sábado, 31 de dezembro de 2011

Seleção Google: Feliz Ano Novo! Bem-Vindo, 2012!

Adeus e Obrigado, 2011!


Bem-Vindo 2012!


quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Tradener é autorizada a exportar energia elétrica para o Uruguai

A comercializadora de energia Tradener, de Curitiba, foi autorizada pelo Ministério de Minas e Energia a exportar energia elétrica ao mercado do Uruguai durante o ano de 2012. Serão até 72 MW através da Estação Conversora de Frequência de Rivera, que se conecta ao sistema interligado brasileiro na subestação de Livramento, no Rio Grande do Sul. Mais uma vez a empresa paranaense foi contratada para esse fim pela estatal uruguaia Administración Nacional de Usinas y Trasmisiones Eléctricas - UTE, para quem já presta serviços de exportação desde 2006.

A Portaria MME 687/11, publicada nesta quarta-feira (28) no Diário Oficial da União, operacionaliza o Memorando de Entendimento sobre Intercâmbio de Energia Elétrica que foi celebrado no dia 21 deste mês entre o Ministério de Minas e Energia do Brasil e o Ministério de Indústria, Energia e Mineração do Uruguai, para atendimento das necessidades daquele país, que ora passa por uma seca e a consequente diminuição da geração de suas usinas hidráulicas.

O início do suprimento está previsto para 1º de janeiro próximo, podendo se estender até 31 de dezembro de 2012. O presidente da Tradener, Walfrido Avila, destaca que "é uma importante colaboração do Brasil com o país vizinho e sem nenhum ônus para o mercado nacional, pois assim como nos anos anteriores, a energia elétrica a ser exportada terá origem em geração térmica disponível e somente ocorrerá se não houver necessidade dessa mesma energia para a segurança eletro-energética do sistema brasileiro, conforme definiu o Operador Nacional do Sistema - ONS."

Sobre a Tradener
 
A Tradener Comercialização de Energia é uma empresa paranaense com 13 anos de atuação. Ela foi pioneira no Brasil ao negociar, em 1999, o primeiro contrato no mercado livre de energia. Foi também a primeira comercializadora autorizada pela ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica a oferecer a seus clientes soluções para compra, venda e gestão de energia elétrica, atuando também no desenvolvimento de novos projetos de geração, bem como de importação e exportação.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Bairros da Cidade Sorriso se inspiram em Londres e NY

Animado evento social em Fazenda Rio Grande SoHo

Inspirados nas metrópoles mundiais e na iniciativa da Associação dos Comerciantes da Região da Praça Espanha, em Curitiba, importantes lideranças do município de Fazenda Rio Grande estão empenhadas na criação de um circuito de gastronomia, compras, serviços, lazer e esportes nas cavas da região a ser batizado de Fazenda Rio Grande SoHo.

A iniciativa dos fazenda-riograndenses acabou por animar também moradores de prestigiosos bairros da capital curitibana, que já referem suas regiões como Sítio Cercado SoHo, Vila Biscaia SoHo, Lindóia SoHo, Fazendinha SoHo, entre outros.

O próximo passo dos orgulhosos “vileiros” será reivindicar aos candidatos a prefeito nas eleições de 2012 o compromisso de tornar oficial a nova nomenclatura dos bairros e substituir todas as placas de ruas. Essa medida é essencial para os Correios e prestadores de serviços públicos aceitarem as novas denominações nos endereços.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Isso é o que se chama levar a vida no fio da espada

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Papai Noel reservou um presente especial para as esposas obedientes

Se você foi uma esposa dedicada e obediente ao seu varão durante o ano que está se encerrando, então aceite os parabéns do Carequinha e fique tranquila, porque Papai Noel preparou algo especial para o seu Natal: uma maravilhosa Vassoura Elétrica Giratória nas cores rosa, bordô e azul.

Você nunca mais se sentirá inferiorizada diante de mulheres sem marido que portam LapTops como símbolo de vulgaridade e insubmissão ao poder masculino. Voando de cômodo para cômodo, o serviço fica pronto num piscar de olhos e ainda sobra tempo para você assistir sua novela favorita. Bem-vinda à era da Mecatrônica, Rainha do Lar! Assuma o comando da sua VEG (Vassoura Elétrica Giratória) e experimente o prazer de ter sempre o Lar limpinho para receber o marido.

