagrado neste fim de semana passando a lua de mel com a esposa, Andressa Mendonça, em um luxuoso resort na Península de Maraú, no sul da Bahia. O bicheiro, que foi condenado a quase 40 anos de prisão, está solto devido um habeas-corpus.


CPIs: as investigações que fizeram história 
Cachoeira, o bicheiro que abalou o Brasil
Conheça o império do jogo do bicho no País


O resort Kiaroa, onde ficou o casal, fica próximo à praia de Taipús de Fora. As diárias do local passam dos R$ 3 mil em suíte simples e chegam a R$ 10 mil em bangalô luxo.

As imagens do bicheiro no luxuoso estabelecimento geraram revolta entre os internautas. A internauta Silvana_P (@Silvana_P1) ironizou: "Alguém sabe me dizer em qual escola de samba o Cachoeira vai desfilar esse ano?" Em uma notícia que destacava a bermuda florida do contraventor, o usuário do Twitter Mario Maza (@mariomaza1) afirmou que "era para estar em outro lugar e de roupa listrada". Marcelo Vicente (@marcelokv) foi cínico: "Carlos Cachoeira vai dormir toda noite com a consciência pesada. Só que não".

 
Carlinhos Cachoeira

Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão.

Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda.


Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos.


Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado.

Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto.

No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça.


No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.

Campanha de Erradicação da Ingenuidade

Tudo o que a Globo divulga tem INTERESSES FINANCEIROS por trás. E quem acaba pagando é a população. A Rede Globo quer acabar com o SUS para entregar a Saúde dos brasileiros a empresas privadas. Antes de criticar levianamente o SUS, como fez o Globo Repórter encomendado pelas empresas de planos de saúde, leia a matéria que segue abaixo, do Blog Tijolaço.
 

Leitor desmascara manipulação de matéria sobre SUS

15 de dezembro de 2013 | 00:29 Autor: Miguel do Rosário
sus

O Nassif publicou neste sábado à noite um post interessante para se entender a manipulação sistemática das notícias, sempre com um objetivo político. Eu destaquei em negrito algumas passagens. Trata-se de uma situação triste, porque é evidente que o sistema de saúde precisa ser criticado, para melhorar. Mas também me parece evidente que as críticas devam ser construtivas, feitas com boa fé e sem ranço partidário. É um assunto grave demais para deixarmos que se contamine pelas paixões políticas. É a vida de nossas crianças, a nossa vida, que está em jogo.


Banco Mundial, SUS e mídia: a arte da manipulação

Eduardo Fagnani | GGN Jornal de Todos os Brasis

A manchete da primeira página da Folha (9/12/13) não deixa margem à dúvida: “Ineficiência marca gestão do SUS, diz Banco Mundial”. A matéria destaca que essa é “uma das conclusões de relatório inédito obtido com exclusividade pela Folha”. Aos desavisados a mensagem subliminar é clara: o SUS é um fracasso e o Ministro da Saúde, incompetente.
A curta matéria da suposta avaliação do Banco Mundial sobre vinte anos do SUS é atravessada de “informações” sobre desorganização crônica, financiamento insuficiente, deficiências estruturais, falta de racionalidade do gasto, baixa eficiência da rede hospitalar, subutilização de leitos e salas cirúrgicas, taxa média de ocupação reduzida, superlotação de hospitais de referência, internações que poderiam ser feitas em ambulatórios, falta de investimentos em capacitação, criação de protocolos e regulação de demanda, entre outras.
Desconfiado, entrei no site do Banco Mundial e consegui acesso ao “inédito” documento “exclusivo”. Para meu espanto, consultando as conclusões da síntese (Overview), deparei-me com a seguinte passagem que sintetiza as conclusões do documento (página 10):

