Fonte: Site Inovação Tecnológica - 28/11/2013
Em lugar das hélices, o robô-arqueólogo usa barbatanas para imitar a locomoção das tartarugas. [Imagem: TUT]
Robô-tartaruga
Os criadores deste robô afirmam ter-se inspirado no princípio de locomoção das tartarugas, embora tenham lhe dado o nome de U-Cat.
A intenção foi construir um robô de pequeno porte e totalmente manobrável, para que ele possa entrar no interior de embarcações naufragadas.
O robô leva uma câmera, e as imagens de vídeo podem ser usadas para reconstruir o ambiente virtualmente, permitindo a identificação de objetos e o planejamento de missões de mergulhadores.
Para que as imagens não sejam prejudicadas, foi necessário pensar também em causar a mínima turbulência, para que o robô submarino não cause a suspensão de partículas na água.
"Os robôs submarinos convencionais usam hélices para propulsão. Os propulsores tipo barbatana do U-Cat podem dirigir o robô em todas as direções sem perturbar a água e levantando lodo do piso, o que diminuiria a visibilidade dentro dos restos do naufrágio," disse Taavi Salumae, da Universidade de Tecnologia Tallinn, na Estônia.
Robôs biomiméticos
A intenção foi construir um robô de pequeno porte e totalmente manobrável. [Imagem: TUT]
Existem inúmeros tipos de robôs submarinos, usados em pesquisas científicas, na exploração petrolífera e na instalação e inspeção de cabos submarinos de telecomunicações.
Mas todos são grandes demais para explorar o interior de navios naufragados. E enviar mergulhadores nem sempre é viável, sobretudo pelo risco de entrar em embarcações que podem estar há mais de um século no fundo do mar.
Este é o nicho que o robô-tartaruga pretende ocupar.
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