segunda-feira, 29 de abril de 2013
Cineasta usa 15 câmeras GoPro para criar efeito Matrix
O efeito, chamado de “bullet-time”, foi utilizado pelo cineasta Marc Donahue, em um vídeo onde ele capturou imagens alucinantes.
As câmeras GoPro foram sincronizadas para registrar o entorno do objeto e criar o efeito em câmera lenta ao estilo do filme “Matrix”. Donahue afirmou que precisou desenvolver cabos para auxiliar no disparo sincronizado das câmeras. O cineasta também disse que pretende criar um vídeo musical utilizando as mesmas técnicas.
Do Portal FotoSurf
http://fotosurf.com.br/surf/index.php/2013/04/noticias-surf/cineasta-usa-15-cameras-gopro-para-criar-efeito-matrix/
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Osires Silva manda recado a FHC: vá ser cidadão de 2ª classe na PQP!
Quando a Embraer foi criada
pelo governo, os "capitalistas" brasileiros disseram ao engenheiro Osires
Silva: “se você pensa que nós vamos colocar dinheiro em um avião nacional está
redondamente enganado". Não é sem razão, portanto, que até hoje o Brasil não
tem sequer um automóvel nacional, quando até a Coréia do Norte!!!! tem o seu. O
atraso tecnológico do Brasil é o resultado de capitalistas que morrem de medo
de ... risco! O tal “espírito animal” do empresário brasileiro é o de um bezerro
– sempre mamando (no Estado).
Trancrição de trecho da fala de Ozires Silva entre 25:55 aos 30:30 min:
(...) “De modo que eu diria para vocês, meus
amigos, nós temos respostas para desenvolvimento, ...., pensem grande,
quer dizer, não fiquem como cidadão de segunda classe, achando que o
hemisfério norte vai resolver os problemas que nós precisamos, isso quer
dizer, se nós tivermos problemas para resolver, nós podemos encontrar
solução e abrir oportunidades, ....
E nós temos que acreditar que isso pode
acontecer, trabalhar, nos graduarmos, irmos para a escola, educação
continuada, fazer tudo que for necessário, para que competência
necessária, possamos enfrentar a competência mundial, que não é pequena.
E todos nós podemos nutrir sonhos, eu imagino fabricar um negócio dessa
natureza e achar que outros podem fazer, não, temos que assumir
efetivamente a resposta disso, e ser ousado o suficiente no sentido de
caminhar, é claro que se a gente tiver uma cooperação da sociedade do
governo, coisas dessa natureza, as coisas ficam bastante mais simples. E
temos que aproveitar as oportunidades, o temo inteiro ficar martelando,
aprendendo, pensando, criando, empreendendo, realizando, não estou
falando que os empreendedores são os que fazem só os grandes
empreendimentos, multinacional como foi o nosso caso na EMBRAER, mas
empreendendo o próprio negócio, criar valor para o trabalho que nós
fazemos, dentro da própria empresa, e aonde nós estivermos trabalhando
sermos sempre um contribuinte para a inovação, para coisas novas que
efetivamente possa ajudar a gente vencer. Temos que vencer essa falha de
confiança, o brasileiro não tem muita confiança em si, eu diria, tenham
confiança porque o processo de confiança, de criação básica, de que
cada empregado nosso, era melhor que empregado da BOING, era difícil
enfiar isso nas cabeças das pessoas, hoje se vocês encontrar um
colaborador da EMBRAER em qualquer lugar, vai ver o sujeito orgulhoso,
um sujeito que sabe o quanto ele vale. E isso não é presunção,..., é
algo que é muito bom para que possa crescer. E a cultura de sucesso.
Nós vemos a nossa mídia só crítica, um jornal
brasileiro que se enrolar, pode até pingar sangue, ou coisa dessa
natureza, mas não entre nisso, quer dizer, vamos fazer uma cultura de
sucesso, se um amigo nosso consegue alguma coisa que funciona, palmas
para ele. A contaminação do sucesso cria uma aura positiva, que pode
criar diferenças bastante grande, e cada um de nós pode ser um
empreendedor como um centro gerador de riquezas. Isso é possível, e nós
podemos,...., nós temos que ser determinado, lutarmos, mantendo a
coragem para inovar e prosperar, eu diria que o Brasil tem esperado
demais. Num futuro próximo, eu acho que nós poderíamos mudar esse país,
por essa mudança de atitude.”
“Aqueles que não pararam, avançaram tanto que jamais poderão ser alcançados”
Frase de uma loja em Bauru, que acompanha Ozires Silva, desde quando era jovem
Seleção Google: 96º ano do nascimento de Ella Fitzgerald
Ella Jane Fitzgerald (Newport News, 25 de
abril de 1917 — Beverly Hills, 15 de junho de 1996) também conhecida
como a "Primeira Dama da Canção" (em inglês: First Lady of Song) e "Lady
Ella", foi uma popular cantora de jazz estadunidense. Com uma extensão
vocal que abrangia três oitavas, era notória pela pureza de sua
tonalidade, sua dicção, fraseado e entonação impecáveis, bem como uma
habilidade de improviso "semelhante a um instrumento de sopro",
particularmente no scat. Considerada uma das intérpretes supremas do
chamado Great American Songbook, teve uma carreira que durou 59 anos,
venceu 14 prêmios Grammy e recebeu a Medalha Nacional das Artes do
presidente americano Ronald Reagan, bem como a Medalha Presidencial da
Liberdade, do sucessor de Reagan, George H. W. Bush. Não raro, é
apontada por críticos e músicos, como a maior cantora do século XX.