“Nos últimos 20 anos, o Brasil tem obtido melhorias impressionantes nas condições de saúde, com reduções dramáticas na mortalidade infantil e com aumento na expectativa de vida. Igualmente importante, as disparidades geográficas e socioeconômicas tornaram-se muito menos pronunciadas. Existem boas razões para se acreditar que o SUS teve importante papel nessas mudanças. A rápida expansão da atenção básica contribuiu para a mudança nos padrões de utilização dos serviços de saúde com uma participação crescente de atendimentos que ocorrem nos centros de saúde e em outras instalações de cuidados primários. Houve também um crescimento global na utilização de serviços de saúde e uma redução na proporção de famílias que tinham problemas de acesso aos cuidados de saúde por razões financeiras. Em suma, as reformas do SUS têm alcançado pelo menos parcialmente as metas de acesso universal e equitativo aos cuidados de saúde”. (tradução rápida do autor)

Após ler essa passagem tive dúvidas se havia lido o mesmo documento obtido pela jornalista. Fiz novos testes e cheguei à conclusão que sim. Constatado que estava no rumo certo continuei a ler a avaliação do Banco Mundial e percebi que as críticas são apontadas como “desafios a serem enfrentados no futuro”, visando o aperfeiçoamento do SUS.
Nesse caso, o órgão privilegia cinco pontos, a saber: ampliar o acesso aos cuidados de saúde; melhorar a eficiência e a qualidade dos serviços de saúde; redefinir os papéis e relações entre os diferentes níveis de governo; elevar o nível e a eficácia dos gastos do governo; e melhorar os mecanismos de informações e monitoramento para o “apoio contínuo da reforma do sistema de saúde” brasileiro.

O Banco Mundial tem razão sobre os desafios futuros, mas acrescenta pouco ao que os especialistas brasileiros têm dito nas últimas décadas. Não obstante, é paradoxal que esses pontos críticos ainda são, de fato, críticos, em grande medida, pela ferrenha oposição que o Banco Mundial sempre fez ao SUS, desde a sua criação em 1988: o sistema universal brasileiro estava na contramão do “Consenso de Washington” e do modelo dos “três pilares” recomendado pelo órgão aos países subdesenvolvidos.*** É preciso advertir aos leitores jovens que, desde o final dos anos de 1980, Banco Mundial sempre foi prejudicial à saúde brasileira.

É uma pena que o debate sobre temas nacionais relevantes – como o sistema público de saúde, por exemplo – seja interditado pela desinformação movida pelo antagonismo das posições políticas, muitas vezes travestido de ódio, que perpassa a sociedade, incluindo a mídia.

Que o espírito reconciliador Mandela ilumine os brasileiros – e o pobre debate nacional.
BAIXE O DOCUMENTO DO BANCO MUNDIAL AQUI.

*Professor do Instituto de Economia da Unicamp, pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e do Trabalho (CESIT/IE-UNICAMP) e coordenador da rede Plataforma Política Social – Agenda para o Desenvolvimento (www.politicasocial.net.br).

Prefeito Fernando Haddad: até que enfim um FH que presta!

Fernando Haddad, prefeito de São Paulo. Sem fazer alarde, ele vai desmontando a quadrilha de corruptos que o PSDB/DEMo/PPS montou em São Paulo, com a complacência da classe mérdia que vive de emprego público e odeia pagar imposto.

Fontes: TV Folha e portal 247


Haddad fala ao "TV Folha" sobre seu primeiro ano de gestão
 
TV Folha - O sr. está isolado politicamente?
Fernando Haddad - De jeito nenhum. Até porque, se você não tem perfil para viver os altos e baixos da política... Lembro que quando tinha 3% das intenções de voto, as matérias do período eram desoladoras. [Risos] Se toma aquilo como imutável, se a dinâmica política não for algo que você incorpora no teu dia a dia, você realmente joga a toalha. Mas se entende a política... E o sabor dela é esse, o fato de que ela muda, o fato de que há uma coreografia, que tem a ver com tempo do mandato, da campanha, depende.
 
Um sabor que agora está um pouco amargo.
[Risos] O sabor da política é a dinâmica, não é a estática. Você toma uma medida dura, necessária, impopular, e tem de saber as consequências. Agora, se você me perguntar se me arrependi de alguma que tomei neste ano, não me arrependi de nenhuma. Todas eram necessárias para equacionar o problema de São Paulo.
 
