Mostrando postagens com marcador Comando Vermelho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comando Vermelho. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Para proteger o Crime Organizado, a velha imprensa apoia políticos da 'bancada do crime', que sabotam as iniciativas do Governo Lula. Depois é só culpar Lula

A mídia protege o crime organizado e os seus representantes nos Governos dos Estados e no Congresso Nacional, enquanto põe a culpa no Governo Lula, que tenta negociar uma Política de Combate ao Crime Organizado mas não tem sucesso porque os Deputados Federais, Senadores e parte dos Governadores são aliados ou fazem parte da "Bancada do Crime". Veja o que a Inteligência Artificial (IA) diz a respeito:

(Prompt) Quais as tentativas do Governo Lula de implantar uma política nacional de combate ao crime organizado e que foram rejeitadas por governadores e congressistas de extrema direita?

(Resposta da IA): A principal e mais expressiva tentativa do governo Lula de implantar uma política nacional de combate ao crime organizado que enfrentou forte rejeição e bloqueios de governadores e parlamentares foi a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.Embora o texto da PEC tenha conseguido avançar e ser aprovado na Câmara dos Deputados no início de 2026 após intensas negociações, a estratégia original e o andamento geral das medidas nacionais de combate às facções sofreram severas resistências de gestores estaduais e do Congresso Nacional.As principais propostas que enfrentaram oposição e os motivos dos impasses incluem:1. A PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025)Apresentada originalmente pelo Ministério da Justiça sob o comando de Ricardo Lewandowski, a proposta pretendia constitucionalizar o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) e dar mais poder de coordenação à União.O que foi rejeitado/criticado: O plano inicial previa expandir o papel da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), além de unificar e padronizar dados, boletins de ocorrência e certidões de antecedentes criminais em todo o país.A reação dos governadores: Gestores das regiões Sul e Sudeste (reunidos no Cosud), além de governadores de oposição como Ronaldo Caiado (GO) e Tarcísio de Freitas (SP), manifestaram dura oposição, assinando documentos como a Carta de Florianópolis. Eles argumentaram que a medida representava uma tentativa de centralização de poder em Brasília e violava o pacto federativo ao retirar a autonomia dos estados sobre suas próprias forças policiais.A reação no Congresso: No Senado Federal, o projeto enfrentou forte boicote e ficou travado por meses em comissões (como o gabinete do senador Davi Alcolumbre). Parlamentares da oposição e da "bancada da bala" resistiram ao avanço da pauta por divergências ideológicas e disputas sobre o papel ideal do governo federal na área. O presidente Lula, inclusive, condicionou a criação de um Ministério da Segurança Pública exclusivo ao destravamento e aprovação final dessa PEC pelo Senado.2. O Projeto de Lei AntifacçãoOutra medida de forte apelo nacional enviada pelo Executivo federal buscou estabelecer punições mais rigorosas e criar um marco legal contra o crime organizado (projeto que posteriormente gerou o Marco Legal sancionado em 2026).O impasse no Congresso: Durante a tramitação da proposta antifacção, parlamentares de oposição modificaram substancialmente a essência do texto original do governo. O relator do projeto na comissão, Guilherme Derrite (licenciado da Secretaria de Segurança de SP), incluiu as facções criminosas na Lei Antiterrorismo. Essa manobra foi rechaçada por governistas e pelo próprio PT, que classificaram a alteração como um "furto político" e um endurecimento que desvirtuava a estratégia inicial do governo federal.3. Decretos e Medidas Administrativas de ControleAlém de propostas constitucionais, a oposição no Congresso Nacional articulou dezenas de Projetos de Decreto Legislativo (PDLs) com o objetivo explícito de sustar e anular decretos do governo Lula ligados à segurança pública. Parlamentares e governadores conservadores rejeitaram e tentaram derrubar diretrizes federais focadas em:Restrições e novas regras de controle ao acesso de armas de fogo e munições.Políticas e recomendações federais voltadas ao uso obrigatório de câmeras nas fardas de policiais estaduais.Diante do cenário de boicote político e da lentidão para aprovar reformas estruturais no Congresso, o governo federal mudou de estratégia em maio de 2026, editando decretos diretos e portarias para lançar o programa institucional "Brasil Contra o Crime Organizado". Esse novo plano focou na asfixia financeira e na inteligência penitenciária sem alterar as atribuições das polícias estaduais, servindo como uma alternativa política para driblar as resistências federativas anteriores.