Primeiros anos
Nasceu em Newport News, Virgínia, filha William e Temperance "Tempie" Fitzgerald. O casal se separou pouco tempo depois do nascimento da filha, e sua mãe a levou para Yonkers, Nova York, com seu namorado, Joseph Da Silva. A meia-irmã de Ella, Frances Da Silva, nasceu em 1923. Durante sua juventude Ella queria ser uma dançarina, embora gostasse de ouvir as gravações de jazz de Louis Armstrong, Bing Crosby e The Boswell Sisters. Idolatrava a cantora Connee Boswell, dizendo mais tarde: "Minha mãe trouxe para casa um de seus discos, e me apaixonei por ele.Tentei tanto soar exatamente como ela." Em 1932 sua mãe morreu, vítima de um enfarte. O trauma provocou uma queda brutal no desempenho escolar da garota, que deixou de frequentar as aulas. A um certo ponto chegou a trabalhar como vigia num bordel, e numa casa de apostas do jogo de números (numbers game) filiada à máfia.6 Após se envolver em problemas com a polícia, acabou sendo presa e enviada a um reformatório, de onde eventualmente fugiu, passando a viver na rua, até ser internada no Asilo de Órfãos de Cor em Riverdale, no Bronx, Nova York. Fez sua estreia como cantora aos 17 anos, em 21 de novembro de 1934, no Teatro Apollo, no Harlem. Gradualmente conquistou um público semanal no Apollo, e a oportunidade de competir numa das primeiras "Amateur Nights" do teatro. Originalmente pretendia dançar, porém, intimidada pelas Edward Sisters, uma dupla local de dançarinas, optou por cantar no estilo de Connee Boswell. Interpretou "Judy", de Boswell, e "The Object of My Affection", das Boswell Sisters, e conquistou o prêmio principal, de 25 dólares.

Cantando em big bands
Em janeiro de 1935, Fitzgerald conquistou a oportunidade de se apresentar por uma semana com a big band de Tiny Bradshaw, na Harlem Opera House. Lá conheceu o baterista e líder de banda, Chick Webb. Webb já havia contratado o cantor Charlie Linton para trabalhar com a banda e estava, como apontou posteriormente o New York Times, "relutante em contratá-la... porque era desajeitada e malcuidada, um diamante bruto."5 Webb ofereceu-lhe a oportunidade de fazer um teste com a banda quando tocaram num baile na Universidade de Yale. Ella começou a cantar regularmente com a Orquestra de Webb por todo o ano de 1935, no Savoy Ballroom, também no Harlem. Gravou diversos sucessos com a banda, incluindo "Love and Kisses" e "(If You Can't Sing It) You'll Have to Swing It (Mr. Paganini)." Foi, no entanto, sua versão de 1938 da canção infantil "A-Tisket, A-Tasket", canção que ela co-compôs, que lhe trouxe uma maior atenção do público. Chick Webb morreu em 16 de junho de 1939, e sua banda passou a se chamar "Ella Fitzgerald and her Famous Orchestra", com Ella como líder. Fez 150 gravações durante seu período com a orquestra.
Os anos na Decca
Em 1942, Fitzgerald abandonou a banda em busca de uma carreira solo. Contratada pela gravadora Decca, obteve diversos sucessos gravando com artistas como Ink Spots, Louis Jordan e os Delta Rhythm Boys. Com Milt Gabler, da própria Decca, administrando sua carreira, começou a trabalhar regularmente para o empresário do jazz Norman Granz, e apareceu regularmente na sua série de concertos Jazz at the Philharmonic (JATP). A relação de Fitzgerald com Granz foi solidificada quando ele tornou-se seu empresário, embora ele só tenha sido capaz de trazê-la para uma de suas muitas gravadoras quase uma década depois. O declínio da era do swing e das grandes turnês das big bands trouxe uma grande mudança no jazz. O advento do bebop provocou uma alteração no estilo vocal de Ella, influenciado por seu trabalho com a big band de Dizzy Gillespie. Foi neste período que Fitzgeraldd começou a incluir o scat como uma das marcas registradas de seu repertório. Sobre cantar com Gillespie, Ella comentou mais tarde: "Eu apenas tentava fazer [com minha voz] o que eu ouvia os sopros da banda fazerem" Sua gravação em scat de 1945 da canção "Flying Home" (arranjada por Vic Schoen) seria descrita posteriormente pelo New York Times como "uma das mais influentes gravações vocais de jazz da década. Embora outros cantores, especialmente Louis Armstrong, tenham tentado improvisações semelhantes, ninguém antes da senhorita Fitzgerald empregou a técnica com tão brilhante inventividade."5 Sua gravação bebop de "Oh, Lady be Good!", de 1947, foi igualmente popular, e aumentou sua reputação como uma das principais vocalistas de jazz de seu tempo.