Agora uma dica: para garantir seu presente, imprima essa página e espalhe estrategicamente por locais que seu marido costuma freqüentar, como o bar, a tabbacaria, o ap. da secretária, a casa de massagens, para servir de sugestão a ele.

E tenha um Feliz 2012 com sua nova VEG!

Não "perdam"
Leiam nos comentários a reação de uma mulher sem marido, portanto, infeliz.

A Privataria Tucana chega às telas de todo o Universo

A Privataria Tucana virou filme e revela todo o desespero de José Serra com o fracasso da sua tentativa de esconder as denúncias de pagamento de propina a sua filha, seu genro e seu primo, por alguns dos felizardos ganhadores das telefônicas trocadas por moeda podre, vale-transporte e ticket alimentação pelo foragido da Interpol, Fernando Henrique Cardosão, mundialmente conhecido pela alcuna de "boca-de-sovaco". A imprensa que leva "bola" dos governos comandados pelo Demo/PSDB fez silêncio sobre as denúncias para esconder a corrupção dos seus aliados, mas os "blogs sujos" expuseram toda a bandalheira sem dó nem piedade. Eita, coração de pedra, o desses "blogueiros sujos"! Divirta-se com o vídeo a seguir. Afinal, o bom humor move o mundo!

Ah, copiado do imperdível Blog Cloaca News (http://cloacanews.blogspot.com/).  


A Privataria Tucana - O Filme from Cloaca News on Vimeo.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Um pouco de música de zona pra quem "apreceia"

Quando a saudade aperta



A Boate Azul



De Igual pra Igual



Idas e Voltas



Dois Corações e uma História






quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Morrer e voltar da morte - Para onde vai a consciência?

Fundação britânica estuda a “experiência de quase-morte”, baseada em relatos de pessoas que sofreram morte clínica e voltaram à vida

14 de Dezembro de 2011 às 00:16

O maior estudo já realizado sobre ocorrências nas quais pessoas com morte clínica alegam sair do corpo e ver o que acontece ao redor está sendo desenvolvido na Inglaterra pela Horizon Research Foundation (fundação britânica baseada no Hospital Geral de Southampton). A pesquisa conta com a colaboração de outros grandes hospitais da Grã-Bretanha e também dos Estados Unidos e Canadá. As informações colhidas podem revolucionar nosso conhecimento sobre o tema.



Embora o pensamento científico dominante continue a menosprezar as experiências de saída do corpo descritas por pessoas que têm morte clínica mas conseguem voltar à vida, casos do gênero continuam a ocorrer nos mais variados cantos do mundo. A Horizon Research possui milhares de relatos desse tipo, alguns dos quais poderão ser lidos no site da fundação. Tais relatos apresentam muitas características comuns, não importa a latitude, a época, o idioma ou a cultura do indivíduo: flutuar sobre o próprio corpo, viajar por um longo túnel, ver uma luz branca e brilhante. O que acontece à nossa consciência quando morremos?

A mudança de expectativa advém exatamente da abertura dos pesquisadores em termos de trabalhar hipóteses fora do padrão esperado pela ciência tradicional. Para os representantes desta última, tudo teria de ser reduzido a detalhes fisiológicos, como um distúrbio do sono ou perturbações na parte do cérebro ligada à coordenação ou, simplesmente, ser fruto da imaginação da pessoa enquanto ela passa por manobras de ressuscitamento. Livre dessa camisa-de-força teórica, o grupo de pesquisadores programou-se para estudar até o final de 2011 mais de 1.500 pacientes de paradas cardíacas a fim de verificar se pessoas nesse estado - que não registram batimentos cardíacos e atividade cerebral - podem realmente passar por experiências fora do corpo.

