segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
sábado, 20 de dezembro de 2014
O sangue nordestino está no nosso DNA
Trecho da apresentação e recital do cantor Lirinha, durante o II Congresso Internacional do Livro, Leitura e Literatura no Sertão - Clisertão 2014. O evento é uma realização do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secult-PE, Fundarpe, Universidade de Pernambuco, em parceira com a Prefeitura de Petrolina.
www.clisertao2014.com
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Adeus ao magnífico Chaves (El Chavo del Ocho)
Roberto Gómez Bolaños, o imortal criador do personagem Chaves e demais personagens do seriado mais famoso das TVs mexicana e brasileira, morreu no dia 28 de novembro de 2014, em Cancún, México, aos 85 anos de idade. Deixou órfãos milhões de homens e mulheres que mantêm vivas interiormente as crianças que um dia foram.
Criador de um fenômeno televisivo que, a partir do México, se
espalhou pelo continente e conquistou legiões de fãs em toda a América
Latina, o humorista mexicano Roberto Gomez Bolaños, autor e intérprete
dos personagens Chaves e Chapolin, morreu nesta sexta-feira, aos
85 anos. Com a saúde fragilizada há mais de uma década, Bolaños passou
os seus últimos anos em uma cadeira de rodas, lutando contra problemas
respiratórios e complicações de diabetes. Nesta sexta-feira, ele sofreu
uma parada cardíaca.
A morte de Bolaños deixa órfã uma geração de fãs brasileiros que cresceu assistindo aos episódios de Chaves, a sua principal criação, reprisados exaustivamente pelo SBT ao longo das últimas três décadas. Um grupo de admiradores fiel que, ignorando todas as limitações técnicas da produção, sempre garantiu ótimos resultados de audiência ao programa mexicano – e sempre mostrou um impressionante poder de mobilização a cada ameaça de cancelamento das exibições do seriado, com campanhas fora e dentro das redes sociais. Nesta sexta, com a notícia da morte do humorista, a direção do SBT estuda levar ao ar um especial para homenageá-lo.
Acervo Digital de VEJA:
Sem querer querendo, humorístico vira santo milagreiro do SBT
Entrevista com Roberto Bolaños: 'Chaves é uma criança com fome'
Razão de tanto carinho, a história do garoto orfão que "sem querer querendo" inferniza a vida da vizinhança caiu nas graças do público apostando em piadas ingênuas e sem apelação: um exemplo claro do tipo de humor que Bolaños pregava. "Quando sobram piadas chulas, é porque falta talento", afirmou o mexicano em entrevista a VEJA em 1999. Mesmo não sendo um adepto do politicamente correto – como as pancadas de Seu Madruga em Chaves deixam claro –, Bolanõs fugia do humor preconceituoso nos seus roteiros. "Sempre evitei fazer piadas com raças, religiões, opções sexuais e mulheres. Aliás, nos meus programas as meninas sempre são mais inteligentes. No Chaves, era a Chiquinha quem arquitetava os planos mirabolantes", comentou.
Pequeno Shakespeare - Antes de se tornar o criador –
e o rosto – de Chaves, porém, Bolaños já havia construído uma sólida
trajetória artística em seu país. Versátil, o mexicano trabalhou desde
jovem nas mais diversas mídias: foi roteirista de programas de rádio,
peças de teatro, esquetes de televisão e filmes no cinema – muitas vezes
assumindo também o papel de ator. Tal habilidade rendeu ao
multifacetado artista o apelido de Chespirito – "pequeno Shakespeare" –,
alcunha pela qual ficaria conhecido no México até o fim da carreira,
encerrada hoje.
A fama internacional, no entanto, só chegaria mesmo a partir dos anos 1970, com a criação de seus dois personagens mais famosos: o presunçoso herói Chapolin Colorado e o ingênuo Chaves. Dono de uma marreta biônica de plástico e de "anteninhas de vinil" sensitivas, Chapolin é uma divertida sátira dos infalíveis super-heróis dos quadrinhos americanos. A série colecionou um enorme número de fãs e conquistou o seu próprio status cult – camisetas com o emblema do personagem são um ícone pop até hoje –, mas seu alcance jamais superou o da outra criação de Bolaños.