Respondendo às críticas, e sob pressão de Granz, que achava que ela havia recebido material pouco adequado para gravar durante este período, em seus últimos anos com a gravadora Decca, Ella gravou uma série de duetos com o pianista Ellis Larkins, lançados em 1950 como Ella Sings Gershwin.
Mudança para a Verve e sucesso com o grande público
Ella ainda estava se apresentando nos concertos JATP, de Granz, em 1955, quando deixou a Decca e Granz, agora seu empresário particular, criou a Verve Records em torno dela. Fitzgerald descreveu posteriormente o período como tendo sido crucial, estrategicamente; segundo ela, "eu havia chegado a um ponto onde apenas cantava be-bop. Eu achava que o be-bop era tudo, e que o que eu precisava fazer era ir para algum lugar e cantar bop. Mas finalmente chegou um ponto em que eu não tinha mais lugar para cantar. Eu percebi que havia mais, na música, do que o bop. Norman... achou que eu deveria fazer outras coisas, e então ele produziu o Songbook de Cole Porter comigo. Foi uma guinada na minha vida." Ella Fitzgerald Sings the Cole Porter Songbook, lançado em 1956, foi o primeiro de oito conjuntos de songbooks de diversos álbuns lançados pela Verve, em intervalos irregulares, de 1956 a 1964. Os compositores e letristas abordados em cada um dos conjuntos, no geral, representam a maior parte do cânone cultural americano conhecido como Great American Songbook. As escolhas de canções interpretadas por Fitzgerald variaram dos padrões até raridades, e representaram uma tentativa de Ella de passar para um público não-jazzístico.
Ella Fitzgerald Sings the Duke Ellington Songbook foi o único songbook no qual o compositor interpretado por Ella a acompanhou. Duke Ellington e seu colaborador de longa data, Billy Strayhorn, apareceram em exatamente metade das 38 faixas, e compuseram duas novas canções para o álbum, "The E and D Blues" e um retrato musical de Fitzgerald em quatro movimentos (a única faixa do songbook na qual ela não canta). A série de songbooks acabou por se tornar a obra mais bem-sucedida e aclamada pela crítica, e provavelmente sua contribuição mais significante à cultura americana. Em 1996 o New York Times escreveu que "estes álbuns estiveram entre os primeiros álbuns do pop a dedicar tamanha atenção aos compositores especificamente, e foram cruciais no estabelecimento do álbum pop como um veículo para a exploração musical séria." Alguns dias depois da morte de Fitzgerald, Frank Rich, colunista do mesmo New York Times, escreveu que na série de songbooks Ella teria executado uma "transação cultural tão extraordinária quanto a integração, feita por Elvis, na mesma época, dos brancos com o soul afro-americano. Aqui estava uma mulher negra popularizando canções urbanas compostas por judeus imigrantes para um público nacional de predominantemente cristãos brancos." Ella Fitzgerald também gravou álbuns dedicados exclusivamente às canções de Porter e Gershwin posteriormente, em 1972 e 1983; estes álbuns foram, respectivamente, Ella Loves Cole e Nice Work If You Can Get It. Uma coletânea posteriorm dedicada a um único compositor foi lançada durante sua temporada com a gravadora Pablo Records, Ella Abraça Jobim, onde ela interpretou canções de Tom Jobim. Enquanto gravava os songbooks e ocasionais álbuns de estúdio, Fitzgerald se apresentava ao vivo durante 40 a 45 semanas por ano, nos Estados Unidos e internacionalmente, sob a tutela de Norman Granz, que ajudou a solidificar sua posição como uma das principais intérpretes ao vivo de jazz. Em meados da década de 1950, Fitzgerald se tornou a primeira negra a se apresentar no Mocambo, depois de Marilyn Monroe interceder a seu favor com o proprietário da casa. Sua contratação foi fundamental para sua carreira, e o incidente foi transformado numa peça por Bonnie Greer, em 2005. Diversos álbuns ao vivo lançados pela Verve foram muito elogiados pelos críticos. Ella at the Opera House mostra um típico setlist da JATP; Ella in Rome e Twelve Nights In Hollywood mostram seu cânone vocal de jazz. Ella in Berlin ainda é hoje em dia um de seus álbuns mais vendidos, e conta com uma performance vencedora do Grammy de "Mack the Knife", na qual ela se esquece da letra, recorrendo de maneira magnífica ao improviso para "compensar".