A experiência, denominada Consciência Durante o Ressuscitamento (Aware, na sigla em inglês), corresponde à ampliação de um esquema piloto conduzido pelo Projeto da Consciência Humana, da Universidade de Southampton (Grã-Bretanha), especializado no estudo do cérebro, da consciência e da morte entre os humanos. A iniciativa - a primeira em grande escala do Projeto de Consciência Humana - envolve mais de 25 centros médicos de primeira linha nos Estados Unidos, Canadá e Grã-Bretanha. Só em 2011, cerca de 15 mil pacientes com sintomas de parada cardíaca foram ou serão levados a esses hospitais. Cerca de 1.500 deles foram ou serão ressuscitados, e desses é provável que centenas afirmarão ter passado por algum tipo de experiência fora do corpo quando estavam clinicamente mortos.

Na Aware, os pesquisadores usam os mais modernos recursos tecnológicos para estudar o cérebro e a consciência durante os casos de parada cardíaca. Eles também verificam a validade das experiências fora do corpo e as afirmações de que pessoas nesse estado conseguem ver e ouvir. Para tanto, recorrem a imagens geradas aleatoriamente que só são visíveis para quem as olhar do teto. Os locais escolhidos para exibir essas imagens estão nas áreas onde os ataques cardíacos ocorrem mais frequentemente nos hospitais, como as unidades de terapia intensiva e pronto-socorro.

“Se conseguirmos uma série de 200 ou 300 pessoas que estiverem clinicamente mortas e ainda assim forem capazes de voltar e nos contar o que nós, médicos e enfermeiros, estávamos fazendo e o que viram a partir de alguma posição fora do corpo, isso confirmará que a consciência realmente estava em ação, mesmo que o cérebro não estivesse funcionando", afirma o cientista britânico Sam Parnia. Essa confirmação revolucionaria os conceitos científicos sobre a mente humana.

Na opinião de Parnia - pesquisador do Weill Cornell Medical Center, de Nova York, e de diversos hospitais britânicos, diretor do Projeto da Consciência Humana e um dos maiores especialistas em experiências de quase-morte (EQM) -, a pesquisa vai ajudar a desfazer a noção de que a morte é um evento isolado, como imaginam os cientistas mais ortodoxos. “A morte não é um momento específico”, ele disse por ocasião do lançamento do Aware. “É um processo que começa quando o coração para de bater, os pulmões param de trabalhar e o cérebro para de funcionar - uma condição médica chamada parada cardíaca, que, a partir de um ponto de vista biológico, é sinônimo de morte clínica. Segue-se, então, um intervalo, que pode durar de poucos segundos até uma hora ou mais, no qual os esforços médicos de emergência podem ter sucesso em reanimar o coração e reverter o processo de morte. O que as pessoas experimentam durante esse período de parada cardíaca proporciona uma janela de compreensão única a respeito do que todos nós provavelmente experimentamos durante o processo de morte."

Mesmo restringindo o assunto a problemas orgânicos ou falsas lembranças, que o cérebro sonha durante as manobras de ressuscitamento, a ciência tradicional admite que entre 10% e 20% das pessoas que sofrem parada cardíaca e morte clínica relatam processos de pensamento lúcido, capacidade de raciocínio, memória e até recordações detalhadas de eventos. A experiência Aware pode ajudar a explicar como os pacientes conseguiram descrever em minúcias o que estava lhes acontecendo enquanto se encontravam tecnicamente na condição de morte cerebral. “O estudo almeja estabelecer esse debate de uma vez por todas”, disse Parnia. “Pode ser que as experiências fora do corpo não passem de falsas memórias, mas, até que isso esteja cientificamente testado, não podemos dizê-lo ao certo.”

OUTRAS INFORMAÇÕES

What Happens When We Die, Sam Parnia. Site: Horizon Research Foundation.
http://www.brasil247.com.br/pt/247/revista_oasis/28975/Morrer-e-voltar-d...
VÍDEO: A CIÊNCIA TRADICIONAL ADMITE QUE ENTRE 10% E 20% DAS PESSOAS QUE SOFREM PARADA CARDÍACA E MORTE CLÍNICA RELATAM PROCESSOS DE PENSAMENTO LÚCIDO E ATÉ DE RECORDAÇÃO DETALHADA DE EVENTOS

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Quem não noticia é porque é sócio da corrupção demo/tucana na privatização das teles

Folha, Veja, Globo, Estadão, CBN, Época censuraram a notícia para proteger os corruptos do Demo/PSDB. Mas ...
Heródoto Barbeiro deu

 
Bob Fernandes deu

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Duas horas e meia de provas sobre a corrupção do Governo FHC e de José Serra nas privatizações. Denúncias de fazer estátua corar. E é só o começo.