A turma de ‘Chaves’ antes e depois do programa
Fenômeno latino - Exibido em mais de cem países ao longo de quatro décadas, Chaves
desembarcou no Brasil quase por acaso. A série era parte de um pacotão
de programas do canal mexicano Televisa comprado por Silvio Santos para
turbinar a programação do ainda jovem SBT. Foi o início de uma bem
sucedida parceria. Por quase trinta anos ininterruptos, Chaves foi uma das principais atrações – e curingas – da emissora, cobrindo qualquer buraco que surgisse na grade, e invariavelmente dobrando a audiência
da faixa. No auge do sucesso, o humorístico cansou de dar surras na
Globo, roubando o primeiro lugar no Ibope e deixando diretores do canal
carioca temerosos por seus empregos.
Embora também tenha conquistado fãs em outras partes do mundo, foi na América Latina que a principal obra de Bolanõs ganhou contornos de fenômeno cultural – a ponto de ser comparada pela revista Forbes ao revolucionário Simon Bolivar por seu poder unificador no continente. Para o humorista, os índices de pobreza da região ajudavam a explicar o grande apelo do personagem entre os latino-americanos. "O Chaves é uma criança que não cresce porque não come. O personagem faz sucesso em qualquer lugar do planeta onde haja fome", disse ele na entrevista a VEJA.
Triângulo amoroso - A exibição original de Chaves no México durou de 1971 a 1980 – terminou, portanto, anos antes de o programa sequer começar a ser veiculado no Brasil. Após esse período, o seriado sobreviveu até 1992 como esquete dentro do programa de Chespirito na Televisa, chegando ao fim por causa da idade avançada de Bolaños, então com 63 anos. Muito antes disso, no entanto, o humorístico já havia sofrido baixas em seu elenco – a primeira delas por causa de um inesperado triângulo amoroso entre Chaves, Dona Florinda e Quico. Ou melhor, entre Bolaños, a atriz Florinda Meza e o ator Carlos Villagrán.
Namorada de Villagrán durante anos, Meza trocou o parceiro pelo intérprete de Chaves em 1977. Logo depois, Villagrán anunciou sua saída do programa para seguir carreira-solo. A rusga entre os ex-colegas, porém, não terminou por aí e acabou se desdobrando em uma disputa judicial pelo personagem de Quico. Por causa da briga, Villagrán passou a se apresentar alterando a grafia do nome para "Kiko". Mostrando que o tempo não aplacou a animosidade entre eles, o ator acusou Bolaños em 2011 de não lhe pagar os direitos devidos pelo faturamento do programa. "Tudo quem leva é o Roberto, que é multimilionário", alfinetou.
Conflito semelhante envolveu a intérprete de Chiquinha, Maria Antonieta de Las Nieves, que se desentendeu com Bolaños em 1994 e travou por mais de uma década uma batalha pelos direitos de uso da personagem. As disputas nos tribunais desgastaram a relação entre Bolaños e os ex-colegas e o criador de Chaves nunca mais retomou a amizade com a dupla. "Ele não atende meus telefonemas nem meus convites. Se não quer, não posso obrigá-lo a ser meu amigo", lamentou Maria Antonieta em entrevista ao site de VEJA em 2013.
O relacionamento com Florinda Meza, porém, rendeu frutos duradouros. Descrita por Bolaños como "uma dessas mulheres que passam de uma em uma e os homens seguem de três em três", a atriz, vinte anos mais nova do que ele, foi sua companheira por mais de trinta anos – nos últimos deles fazendo também o papel de assessora e enfermeira do marido já debilitado.
Perguntado muitas vezes sobre a razão do estrondoso êxito de sua principal obra, Bolaños tinha uma explicação simples – e surpreendentemente satisfatória – na ponta da língua: "Chaves sempre defendeu valores familiares como honestidade e compaixão, e as pessoas se identificam com ele por causa disso".