Anos finais
Em 1963 a Verve Records foi vendida por três milhões de dólares à MGM, que não renovou o contrato de Fitzgerald. Nos próximos cinco anos ela alternou entre a Atlantic, Capitol e Reprise. Seu material na época havia se distanciado muito do repertório típico de jazz; para a Capitol ela havia gravado Brighten the Corner, um álbum de hinos, Ella Fitzgerald's Christmas, um álbum de canções natalinas tradicionais, Misty Blue, um álbum com influências country and western, e 30 by Ella, uma série de seis medleys gravados apenas para cumprir com suas obrigações contratuais. Durante este período Ella obteve seu último single nas paradas de sucesso dos Estados Unidos, com uma cover de "Get Ready", de Smokey Robinson, que havia sido um sucesso com The Temptations, e Rare Earth. O sucesso surpreendente do álbum Jazz at Santa Monica Civic '72, de 1972, fez com que Granz criasse a Pablo Records, sua primeira gravadora desde a venda da Verve. Fitzgerald gravou cerca de 20 álbuns para o selo. Ella in London, gravado ao vivo em 1974 com o pianista Tommy Flanagan, Joe Pass na guitarra, Keter Betts no baixo e Bobby Durham na bateria, é considerado um de seus melhores. Seus anos na Pablo documentaram o declínio de sua voz. De acordo com um biógrafo, "ela frequentemente usava frases mais curtas e mais secas, e sua voz estava mais áspera, com um vibrato mais espaçado". Atormentada por problemas de saúde, Ella fez sua última gravação em 1991, e sua última apresentação ao vivo em 1993.
Canções:
Ella Fitzgerald & Louis Armstrong - Learnin 'The Blues
Primeiros anos
Nasceu em Newport News, Virgínia, filha William e Temperance "Tempie" Fitzgerald. O casal se separou pouco tempo depois do nascimento da filha, e sua mãe a levou para Yonkers, Nova York, com seu namorado, Joseph Da Silva. A meia-irmã de Ella, Frances Da Silva, nasceu em 1923. Durante sua juventude Ella queria ser uma dançarina, embora gostasse de ouvir as gravações de jazz de Louis Armstrong, Bing Crosby e The Boswell Sisters. Idolatrava a cantora Connee Boswell, dizendo mais tarde: "Minha mãe trouxe para casa um de seus discos, e me apaixonei por ele.Tentei tanto soar exatamente como ela." Em 1932 sua mãe morreu, vítima de um enfarte. O trauma provocou uma queda brutal no desempenho escolar da garota, que deixou de frequentar as aulas. A um certo ponto chegou a trabalhar como vigia num bordel, e numa casa de apostas do jogo de números (numbers game) filiada à máfia.6 Após se envolver em problemas com a polícia, acabou sendo presa e enviada a um reformatório, de onde eventualmente fugiu, passando a viver na rua, até ser internada no Asilo de Órfãos de Cor em Riverdale, no Bronx, Nova York. Fez sua estreia como cantora aos 17 anos, em 21 de novembro de 1934, no Teatro Apollo, no Harlem. Gradualmente conquistou um público semanal no Apollo, e a oportunidade de competir numa das primeiras "Amateur Nights" do teatro. Originalmente pretendia dançar, porém, intimidada pelas Edward Sisters, uma dupla local de dançarinas, optou por cantar no estilo de Connee Boswell. Interpretou "Judy", de Boswell, e "The Object of My Affection", das Boswell Sisters, e conquistou o prêmio principal, de 25 dólares.
Cantando em big bands
Em janeiro de 1935, Fitzgerald conquistou a oportunidade de se apresentar por uma semana com a big band de Tiny Bradshaw, na Harlem Opera House. Lá conheceu o baterista e líder de banda, Chick Webb. Webb já havia contratado o cantor Charlie Linton para trabalhar com a banda e estava, como apontou posteriormente o New York Times, "relutante em contratá-la... porque era desajeitada e malcuidada, um diamante bruto."5 Webb ofereceu-lhe a oportunidade de fazer um teste com a banda quando tocaram num baile na Universidade de Yale. Ella começou a cantar regularmente com a Orquestra de Webb por todo o ano de 1935, no Savoy Ballroom, também no Harlem. Gravou diversos sucessos com a banda, incluindo "Love and Kisses" e "(If You Can't Sing It) You'll Have to Swing It (Mr. Paganini)." Foi, no entanto, sua versão de 1938 da canção infantil "A-Tisket, A-Tasket", canção que ela co-compôs, que lhe trouxe uma maior atenção do público. Chick Webb morreu em 16 de junho de 1939, e sua banda passou a se chamar "Ella Fitzgerald and her Famous Orchestra", com Ella como líder. Fez 150 gravações durante seu período com a orquestra.