A popularidade do senhor caiu, como a da Dilma e a do Alckmin, durante as manifestações. Ambos se recuperaram. O senhor, não. Por quê?
Olha, primeiro o Alckmin caiu menos e recuperou muito pouco, são 3% só de recuperação em seis meses. Acho que não dá para falar em recuperação. Enfim, os governos de Estado têm uma situação mais confortável do ponto de vista político. A população tem muita dificuldade em identificar quais são as responsabilidades do governador. Prefeito paga um preço muito alto, mas é devido, por estar muito próximo do cidadão.
 
E sua vida pessoal, mudou?
Procurei alterar pouco a minha rotina. Estou mais caseiro? Estou. Mas saio aos fins de semana a pé pelo bairro. Passeio com o meu cachorro normalmente, vou ao parque, à [avenida] Paulista, ao shopping, ao cinema. Procuro ter uma vida um tanto quanto possível normal. Funciona. As pessoas respeitam. Vou aos restaurantes que frequentava, vou comer um sanduíche. Procuro continuar fazendo as coisas que eu fazia.
 
Sua família está chateada com a sua queda de popularidade?
A minha família tem muita compreensão sobre esse jogo. E tem muita compreensão também do que nós representamos na política e quais interesses contrariamos. Ninguém tem dúvida do lado que estou, sobre para que lado jogo.
 
Nesta madrugada [de terça-feira passada], havia um grupo de manifestantes em frente à sua casa. Como seus vizinhos reagiram?
Olha, não sei, porque cruzei só com uma pessoa no elevador e ela estava contrariada com o que estava sendo feito na rua. Quando se mistura o público e o privado é muito ruim, né? Temos aqui uma praça pública [ao lado da prefeitura], onde as pessoas podem se manifestar livremente. Tem locais próprios para isso. A partir do momento que começa a afetar não a vida do governante, mas a de vizinhos, familiares, aí é outra coisa que está acontecendo, não é política.
 
O que acha disso?
Fui militante estudantil, fiz inúmeros protestos e nunca nem me ocorreu achar o endereço de alguém, porque é uma coisa que estava totalmente delimitada. Estávamos vivendo debaixo de uma ditadura. Ali, até haveria justificativa porque não havia democracia.


Prefeito Haddad caminha até o ponto de ônibus na região do Paraíso
 
As manifestações de junho ocorreram após o aumento da tarifa de ônibus. O senhor se sente culpado pelo prejuízo político ao PT?
Absolutamente, até porque entendo que a gente não pode só olhar por essa questão do eventual desgaste. Tem de olhar para frente, verificar o que esse tipo de demanda significa em termos de agenda política, como conseguir financiar, por exemplo, o subsídio à tarifa. Essas questões nunca foram discutidas no Brasil.
 
Mas sente animosidade dentro do partido?
Disputa interna no PT sempre vai haver. Existiu quando fui ministro da Educação, quando fui candidato a prefeito, existirá enquanto durar o meu mandato. Mas isso é uma parte. Existe essa disputa interna. Outra coisa é a militância do PT, que tem outro tipo de comportamento. A militância é a que me deu a vitória, é a que foi para a rua defender um programa de governo que, na minha opinião, transforma a cidade. Agora, foi um primeiro ano difícil, como todos os primeiros anos de uma administração. O presidente Lula, no seu primeiro ano de governo, perdeu muitos correligionários. Muita gente deixou o PT em 2003. Depois, em 2005 de novo. O presidente Lula foi reeleito e fez a sua sucessora.
 
Quando teve de revogar a tarifa foi uma decisão difícil, a contragosto?
Difícil. Porque sei o que ela representa para a saúde financeira [da cidade]. Uma das razões pelas quais me manifestei contrariamente é o fato de que não estávamos discutindo a fonte de financiamento, só a medida. Isso é um pouco ingênuo demais, imaginar que, tendo um orçamento fechado, você vai conseguir promover uma coisa dessas sem discutir com a sociedade abertamente, de forma transparente, quem financia. Me parece um traço desse movimento que, na minha opinião, pode produzir os efeitos contrários aos almejado, que é melhorar a vida da população.
 