Essa longa entrevista dos blogueiros "sujos" com o jornalista Amaury Ribeiro Jr. foi realizada no dia 10 de dezembro, no lançamento do livro "A Privataria Tucana", a mais completa prova do pagamento de propina a membros do Governo FHC durante o processo de cartas marcadas que foi a venda das estatais brasileiras (a venda das estatais livrou o povo brasileiro de uma casta de funcionários incompetentes, inoperantes e sugadores, mas isto não justifica a corrupção Tucana e Demo).

O livro chegou às livrarias na sexta-feira, 9, e vendeu 15 mil exemplares num único dia. As provas da corrupção envolvendo o ex-ministro e ex-governador José Serra e seus familiares, além do sempre presente banqueiro Daniel Dantas, causaram intensa repercussão na blogosfera, reação exatamente oposta à da grande mídia, que ignorou o lançamento.

Para tentar desqualificar o trabalho de Amaury Ribeiro Jr. (ganhador de mais de 50 Prêmios em Jornalismo, entre os quais três Prêmios Esso), a revista Veja tratou logo de inventar uma capa tentando culpar supostos petistas aloprados pelo que ficou conhecido como o Mensalão do PSDB, origem do Mensalão de José Dirceu. Também pudera, uma das graves denúncias do jornalista é exatamente sobre as isenções fiscais estaduais dadas às montadoras de veículos pelos governos demos/tucanos para repassar indiretamente dinheiro público à imprensa, por meio de anúncios e mais anúncios de veículos.

Quem ainda não percebeu, passe a contabilizar quantas páginas coloridas os jornais e as revistas têm trazido com propagandas de carros e caminhonetes!! E as TVs e rádios, já perceberam como proliferam ali as propagandas caríssimas de veículos de todas as marcas? Pois, segundo descobriu o jornalista investigativo Amaury Ribeiro Jr., foi essa a manobra que os governadores Tucanos/Demos inventaram para comprar elogios da mídia chapa branca com dinheiro público. O dinheiro do seu imposto, caro contribuinte! - sendo bem objetivo.  

Mais informações: http://bloggeracaoeditorial.com/2011/12/09/a-privataria-tucana-do-jornalista-...

Entrevista bomba atômica: Amaury Jr. conta o que levantou da roubalheira tucana nas privatizações

Parte I



Parte II

Seleção Google - 84º ano do nascimento do físico Robert Noyce, criador do microchip

Enquanto realizava pesquisas com silício, Norty criou uma estrutua intergrada de circuitos elétricos e transistores, o circuito integrado, o que possibilitou a popularização dos computadores pessoais.
Apelidado carinhosamente  de "o prefeito do Vale do Silício", por ter supostamente dado o nome à região em que diversas empresas  de tecnologia de alcance mundial se encontram atualmente, Noyce morreu em 1990, aos 60 anos. 
No ano seguinte, foi criada a Fundação Noyce foi se dedica a melhorar a educação pública em matemática e ciências.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Capa que a Veja não vai dar: A Privataria Tucana. O maior escândalo de corrupção do Brasil, do Mundo, da Galáxia, quiça do Universo!

Prepare-se, leitor, porque este, infelizmente, não é um livro qualquer. A PRIVATARIA TUCANA nos traz, de maneira chocante e até decepcionante, a dura realidade dos bastidores da política e do empresariado brasileiro, em conluio para roubar dinheiro público. Faz uma denúncia vigorosa do que foi a chamada Era das Privatizações, instaurada pelo governo de Fernando Henrique Cardoso e por seu então Ministro do Planejamento, José Serra. Nomes imprevistos, até agora blindados pela aura da honestidade, surgirão manchados pela imprevista descoberta de seus malfeitos.