Os anos na Decca
Em 1942, Fitzgerald abandonou a banda em busca de uma carreira solo. Contratada pela gravadora Decca, obteve diversos sucessos gravando com artistas como Ink Spots, Louis Jordan e os Delta Rhythm Boys. Com Milt Gabler, da própria Decca, administrando sua carreira, começou a trabalhar regularmente para o empresário do jazz Norman Granz, e apareceu regularmente na sua série de concertos Jazz at the Philharmonic (JATP). A relação de Fitzgerald com Granz foi solidificada quando ele tornou-se seu empresário, embora ele só tenha sido capaz de trazê-la para uma de suas muitas gravadoras quase uma década depois. O declínio da era do swing e das grandes turnês das big bands trouxe uma grande mudança no jazz. O advento do bebop provocou uma alteração no estilo vocal de Ella, influenciado por seu trabalho com a big band de Dizzy Gillespie. Foi neste período que Fitzgeraldd começou a incluir o scat como uma das marcas registradas de seu repertório. Sobre cantar com Gillespie, Ella comentou mais tarde: "Eu apenas tentava fazer [com minha voz] o que eu ouvia os sopros da banda fazerem" Sua gravação em scat de 1945 da canção "Flying Home" (arranjada por Vic Schoen) seria descrita posteriormente pelo New York Times como "uma das mais influentes gravações vocais de jazz da década. Embora outros cantores, especialmente Louis Armstrong, tenham tentado improvisações semelhantes, ninguém antes da senhorita Fitzgerald empregou a técnica com tão brilhante inventividade."5 Sua gravação bebop de "Oh, Lady be Good!", de 1947, foi igualmente popular, e aumentou sua reputação como uma das principais vocalistas de jazz de seu tempo.
Respondendo às críticas, e sob pressão de Granz, que achava que ela havia recebido material pouco adequado para gravar durante este período, em seus últimos anos com a gravadora Decca, Ella gravou uma série de duetos com o pianista Ellis Larkins, lançados em 1950 como Ella Sings Gershwin.
Mudança para a Verve e sucesso com o grande público
Ella ainda estava se apresentando nos concertos JATP, de Granz, em 1955, quando deixou a Decca e Granz, agora seu empresário particular, criou a Verve Records em torno dela. Fitzgerald descreveu posteriormente o período como tendo sido crucial, estrategicamente; segundo ela, "eu havia chegado a um ponto onde apenas cantava be-bop. Eu achava que o be-bop era tudo, e que o que eu precisava fazer era ir para algum lugar e cantar bop. Mas finalmente chegou um ponto em que eu não tinha mais lugar para cantar. Eu percebi que havia mais, na música, do que o bop. Norman... achou que eu deveria fazer outras coisas, e então ele produziu o Songbook de Cole Porter comigo. Foi uma guinada na minha vida." Ella Fitzgerald Sings the Cole Porter Songbook, lançado em 1956, foi o primeiro de oito conjuntos de songbooks de diversos álbuns lançados pela Verve, em intervalos irregulares, de 1956 a 1964. Os compositores e letristas abordados em cada um dos conjuntos, no geral, representam a maior parte do cânone cultural americano conhecido como Great American Songbook. As escolhas de canções interpretadas por Fitzgerald variaram dos padrões até raridades, e representaram uma tentativa de Ella de passar para um público não-jazzístico.
Ella Fitzgerald Sings the Duke Ellington Songbook foi o único songbook no qual o compositor interpretado por Ella a acompanhou. Duke Ellington e seu colaborador de longa data, Billy Strayhorn, apareceram em exatamente metade das 38 faixas, e compuseram duas novas canções para o álbum, "The E and D Blues" e um retrato musical de Fitzgerald em quatro movimentos (a única faixa do songbook na qual ela não canta). A série de songbooks acabou por se tornar a obra mais bem-sucedida e aclamada pela crítica, e provavelmente sua contribuição mais significante à cultura americana. Em 1996 o New York Times escreveu que "estes álbuns estiveram entre os primeiros álbuns do pop a dedicar tamanha atenção aos compositores especificamente, e foram cruciais no estabelecimento do álbum pop como um veículo para a exploração musical séria." Alguns dias depois da morte de Fitzgerald, Frank Rich, colunista do mesmo New York Times, escreveu que na série de songbooks Ella teria executado uma "transação cultural tão extraordinária quanto a integração, feita por Elvis, na mesma época, dos brancos com o soul afro-americano. Aqui estava uma mulher negra popularizando canções urbanas compostas por judeus imigrantes para um público nacional de predominantemente cristãos brancos." Ella Fitzgerald também gravou álbuns dedicados exclusivamente às canções de Porter e Gershwin posteriormente, em 1972 e 1983; estes álbuns foram, respectivamente, Ella Loves Cole e Nice Work If You Can Get It. Uma coletânea posteriorm dedicada a um único compositor foi lançada durante sua temporada com a gravadora Pablo Records, Ella Abraça Jobim, onde ela interpretou canções de Tom Jobim. Enquanto gravava os songbooks e ocasionais álbuns de estúdio, Fitzgerald se apresentava ao vivo durante 40 a 45 semanas por ano, nos Estados Unidos e internacionalmente, sob a tutela de Norman Granz, que ajudou a solidificar sua posição como uma das principais intérpretes ao vivo de jazz. Em meados da década de 1950, Fitzgerald se tornou a primeira negra a se apresentar no Mocambo, depois de Marilyn Monroe interceder a seu favor com o proprietário da casa. Sua contratação foi fundamental para sua carreira, e o incidente foi transformado numa peça por Bonnie Greer, em 2005. Diversos álbuns ao vivo lançados pela Verve foram muito elogiados pelos críticos. Ella at the Opera House mostra um típico setlist da JATP; Ella in Rome e Twelve Nights In Hollywood mostram seu cânone vocal de jazz. Ella in Berlin ainda é hoje em dia um de seus álbuns mais vendidos, e conta com uma performance vencedora do Grammy de "Mack the Knife", na qual ela se esquece da letra, recorrendo de maneira magnífica ao improviso para "compensar".