Personalidades dão adeus a Roberto Bolaños
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“Roberto, você não se foi, permanece em meu coração e no coração de muitos que você fez felizes. Adeus, Chavinho, até sempre.”
(Fonte: portal da revista Veja)
Memória
Morre o mexicano Roberto Bolaños, o eterno Chaves
Responsável por um fenômeno televisivo que arrebatou legiões de fãs em toda a América Latina, humorista estava com a saúde fragilizada nos últimos anos
Roberto Gómez Bolaños - Divulgação
A morte de Bolaños deixa órfã uma geração de fãs brasileiros que cresceu assistindo aos episódios de Chaves, a sua principal criação, reprisados exaustivamente pelo SBT ao longo das últimas três décadas. Um grupo de admiradores fiel que, ignorando todas as limitações técnicas da produção, sempre garantiu ótimos resultados de audiência ao programa mexicano – e sempre mostrou um impressionante poder de mobilização a cada ameaça de cancelamento das exibições do seriado, com campanhas fora e dentro das redes sociais. Nesta sexta, com a notícia da morte do humorista, a direção do SBT estuda levar ao ar um especial para homenageá-lo.
Acervo Digital de VEJA:
Sem querer querendo, humorístico vira santo milagreiro do SBT
Entrevista com Roberto Bolaños: 'Chaves é uma criança com fome'
Razão de tanto carinho, a história do garoto orfão que "sem querer querendo" inferniza a vida da vizinhança caiu nas graças do público apostando em piadas ingênuas e sem apelação: um exemplo claro do tipo de humor que Bolaños pregava. "Quando sobram piadas chulas, é porque falta talento", afirmou o mexicano em entrevista a VEJA em 1999. Mesmo não sendo um adepto do politicamente correto – como as pancadas de Seu Madruga em Chaves deixam claro –, Bolanõs fugia do humor preconceituoso nos seus roteiros. "Sempre evitei fazer piadas com raças, religiões, opções sexuais e mulheres. Aliás, nos meus programas as meninas sempre são mais inteligentes. No Chaves, era a Chiquinha quem arquitetava os planos mirabolantes", comentou.
EFE

Debilitado, Roberto Bolaños usava cadeira de rodas
A fama internacional, no entanto, só chegaria mesmo a partir dos anos 1970, com a criação de seus dois personagens mais famosos: o presunçoso herói Chapolin Colorado e o ingênuo Chaves. Dono de uma marreta biônica de plástico e de "anteninhas de vinil" sensitivas, Chapolin é uma divertida sátira dos infalíveis super-heróis dos quadrinhos americanos. A série colecionou um enorme número de fãs e conquistou o seu próprio status cult – camisetas com o emblema do personagem são um ícone pop até hoje –, mas seu alcance jamais superou o da outra criação de Bolaños.
A turma de ‘Chaves’ antes e depois do programa
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'Los Supergenios de la Mesa Cuadrada'
O programa de 1968 reunia os atores Rubén Aguirre (Professor Girafales), Roberto Bolaños (Doutor Chapatín), Ramón Valdés (Ingeniebrio Ramón Valdés) e María Antonieta de las Nieves (como ela mesma e apresentadora). Em tom bem-humorado, os personagens comentavam notícias do momento, intercaladas por esquetes divertidos.Embora também tenha conquistado fãs em outras partes do mundo, foi na América Latina que a principal obra de Bolanõs ganhou contornos de fenômeno cultural – a ponto de ser comparada pela revista Forbes ao revolucionário Simon Bolivar por seu poder unificador no continente. Para o humorista, os índices de pobreza da região ajudavam a explicar o grande apelo do personagem entre os latino-americanos. "O Chaves é uma criança que não cresce porque não come. O personagem faz sucesso em qualquer lugar do planeta onde haja fome", disse ele na entrevista a VEJA.