Aumentar o IPTU foi uma forma de compensar o congelamento da tarifa? Gostaria que o sr. comentasse o porquê desse imposto tão alto.
Uma lei aprovada em 2009 pelo PSDB era muito mais alta do que essa. E o PSDB entrou com uma ação de inconstitucionalidade contra essa lei. O PSDB é um partido contraditório. No caso deles, o IPTU chegava a 45%. Prefiro ver a questão como uma questão de Estado. O IPTU é o que mantém a cidade. Ressalto que 50% do IPTU vão para a saúde e para educação e 16% vão para o pagamento de dívidas com a União e com precatórios. Dois terços do IPTU têm destinação certa. Então, esse papo de dizer que por causa da tarifa... Agora, é óbvio que uma parte dos recursos está aumentando para subsidiar a tarifa, para mantê-la em R$ 3.
 
Manterá a tarifa de ônibus congelada até 2016?
Ano eleitoral é bom para discutir temas como esse. É uma discussão menos apaixonada. Você fala: qual o nosso objetivo? A sociedade pode decidir. Vamos congelar a tarifa? Tudo bem, se ela decidir isso, vamos ter que tomar outras decisões complementares para a conta fechar. Teremos uma oportunidade no ano que vem. Não é um direito da cidade querer congelar a tarifa ou reduzir? Vamos discutir a maneira de viabilizar.
 
O senhor comentou que, após as manifestações, resolveu tomar algumas medidas necessárias, que julgava impopulares, como a faixa de ônibus...
Não acho a faixa de ônibus impopular. Segundo o Datafolha, tem 90% de aprovação [88% na única pesquisa, há três meses]. A única coisa que superou a aprovação do Lula foi a faixa de ônibus, segundo o Datafolha.
 
Se não é impopular, seria controversa?
Se fosse fácil, teriam feito antes. É que não é fácil você tomar uma medida como essa e privilegiar o transporte coletivo numa cidade caótica do ponto de vista da mobilidade. É uma decisão difícil. Agora, está correta? Na minha opinião, está. É a tendência mundial. São Paulo é criticada por ter demorado tanto tempo para tomar essa decisão. Agora, a resistência vai se organizando. As pessoas vão começar a contestar, é natural. Mas duvido que perca a aprovação da maioria.
 
Então, como pode uma medida tão popular, como as faixas de ônibus, não impactar nessa sua avaliação? Sente-se injustiçado?
Não trabalho com essa categoria de injustiça na política. Num certo sentido, a política é feita de injustiças. A política é assim. Não é cartesiana.
 
O que de fato acha que melhorou para a população neste primeiro ano?
Transporte coletivo, sem sombras de dúvida. Melhorou e vai melhorar cada vez mais. Mas ainda estamos com problemas, remanejamento de linhas, ajustes nos corredores, tem muita coisa ainda por ser feita. Mas já noto um certo alívio no que diz respeito ao tempo que as pessoas desperdiçam no deslocamento. Agora, acho que essa coisa nova de 20 pessoas bloquearem a marginal, isso prejudica muito mais o trânsito do que as faixas exclusivas. Muito mais. Quando 20 pessoas param a avenida Paulista, quando 20 pessoas param a marginal, 20 pessoas fecham a garagem de ônibus, isso sim faz com que os congestionamentos cheguem a bater recorde. A faixa exclusiva de ônibus, não.

Fernando Haddad e Jose Americo comemoram posse no bar brahma
 
 O senhor já falou que São Paulo seria um cemitério de políticos.
Se você tem um projeto para a cidade, o que te cabe é levar até o fim e esperar o julgamento das urnas. Temos um projeto de governo. Vou levá-lo até o fim. E, aí em 2016, será julgado. Não tem problema. A beleza da democracia está aí. O ruim é você que confia num projeto abdicar dele por pressão.
 