Anos finais
Em 1963 a Verve Records foi vendida por três milhões de dólares à MGM, que não renovou o contrato de Fitzgerald. Nos próximos cinco anos ela alternou entre a Atlantic, Capitol e Reprise. Seu material na época havia se distanciado muito do repertório típico de jazz; para a Capitol ela havia gravado Brighten the Corner, um álbum de hinos, Ella Fitzgerald's Christmas, um álbum de canções natalinas tradicionais, Misty Blue, um álbum com influências country and western, e 30 by Ella, uma série de seis medleys gravados apenas para cumprir com suas obrigações contratuais. Durante este período Ella obteve seu último single nas paradas de sucesso dos Estados Unidos, com uma cover de "Get Ready", de Smokey Robinson, que havia sido um sucesso com The Temptations, e Rare Earth. O sucesso surpreendente do álbum Jazz at Santa Monica Civic '72, de 1972, fez com que Granz criasse a Pablo Records, sua primeira gravadora desde a venda da Verve. Fitzgerald gravou cerca de 20 álbuns para o selo. Ella in London, gravado ao vivo em 1974 com o pianista Tommy Flanagan, Joe Pass na guitarra, Keter Betts no baixo e Bobby Durham na bateria, é considerado um de seus melhores. Seus anos na Pablo documentaram o declínio de sua voz. De acordo com um biógrafo, "ela frequentemente usava frases mais curtas e mais secas, e sua voz estava mais áspera, com um vibrato mais espaçado". Atormentada por problemas de saúde, Ella fez sua última gravação em 1991, e sua última apresentação ao vivo em 1993.
Canções:
Ella Fitzgerald & Louis Armstrong - Learnin 'The Blues
terça-feira, 23 de abril de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Todo dia era dia de Índio
![]() |
| Ainda por cima é bonita |
Em discurso aos silvícolas, Dilma disse que
Curumim chama cunhatã que eu vou contar
Cunhatã chama curumim que eu vou contar
Curumim, cunhatã
Cunhatã, curumim
Antes que os homens aqui pisassem
Nas ricas e férteis terraes brazilis
Que eram povoadas e amadas por milhões de índios
Reais donos felizes
Da terra do pau-brasil
Pois todo dia, toda hora, era dia de índio
Pois todo dia, toda hora, era dia de índio
Mas agora eles só têm um dia
O dia dezenove de abril
Mas agora eles só têm um dia
O dia dezenove de abril
Amantes da pureza e da natureza
Eles são de verdade incapazes
De maltratarem as femeas
Ou de poluir o rio, o céu e o mar
Protegendo o equilíbrio ecológico
Da terra, fauna e flora
Pois na sua história, o índio
É o exemplo mais puro
Mais perfeito, mais belo
Junto da harmonia da fraternidade
E da alegria,
Da alegria de viver
Da alegria de amar
Mas no entanto agora
O seu canto de guerra
É um choro de uma raça inocente
Que já foi muito contente
Pois antigamente
Todo dia, toda hora, era dia de índio
Todo dia, toda hora, era dia de índio
Hey! Hey! Hey!
Jês, Kariris, Karajás, Tukanos, Caraíbas,
Makus, Nambikwaras, Tupis, Bororós,
Guaranis, Kaiowa, Ñandeva, YemiKruia
Yanomá, Waurá, Kamayurá, Iawalapiti, Suyá,
Txikão, Txu-Karramãe, Xokren, Xikrin, Krahô,
Ramkokamenkrá, Suyá
Todo dia, toda hora, era dia de índio
Todo dia, toda hora, era dia de índio
Hey! Hey! Hey!
Curumim, cunhatã
Hey! Hey! Hey!
Cunhatã, curumim
Hey! Hey! Hey!
Curumim, cunhatã
Hey! Hey! Hey!
Cunhatã, curumim
DEMO, PMDB e PSDB são os partidos mais corruptos do Brasil, diz ranking
Publicado em Geral - 10/03/2013Redação
O Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral (MCCE) divulgou o Ranking da Corrupção no Brasil e o partido que ficou em primeiro lugar foi – adivinhem! – o DEMO, com 69 políticos cassados. Quase encostado com o DEMO ficou o PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro) com 66 políticos cassados. O partido é um dos maiores do Brasil com 19 Senadores eleitos (o maior partido em número de senadores) e 77 Deputados Federais eleitos (o segundo maior em número, perdendo apenas para o PT) além de vereadores, governadores, prefeitos e deputados estaduais espalhados pelo Brasil. Quanta coerência, né?