Reprodução

Bolanõs abraça Maria Antonieta de las Nieves, a Chiquinha: disputas judiciais abalaram amizade com ex-colegas
Triângulo amoroso - A exibição original de Chaves no México durou de 1971 a 1980 – terminou, portanto, anos antes de o programa sequer começar a ser veiculado no Brasil. Após esse período, o seriado sobreviveu até 1992 como esquete dentro do programa de Chespirito na Televisa, chegando ao fim por causa da idade avançada de Bolaños, então com 63 anos. Muito antes disso, no entanto, o humorístico já havia sofrido baixas em seu elenco – a primeira delas por causa de um inesperado triângulo amoroso entre Chaves, Dona Florinda e Quico. Ou melhor, entre Bolaños, a atriz Florinda Meza e o ator Carlos Villagrán.
Namorada de Villagrán durante anos, Meza trocou o parceiro pelo intérprete de Chaves em 1977. Logo depois, Villagrán anunciou sua saída do programa para seguir carreira-solo. A rusga entre os ex-colegas, porém, não terminou por aí e acabou se desdobrando em uma disputa judicial pelo personagem de Quico. Por causa da briga, Villagrán passou a se apresentar alterando a grafia do nome para "Kiko". Mostrando que o tempo não aplacou a animosidade entre eles, o ator acusou Bolaños em 2011 de não lhe pagar os direitos devidos pelo faturamento do programa. "Tudo quem leva é o Roberto, que é multimilionário", alfinetou.
"Tinha 22 anos
quando entrou no programa Chespirito. Era loira por
motivos de trabalho", Roberto Bolaños. - Reprodução/ Twitter/VEJA
Conflito semelhante envolveu a intérprete de Chiquinha, Maria Antonieta de Las Nieves, que se desentendeu com Bolaños em 1994 e travou por mais de uma década uma batalha pelos direitos de uso da personagem. As disputas nos tribunais desgastaram a relação entre Bolaños e os ex-colegas e o criador de Chaves nunca mais retomou a amizade com a dupla. "Ele não atende meus telefonemas nem meus convites. Se não quer, não posso obrigá-lo a ser meu amigo", lamentou Maria Antonieta em entrevista ao site de VEJA em 2013.
O relacionamento com Florinda Meza, porém, rendeu frutos duradouros. Descrita por Bolaños como "uma dessas mulheres que passam de uma em uma e os homens seguem de três em três", a atriz, vinte anos mais nova do que ele, foi sua companheira por mais de trinta anos – nos últimos deles fazendo também o papel de assessora e enfermeira do marido já debilitado.
Perguntado muitas vezes sobre a razão do estrondoso êxito de sua principal obra, Bolaños tinha uma explicação simples – e surpreendentemente satisfatória – na ponta da língua: "Chaves sempre defendeu valores familiares como honestidade e compaixão, e as pessoas se identificam com ele por causa disso".
Personalidades dão adeus a Roberto Bolaños
Edgar Vivar (o Seu Barriga de 'Chaves'), no Twitter
terça-feira, 18 de novembro de 2014
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Gaúchas saem nuas à rua para protestar contra "tudo isso que tá aí"
Cansadas da proverbial viadagem gaúcha, mulheres do Rio
Grande do Sul casadas com eleitores de Aécio Neves e Marina Silva decidiram
manifestar a sua contrariedade com a bunda-molice dos maridos saindo nuas às
ruas de Porto Alegre. Questionadas pela reporcagem da Zero Horas, as gatas
gaúchas disseram que homem que prefere o Aécio a Dilma, no fundo no fundo, gosta
é de levar no fundo. Diante dessa interpretação da alma campeira, as
beldades decidiram expor suas figuras na Medina para ver se encontram alguém
que lhes dê a atenção de que não são objeto em suas casas.
Mulher Melão toma banho nua em praia do Rio
Mulher Melão comemorou oficialização da primeira praia de nudismo (Gabriel Rangel/AgNews)
Renata Frisson, mais conhecida como Mulher Melão, 27, mostrou como veio ao mundo na tarde da última quarta-feira (12), na praia do Abricó, no Rio de Janeiro.