Qual o tamanho da pressão que o senhor sofre hoje?
São Paulo é uma panela de pressão. Todo dia, aqui acontece um episódio importante na cidade e a versão sobre ele é disputada palmo a palmo. É incrível, a cidade é incrível.
 
Pode dar um exemplo?
Vou pegar um episódio recente: o Memorial da América Latina, um equipamento do Estado que pegou fogo. O equipamento e o Corpo de Bombeiros são do Estado, e a prefeitura que é chamada a prestar contas. Tudo aqui em São Paulo é muito palmo a palmo.
 
Todo mundo quer empurrar o problema para o outro, é mais ou menos isso?
Mas é que os demais agentes não são neutros. Não é só um jogo entre políticos, é um jogo da política, mas que envolve toda a sociedade: meios de comunicação, funcionalismo público, sindicatos... Todo mundo atua para uma determinada versão prevalecer sobre as demais, de um fato objetivo. Quer ver um outro exemplo? Ninguém combateu a corrupção como nós no primeiro ano de governo. Não tem paralelo na história de São Paulo o número de pessoas que foram presas.
 
Quantas?
Foram nove neste ano. Cinco até junho e quatro dessa chamada máfia do ISS. Por quê? Porque criei uma controladoria, órgão inédito na história de São Paulo. Aí, de repente, a administração tem de prestar esclarecimentos sobre uma corrupção que é da máquina pública, que envolve poucos servidores que enriqueceram brutalmente. Quiseram politizar algo que, na minha opinião, se podia ser politizado, seria no sentido de enaltecer a decisão da prefeitura. Isso ficou subordinado a uma disputa política.
 
De colocarem a culpa na prefeitura...
Ou da prefeitura ou da gestão passada, como se houvesse uma decisão deliberada de alguém.
 
Há informação de que o Antonio Donato, seu ex-secretário de Governo, teria indicado dois fiscais. O senhor soube disso quando exatamente?
Essas pessoas eram da alta cúpula do governo anterior. Você está falando do subsecretário da Receita municipal. Essas pessoas eram de muita respeitabilidade no circuito paulistano. Entregaram para mim um estudo sobre ISS da cidade antes do início da campanha eleitoral. Você está falando de pessoas com alta qualidade técnica, mas muito baixa qualidade moral. Agora, isso se descobriu no fim de março. Até então, não se sabia. Acusar Kassab, Donato, Mauro Ricardo de coisas que dificilmente qualquer um deles tinha conhecimento acho até uma irresponsabilidade.
 
Como reagiu ao saber da existência da máfia dos fiscais?
Veja bem, os valores envolvidos eram tão elevados... E a gente lida com muita pobreza na cidade. Quando você tem a notícia de que as pessoas que deveriam estar cuidando do Tesouro municipal, da arrecadação, estão se locupletando dessa maneira e se lembra do dia a dia, que é o contato com as pessoas que estão com dificuldade de atendimento na saúde, de creche, transporte... É um choque muito grande. Você fica realmente consternado.
 
Gostaria que o sr. comentasse adjetivos que dizem que falam do senhor. Dizem que é "soberbo".
É fácil apelidar qualquer pessoa. Já fui apelidado de mil coisas, não vejo dificuldades. Tenho um plano de governo, que foi apresentado para a sociedade. Querer cumprir esse plano de governo me parece razoável. Às vezes, as pessoas confundem determinação com soberba. Confundem compromisso com teimosia. É fácil mudar o sinal das coisas. Agora, devo ter mil defeitos. Quem não os têm? Devo ter muito para aprender na condução da cidade.
 
Outro adjetivo: "surdo".
Não tiro das pessoas o direito de recomendar mudanças. Quem é que não precisa mudar? Eu certamente terei de mudar muitas coisas. Não vejo problema com isso também. Quando falo
da dinâmica da política, não é só o mundo externo. É também o interno. Acha que saí do Ministério da Educação do jeito que entrei? Mudou muito a minha maneira de ver o mundo ao final do meu trabalho no ministério. O trabalho é um aprendizado. Qual a dificuldade disso? Você não aprende no seu dia a dia? A política é a coisa mais dinâmica que conheço. Uma palavra te coloca no céu, um gesto te coloca nas trevas.
 