Os cinco mais corruptos do ranking ainda contam com PSDB (58 políticos cassados), PP (26 políticos cassados) e PTB (24 políticos cassados).
Os 3 partidos políticos analisados pela nossa Série Eleições 2012 até agora (PR, PP e DEMO) e que ganharam avaliação negativa, aparecem entre os 10 primeiros no Ranking da Corrupção. O que pode indicar uma aproximação de partidos corruptos com ideologias homofóbicas e nazistas.
Leia Mais Em: http://www.eleicoeshoje.com.br/divulgada-lista-de-partidos-mais-corruptos-brasil/#ixzz21IdnD8Cq
segunda-feira, 15 de abril de 2013
domingo, 14 de abril de 2013
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Ayrton Senna: o Campeão que a Globo não conseguiu "matar"
A morte precoce de Ayrton Senna impediu que a Rede Globo sugasse a alma do Campeão e o tornasse mais um zumbi, como Roberto Carlos, Faustão, Renato Aragão, Ronaldo Nazário e tantos outros tocados pelas mãos de "midas invertido" da família Marinho e seus serviçais bem remunerados.
Dono da Avianca fala do aluno Lula, nos anos 70
José Efromovich, hoje dono da Avianca, foi professor de matemática de Lula quando ele estava no sindicato. Ele conta como foi a experiência de dar aula para Lula e como era o curso que ele frequentou. "Foi uma satisfação muito grande ter tido a oportunidade de ter, eventualmente, ensinado alguma coisa a ele", afirma.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Era boca ou era cu? A polêmica sobre a capa do LP Todos os Olhos, de Tom Zé, prossegue.
Do Blog de Chico Andrade
… a capa do LP “todos os olhos”…


… essa capa é um dos meus orgulhos criativos… minha maior e mais duradoura criação… criada em 1973 é até hoje polêmica… considerada a 2a. melhor capa do século XX pela Folha de SP, e em 2011 fez parte da exposição das melhores 50 capas de discos de todos os tempos… tem gente que jura que era uma bôca… mas, foi um cu mesmo… eu ainda tenho algumas fotos originais (em slides)… meu nome está lá para quem duvidar… na época eu era sócio do prof. Décio Pignatari…
… sempre relutei em mostrar as fotos originais que tenho até hoje guardadas… mas, como o post que publiquei sobre o assunto, bombou, resolvi publicar uma das fotos (lay-out)… a moçoila que posou fazia ponto na rua e cobrou um “cachê artístico”, inclusive, assinando recibo e tudo mais… sabendo inclusive o destino da foto… abaixo portanto uma das fotos da sessão:
… as fotos do lay-out foram tiradas na própria agência… e depois ampliadas e estouradas (até ficar imperceptível)… testamos na boca também… mas, a idéia era usar um cu (afinal a expressão “olho do cu” existe…) mesmo para tirar um sarro da censura vigente…
… a capa do LP “todos os olhos”…


… essa capa é um dos meus orgulhos criativos… minha maior e mais duradoura criação… criada em 1973 é até hoje polêmica… considerada a 2a. melhor capa do século XX pela Folha de SP, e em 2011 fez parte da exposição das melhores 50 capas de discos de todos os tempos… tem gente que jura que era uma bôca… mas, foi um cu mesmo… eu ainda tenho algumas fotos originais (em slides)… meu nome está lá para quem duvidar… na época eu era sócio do prof. Décio Pignatari…
… sempre relutei em mostrar as fotos originais que tenho até hoje guardadas… mas, como o post que publiquei sobre o assunto, bombou, resolvi publicar uma das fotos (lay-out)… a moçoila que posou fazia ponto na rua e cobrou um “cachê artístico”, inclusive, assinando recibo e tudo mais… sabendo inclusive o destino da foto… abaixo portanto uma das fotos da sessão:
… as fotos do lay-out foram tiradas na própria agência… e depois ampliadas e estouradas (até ficar imperceptível)… testamos na boca também… mas, a idéia era usar um cu (afinal a expressão “olho do cu” existe…) mesmo para tirar um sarro da censura vigente…
terça-feira, 9 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Música dos anos 70: My Kind of Lady, com Supertramp
Supertramp é uma banda britânica de rock progressivo que obteve grande sucesso nos anos 70 e início dos anos 80 e que venderam mais de 70 milhões de álbuns.
Patrocinado pelo milionário holandês Stanley August Miesegaes, o vocalista, pianista e ex-baterista Rick Davies pôs um anúncio no jornal Melody Maker em busca de integrantes para a formação do grupo, em agosto de 1969. Rick Davies então juntou-se aos músicos Roger Hodgson (vocal, guitarra e teclados), Richard Palmer (guitarra, balalaika e vocais) e Robert Millar (percussão e harmônica). A banda inicialmente chamava-se Daddy, tendo o nome posteriormente alterado para Supertramp, que ao pé da letra quer dizer "super andarilho", inspirado num livro de W.H. Davies, “The Autobiography of a Super-Tramp”.