A funkeira resolveu tirar a roupa para comemorar a oficialização da primeira praia de nudismo da cidade maravilhosa, de acordo com o “F5”. Por causa disso, ela tomou um banho de mar e foi fotografada por um paparazzo de plantão.
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Campanha de Erradicação da Ingenuidade
Essa capa da Veja custou no mínimo R$ 10 milhões. Quem conhece a imprensa por dentro sabe que essa capa foi vendida ao DEMo/PSDB pelos "espertos" de sempre, que criam esses factóides para tirar dinheiro de empresários corruptos e idiotas, já que frequentemente caem nesse conto dos picaretas da mídia. Toda a véspera de eleição é a mesma coisa: com a promessa de produzir a "bala de prata" contra o PT, os "espertos" da mídia passam a sacolinha entre os otários do meio empresarial e fazem o seu "natal" antecipado. Desde que Assis Chateaubriand criou essa "escola", os picaretas da mídia fazem a festa em cima do empresariado obtuso, porém endinheirado. A única diferença é que antigamente a ameaça usada era a do "Comunismo soviético" e hoje é do "Bolivarianismo venezuelano".
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Presidente Lula passou mais um trote em FHC
GM - Cardoso, nossas armações com a Veja deram certo: ganhamos. Pega um helicóptero do governo de São Paulo e vai já pra BH anunciar de lá a nossa vitória. Vou deixar pra você dar a notícia pro Aécio, pra você mostrar que tem poder, tem fontes ....
Beijão, e quero mais daquilo.
FHC - Huummm, adorei ouvir isso!!! Mas, sobre a eleição do Aécio, também gostei de saber. Vou já mandar o Alckmin preparar o helicóptero pago pelos paulistas pra gente fazer a maior farra lá nas Gerais. (falando fora do telefone: môre, pega uma cueca limpa e que não esteja furada e põe no banheiro pra mim que hoje vou tomar banho).
GM – Tá falando comigo??
FHC – E eu te chamo de môre, bem??!! Tô falando aqui com a jambirafa da Patrícia... Pára de ciuminho sem razão. Beijão, e quero você lá na festa, hein. E sozinho! Qua qua quá.... Tchau
GM – Não perco essa por nada. Nem a festa da eleição do Aécio. Vai pro banho, môre! Qua qua quá
Lula desligou, voltou pro apartamento e chamou dona Marisa:
Lula – Galega, pena a gente não poder assistir a cara do FHC quando receber a notícia da eleição da Dilma em pleno ar, tomando uísque a bordo do helicóptero do povo de São Paulo ... Qua qua quá Qua qua quá Qua qua quá Qua qua quá Qua qua quá Qua qua quá
Dona Marisa – O que você aprontou dessa vez, Lula? Você não toma jeito mesmo, hein menino?! Olha que você tá fazendo 69 anos..., não é mais um garoto pra ficar apertando campainha e sair correndo....
Lula - Galega, manda o pessoal embora e vem pra cá porque com essa história de idade você acabou me dando ideia ....
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Dilma para O Globo: "Eu não só não paguei bolsa banqueiro, como também não recebi"
Hoje, em sabatina para o Jornal O Globo, Dilma falou de temas essenciais de seu governo e dos seus projetos para o segundo mandato. A presidenta e candidata à reeleição não se esquivou de nenhuma pergunta, apesar de o tom dos jornalistas ter causado estranhamento. Diferentemente do que fizeram com os outros presidenciáveis, os jornalista (Artur Xexéo, Ilimar Franco, Ricardo Noblat, Merval Pereira, Fernanda da Escóssia, Ancelmo Gois e Míriam Leitão) atuaram com uma postura ofensiva, de inquisição, interrompendo Dilma a todo momento com tom alterado.
Os principais temas tratados por Dilma foram: crise/geração de empregos, segurança pública, balanço do governo, reforma política, acusações da candidata Marina Silva, Petrobras e CPI, religião, Comissão Nacional da Verdade e criminalização da homofobia.