Esse tipo de adjetivo talvez seja porque o senhor tenha dificuldade em fazer política, ceder?
Recebo com humildade qualquer recomendação.
 
E o apelido "Malddad"?
Essas rimas, que são pobres espiritualmente, não merecem comentários.
 
O sr. mencionou que este foi um ano difícil. Então, qual o lado bom de ser prefeito?
A política tem a estatura das artes, da ciência, porque ela é um elemento de transformação da sociedade. A política pode muito. E algumas coisas só ela pode. Nada mais pode. A política é uma atividade que tem de ter a aura da nobreza. Não estamos vivendo um momento em que isso prevalece na cabeça das pessoas. O que é ruim não para a política, mas para a democracia.
 
O período entre a eleição e a posse foram os melhores momentos políticos da sua vida?
Quando se é eleito e não toma posse, você está mais para chefe de Estado do que para chefe de governo. Você é mais soberano do que prefeito. Agora, falavam muito de uma lua de mel que duraria um ano no governo. Neste ano, quem foi eleito teve três, quatro meses de lua de mel. Foi um ano muito atípico.


Editoria de Arte/São Paulo 




Se é esse o preço, tá barato!





O ministro Joaquim Barbosa e outros do STF não perdoam os governos petistas por tentarem acabar com a farra do Judiciário, bancada pelos impostos pagos pelos brasileiros que trabalham de fato. Se o preço é ter petistas perseguidos e presos, tá barato, Joaquim Barbosa.

Campanha de Erradicação da Ingenuidade


Manifestação enfrenta a Globo: junho 2013
A Rede Globo sonegou R$ 1,6 bilhão em uma única operação (há outras que o público não fica sabendo). Processada pelo Governo da presidente Dilma Rousseff, a emissora da família de Roberto Marinho deu propina a uma funcionária da Receita Federal para roubar o processo e jogá-lo fora (Teoria do Domínio do Fato). E como o assaltante que rouba uma carteira e sair gritando "pega ladrão", toda manhã o telejornal Mau Dia Brasil escala o jornalista "mordedor" Alexandre Garcia para criticar a "falta de investimento nos transportes, na Educação, na Saúde, na Segurança ...", como se os impostos roubados pela Globo não fossem a causa desses problemas.

Como funciona a chantagem da mídia

Justiça, na charge de Izânio
A juíza tontinha Rosa Weber é relatora do inquérito 3815, que denuncia os DEMos/Tucanos e PPS pelo roubo de BILHÕES de Reais das obras dos trens e metrô de São Paulo.

Num evidente recado à ministra, O Globo publicou hoje matéria falando que o plano de saúde do pessoal do STF é superfaturado. A responsável pelo plano é justamente a  tontinha Rosa Weber.

Vale observar: a chantagem da Globo só surte efeito contra quem tem rabo preso.
(com informações de Stanley Burburinho)

Efeméride - Câmara cassou Collor, STF o inocentou

Plenário da Câmara aprova cassação de F. Collor
Há exatos 20 anos, em 1993, o STF confirmava a cassação do mandato do ex-presidente Fernando Collor. Depois, o Supremo o inocentaria "por falta de provas". Traduzindo: o STF não teve coragem (ou o rabo preso impediu) de condenar o Collor por corrupção passiva, pois teria que condenar por corrupção ativa os empresários, como Antonio Ermírio de Moraes, que pagaram propina para fazer negócios com o Governo (segundo rezava a lenda em torno de PC Farias, espécie de Daniel Dantas de Fernando Collor).

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Nudez amadora: Mais mulheres comuns que posam nuas

Essas fotos são de um projeto que busca expor a beleza natural do corpo feminino. Fonte original: http://assets.thenuproject.com