O recém-batizado Supertramp foi um dos primeiros grupos de rock a assinar com A&M Records inglesa, e o primeiro álbum foi lançado em julho de 1970. Apesar das boas críticas, foi um fracasso comercial – tanto que só saiu oficialmente nos Estados Unidos em 1977. Richard Palmer, desgostoso, resolveu sair seis meses depois do lançamento do primeiro LP, e Robert Millar teve uma crise nervosa logo em seguida. Foram substituídos por Frank Farrell (baixo), Kevin Currie (bateria) e Dave Winthrop (flauta e saxofone).
O álbum com esta formação, Indelibly Stamped, enfim trazia as marcas registradas da banda: as harmonias vocais entre Davies e Hodgson, e solos de saxofone. Mas também foi um fracasso de vendas, o que fez com que Miesegaes retirasse o patrocínio. Novamente o grupo debandou, restando apenas Hodgson e Davies.
No final de 1972, convocaram o baixista Dougie Thomson, o baterista Bob Siebenberg (que era um americano vivendo ilegalmente na Inglaterra, daí seu pseudônimo “Bob C. Benberg”) e o homem que deu o toque final ao som do grupo, John Helliwell (saxofone e sopros em geral, vocais).
Rick Davies com a banda em 2002 em Dresden.
Essa formação lançou Crime of The Century em 1974 e finalmente fez sucesso com “Dreamer”, “School”, “Bloody Well Right”, entre outros hits. O disco seguinte, Crisis? What Crisis?, de 1975, não foi tão bem nas vendas, mas Even in the Quietest Moments, de 1977, recolocou o Supertramp no topo das paradas musicais com “Give a Little Bit” e “Fool's Overture”. Breakfast in America, de 1979, trouxe mais sucessos ("The Logical Song", "Take the Long Way Home", "Goodbye Stranger", "Breakfast in America") e vendeu 18 milhões de cópias.
O ano de 1982 não foi bom para o grupo. Após tantos anos de sucesso, Roger Hodgson resolveu abandonar a banda após a turnê de …Famous Last Words…. Existem várias especulações sobre sua saída, e nenhuma delas convenceu na época. Alguns diziam que Hodgson se sentia musicalmente limitado (o que não se sustenta, já que seus discos solo são bem parecidos com o material habitual do Supertramp); até que, em uma entrevista, Hodgson revelou que deixou a banda porque sua esposa na época não se dava bem com a esposa de Rick Davies.
Davies resolveu manter o Supertramp na ativa com o álbum Brother Where You Bound, iniciado pelo single "Cannonball". A faixa título do álbum, de 16 minutos de duração, conta com a participação especial de David Gilmour, do Pink Floyd.
Em 1996, Davies reformou o Supertramp com Helliwell, Siebenberg e Hart, mais alguns músicos de estúdio. Essa formação gravou o álbum de estúdio Slow Motion em 2002, quando o grupo entra em hiato novamente, a despeito de uma nova e igualmente fracassada tentativa de voltar à ativa com Hodgson em 2005.
Em 2010 o Supertramp, reformado mais uma vez, entra em turnê para comemorar o 40 º aniversário do primeiro lançamento do grupo. Roger Hodgson não está incluído nesta turnê. Os fãs da banda tiveram uma nova alegria em 2012, com o lançamento do DVD do célebre álbum Paris, de 1980. O vídeo, que saiu também em formato Blu-ray, traz um resumo das quatro noites na capital francesa, em novembro de 1979 - o show do dia 29 é o que está no disco original.
terça-feira, 2 de abril de 2013
Seleção Google - 366 anos do nascimento de Maria Sibylla Merian
Maria Sibylla Merian é homenageada em
Doodle (Foto: Reprodução/Google)
Doodle (Foto: Reprodução/Google)
Nascida em 2 de abril de 1647, Maria Sibylla Merian foi influenciada
principalmente por seu padrasto, Jakob Marell, a iniciar a carreira nas
artes. A artista se baseava em insetos que ela mesma capturava para
retratá-los na pintura. Natural de Frankfurt, Sibylla se encantou
principalmente com a transformação das lagartas em borboletas, insetos
comuns da região. Além de registrá-los, Maria Sibylla estudava os
animais e plantas e reunia as anotações em um caderno pessoal, que virou
livro em 1675.O “Neue Blumenbuch” (Novo livro de flores), como foi chamado, trouxe estudos de Maria Sibylla sobre diversas espécies vegetais. Em 1679, a artista volta a publicar outro volume, “Der Raupen Wunderbare Verwandlung und Sonderbare Blumennahrung"" (A transformação milagrosa de lagartas que estranhamente comem flores), que falava sobre vida das borboletas, sempre movida pela curiosidade de como os pequenos animais coloridos "poderiam surgir a partir de lagartas".
Maria Sybilla Merian morreu aos 70 anos, no dia 13 de janeiro de 1717, em Amsterdam. Até hoje, vários quadros da artista continuam expostos em coleções acadêmicas em São Petersburgo.
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