Apesar dos ânimos alterados dos jornalistas, Dilma se manteve calma e respondeu a todas as questões com precisão. Sobre a crise, ela ressaltou que, para entender o momento por que passa o Brasil, é necessário entender a conjuntura internacional, em que os principais mercados consumidores do mundo estão em recessão. Dilma ressaltou que o número de empregos criados no Brasil em agosto é surpreendente neste contexto econômico: “101 mil empregos criados agora em agosto não são fáceis nessa conjuntura”, explicou. “A nossa diferença é que enquanto alguns países reagem desempregando, cortando salário e direitos sociais, nós aumentamos emprego e renda”.
Dilma também falou sobre a necessidade de reformar o sistema político brasileiro. “Nós avançamos muito na questão da democracia, incluímos milhões de brasileiros, o Brasil mudou. Mas, em relação ao sistema político, o Brasil ficou atrasado”, disse. A presidenta esclareceu que mandou uma proposta de reforma para o Congresso depois das manifestações de junho do ano passado, mas que acredita que essa mudança necessária só virá com pressão e participação popular em votações de algumas alternativas para a reforma a serem enviadas para o Congresso Nacional. “A consulta popular não é retórica. Só ela dá legitimidade para aquilo que a sociedade escolher”.
Ao ser questionada sobre a crise de representatividade por que passa o mundo todo, Dilma falou da importância dos partidos políticos para a democracia. “Eu não acho que a democracia possa prescindir de partidos. Se tiver isso, vai ter por trás do pano alguéns muito poderosos, que são os mais ricos. Eu acho que é do conflito entre partidos que nasce a democracia”. Ao final, Dilma reforça a importância da participação popular: “Se você me perguntar: 'tem partido demais?'. Eu digo que tem sim. Mas não sou eu que tenho que decidir qual partido é excessivo. É o público através de um plebiscito”.
Dentro do mesmo assunto, Dilma respondeu às declarações da candidata Marina Silva, que afirma que só governará com os bons. A presidenta explicou que é preciso garantir governabilidade e conversar com os partidos para ter sustentação no governo: “Aquela discussão de “eu vou governar com os bons” é uma proposta que não se sustenta diante da realidade. Quem é que vai governar com os maus? Todo mundo quer governar com os bons. Essa proposta em si não resolve a questão da reforma política”, declarou.
Dilma voltou a falar da vitimização de Marina, quando questionada sobre as acusações da candidata de oposição. “Eu não estou falando mal da candidata, eu estou discutindo os termos políticos postos e propostos por ela em seu programa de governo”, disse. E explicou: “Eu não recebi contribuição pessoal de banco. Eu não só não paguei bolsa banqueiro como também não recebi”. Dilma voltou a defender a importância dos bancos públicos na viabilização de programas sociais como o Minha Casa Minha Vida e para garantir o crescimento da indústria e a manutenção do crédito em épocas de crise. Vale lembrar que Marina Silva tem declarado que, se eleita, vai diminuir o papel dos bancos públicos na economia.
Sobre Direitos Humanos, Dilma ressaltou a importância da criação da Comissão Nacional da Verdade, que vai apresentar o primeiro relatório em dezembro deste ano e representa um salto importante no resgate e memória dos presos políticos e torturados neste país na época da ditadura militar, dos quais a própria Dilma faz parte. Além disso, ela voltou a dizer que a criminalização da homofobia é fundamental para um país como Brasil, “assim como foi necessário criminalizar a violência contra o negro e contra a mulher”, declarou. “O Estado não pode impor obrigatoriedade do casamento religioso, mas tem obrigação de reconhecer todos os direitos que existem em um casamento entre homem e mulher para pessoas do mesmo sexo. Isso foi resolvido pelo Supremo”.
Em suas considerações finais, Dilma disse acreditar que o Brasil tem todas as condições de dar um grande salto no crescimento por meio da educação. “Eu acredito que a educação será um fator fundamental para que nós façamos da inovação um dos nossos maiores instrumentos de avanço”, disse. A presidenta reforçou que o Brasil precisa continuar enfrentando a crise econômica e o desemprego. “Todas as modificações que não afetem emprego e salário, nós faremos”, finalizou.
