Autor: Necio de Abreu, administrador da Caixinha (1964-2010)
Eram só dissabores
As prestações que eu tinha
Hoje, tudo são flores
Eu só devo à Caixinha
Já dizia Hélio Beltrão:
Nada de burocracia
Acabe com a prestação
A Caixinha financia
No início, 10 mil
Parecia tão distante
Hoje em dia, 100 mil
A Caixinha lhe garante
Tudo que a gente faz
Quer ter sucesso e é certo
A Caixinha satisfaz
E você, dela tão perto
Tem muita gente que diz
Amor com Amor se paga
Pague este juro feliz
E a inflação se esmaga
Adão falou para Eva
Num momento de ternura
Do mundo nada se leva
Mas a Caixinha perdura!
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