Para ouvir a sabatina na íntegra, clique abaixo no Sound Cloud:
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Mulheres tiram a roupa para calendário após perda de 9.500 quilos
Fonte: O Globo.com
Divulgação/We Slim Together
O grupo de vigilância do peso We Slim Together, do Reino Unido, resolveu comemorar de uma forma diferente a perda de 9.500 quilos somados das suas 524 integrantes. Vinte e quatro delas tiraram a roupa para um calendário ousado. Uma das que posaram nuas foi Sonya McAllister, de Randalstown (Irlanda do Norte). Ela postou no Facebook uma foto sua que está no calendário:Reprodução/Facebook(Sonya McAllister)
O objetivo do calendário não é apenas celebrar a vaidade feminina diante da balança, mas arrecadar fundos para a Chest, Heart and Stroke Association, entidade que ajuda vítimas de doenças cardíacas e derrames.
"Pensei que de jeito nenhum eu tiraria a minha roupa na frente de uma câmera e jamais acreditei que alguém pudesse ser voluntário para um calendário de nudez. Mas eu estava errada. Quando 23 mulheres se apresentaram, não tinha como eu fugir. O prosecco nos ajudou, é claro, e rimos muito. O resultado foi fantástico", contou Sonya.
Reprodução/Twitter(weslimtogether)
Reprodução/Twitter(weslimtogether)
Integrante do grupo que tirou a roupa exibe o antes e o depois - Reprodução/Twitter(weslimtogether)
Sucesso na imprensa britânica - Reprodução/Twitter(weslimtogether)
terça-feira, 2 de setembro de 2014
Salmo 69: Para os momentos presentes
Salmo 69
2 Nas profundezas lamacentas eu me afundo, não tenho onde firmar os pés. Entrei em águas profundas; as correntezas me arrastam.
3 Cansei-me de pedir socorro; minha garganta se abrasa. Meus olhos fraquejam de tanto esperar pelo meu Deus.
4
Os que sem razão me odeiam são mais do que os fios de cabelo da minha
cabeça; muitos são os que me prejudicam sem motivo, muitos, os que
procuram destruir-me. Sou forçado a devolver o que não roubei.
6
Não se decepcionem por minha causa aqueles que esperam em ti, ó Senhor,
Senhor dos Exércitos! Não se frustrem por minha causa os que te buscam,
ó Deus de Israel!
13
Mas eu, Senhor, no tempo oportuno, elevo a ti minha oração;
responde-me, por teu grande amor, ó Deus, com a tua salvação infalível!
15 Não permitas que as correntezas me arrastem, nem que as profundezas me engulam, nem que a cova feche sobre mim a sua boca!
20
A zombaria partiu-me o coração; estou em desespero! Supliquei por
socorro, nada recebi, por consoladores, e a ninguém encontrei.
Eclesiástico 30 22-27 - Cultivar a Alegria
Pensamentos de Eclesiástico 30 22-27 - Cultivar a Alegria
Não
entregues tua alma à tristeza, não atormentes a ti mesmo em teus
pensamentos. A alegria do coração é a vida do homem, e um inesgotável
tesouro de santidade. A alegria do homem torna mais longa a sua vida.
Tem compaixão de tua alma, torna-te agradável a Deus, e sê firme;
concentra teu coração na santidade, e afasta a tristeza para longe de
ti, pois a tristeza matou a muitos, e não há nela utilidade alguma. A
inveja e a ira abreviam os dias, e a inquietação acarreta a velhice
antes do tempo. Um coração bondoso e nobre banqueteia-se continuamente,
pois seus banquetes são preparados com solicitude.
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
terça-feira, 26 de agosto de 2014
O Amor vence o ódio
O ódio da candidata Marina Silva por não ter sido escolhida pelo presidente Lula traz para a Política o que há pior no país. A sombra negra dessa mulher já resultou na perda da vida de Eduardo Campos e vai vitimar mais gente entre os que lhe servem de escada. Desde o início dos tempos o Amor vence a batalha contra o ódio, e desta vez não será diferente. A alegria do coração das pessoas positivas vai continuar transformando o Brasil para melhor e cada vez mais um país para todos.
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
terça-feira, 29 de julho de 2014
Auxiliar de escola cria colete que ajuda menino com paralisia cerebral
Esta matéria foi divulgada originalmente pela Folha de São Paulo.
(http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/07/1492632-auxiliar-de-escola-no-rs-cria-colete-que-ajuda-menino-com-paralisia-cerebral.shtml)
| Divulgação | ||
| Sabrina Minhos brinca com Lucas em escola de Esteio (RS) |
*
...Depoimento aPAULA SPERB
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Há 14 meses eu trabalho com o Lucas. Minha função é mantê-lo limpinho, já que ele usa fraldas. Também tenho que alimentá-lo, porque ele não consegue segurar os talheres. Transporto ele de uma atividade a outra da escola.
Essas seriam as minhas funções, mas eu tinha um desejo maior. O olho dele brilha convidando para levá-lo à brincadeira. Ele é um menino feliz. Não existe tempo ruim para ele, só tempo bom. A situação dele me comove.
Cheguei à escola em junho de 2013. Ele era o menino que ficava sentadinho cheio de almofadas porque caía para os lados.
Eu ficava frustrada porque ele tem uma mente perfeita. É uma mente sã em um corpo que não responde.
Em uma reunião de formação do Centro de Educação Inclusiva (Cemei), falei que se eu pudesse arrancaria minhas pernas para ele poder caminhar.
Eu não sou pedagoga, sou técnica em hidrologia e tenho um contrato emergencial. A coordenadora me explicou que eu não podia pensar assim porque me frustraria muito. Ela tinha razão, e decidi fazer alguma coisa.
No começo, de tanto carregá-lo, tinha que tomar remédio para dor na coluna. Não conseguia deixá-lo de fora das brincadeiras.
Pensei: "Tem que existir um colete onde meu corpo sirva como um poste para ele ficar de pé".
Eu falava e todos me olhavam com cara de interrogação, mas eu sabia o que queria. Pesquisei na internet e não encontrei nada.
Nas férias, fiz dois protótipos. O macacão atual é o terceiro, com total aprovação da fisioterapeuta dele.
Não queria que ele ficasse preso nas minhas pernas porque ele tem habilidade para dar passos, só não se equilibra. Queria que o colete tivesse ganchos para adaptá-lo ao balanço, ao escorregador.
Não podia ficar molinho como uma roupa, ele tinha que se sentir seguro. Tem baixo custo: usei plástico de embalagem de detergente para os filamentos das costas.
Eu que costurei, sou costureira de formação. O jeans foi doado à escolinha para fazermos almofadas. É um tecido para decoração que ganhamos do pai de um aluno.
REGULAGENS
O macacão tem regulagens, assim ele pode ficar de pé ou sentado na mesinha para comer com os colegas.
Quando a turminha vai pintar, fazer colagem, ele se senta junto, sem a cadeira de rodas, totalmente incluído.
Desde o começo, o Lucas já adquiriu firmeza de pernas, de coluna. O desejo de brincar era intenso. Ele esticava as mãos pedindo para ver as crianças de pé, ficar no pátio, enlouquecia quando via a bola. Agora ele joga futebol.
O Lucas ama abraçar os colegas dele, de pé. Segura as mãozinhas deles quando brincamos de roda.
Não se trata só de caminhar. Quero incluí-lo na brincadeira. Um dia ele vai caminhar sozinho, eu acredito. Mas ele nunca mais vai ter cinco anos, estar na escolinha. Quero que ele aproveite esse momento de ser criança.
Eu nem imaginei que teria uma repercussão tão grande. Não fiz o macacão para comercializar, fiz para incluir.
Já estou recebendo ligações de mães e avós. É uma alegria poder pensar que vou ajudar outras crianças a ver o mundo da perspectiva do Lucas, de pé, com os objetos na altura delas.
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