Amaury Ribeiro Jr. faz um trabalho investigativo que começa de maneira assustadora, quando leva um tiro ao fazer reportagem sobre o narcotráfico e assassinato de adolescentes, na periferia de Brasília. Depois do trauma sofrido, refugia-se em Minas e começa a investigar uma rede de espionagem estimulada pelo ex-governador paulista José Serra, para desacreditar seu rival no PSDB, o ex-governador mineiro Aécio Neves. Ao puxar o fio da meada, mergulha num novelo de proporções espantosas.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

João Andante X João Pedante

Do IG/SP


A inglesa Diageo, gigante do setor de bebidas e fabricante do uísque Johnnie Walker, quer tirar do mercado um primo pobre inconveniente, nascido em Minas Gerais: a cachaça João Andante. Criada por quatro amigos no último ano do ensino médio, em 2003, a pinga mineira vende cerca de 200 garrafas por mês no boca a boca e pela internet. Ainda assim, a Diageo entende que a marca – tradução meio manca de Johnnie Walker –, é plágio de uma de suas principais bebidas.

A gigante inglesa solicitou ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) que anule o registro concedido em fevereiro deste ano a João Andante, sua nova “rival”. A disputa com a multinacional tem tudo para ser mais um capítulo quixotesco na história dessa pinga mineira. Idealizada por inspiração de aulas de empreendedorismo, até hoje o negócio é um hobby para os donos, que usam o produto como cartão de visita profissional e social. Como para barganhar uma hora na agenda de um publicitário ocupado de são Paulo ou pedir o abono de uma falta na faculdade.

Nos primórdios da João Andante, o grupo que hoje está na casa dos 25 anos de idade, era tão amador que chegou a pensar em buscar a primeira encomenda, de três mil embalagens, com uma Blazer. Choveu e desistiram. Contrataram um caminhão para trazer tudo. Foi sorte. Quando a carga chegou, descobriram que eram 60 fardos. “Na Blazer caberiam só dois. Tivemos que alugar um galpão para armazenar”, diz Gabriel Silva, sócio responsável pela ideia da marca.

Presidente Bernardes, onde a João Andante é fabricada
Não à toa, quando recebeu o primeiro comunicado da Diageo, em fevereiro, o empresário e seus sócios ficaram paralisados. Não sabiam nem quem era aquela companhia, que mandava retirar a marca do mercado em cinco dias, tudo escrito em juridiquez. “Mas não dava nem para ficar com raiva. O texto dizia que fabricavam Johnnie Walker, Guinnes, Smirnoff e mais um monte de coisas”, lembra Silva. “Se fossemos ficar bravos com a companhia, íamos ter que parar de beber”, conta.

Passado o susto, chegaram à conclusão de que não haviam feito nada de errado. E encontraram um escritório especializado em propriedade intelectual, que aceitou o caso. “Nos disseram que, de cerca de seis mil contestações do tipo feitas por ano, o INPI acata pouco mais de duzentas”, afirma. Os planos agora são seguir em frente

Jeca Tatu, Don Quixote e Picasso


Em sua defesa, os fabricantes da João Andante dizem que, apesar do nome e do logo, um andarilho maltrapilho, toda a conceituação da marca da cachaça teve inspiração diferente. Na definição de Silva, João Andante é uma mistura de Jeca Tatu, Don Quixote e Picasso. Tudo misturado em bate-papos informais e reuniões do grupo com uma empresa júnior da Universidade Federal de Minas Gerais, em meados da década passada.

Foto: Getty Images  
Fabricantes da João Andante não sabiam que a Diageo era a fabricante do Johnny Walker quando receberam notificação judicial
Na comparação dos logos,dizem os empresários, enquanto Jonnie Walker veste fraque, cartola e carrega uma bengala, João Andante usa chapéu, bota sete léguas e leva sobre o ombro um galho com uma trouxa de roupas amarrada na ponta. Na postura, Johnnie é altivo. João anda curvado, de capim na boca.
Para eles, os dois personagens tampouco freqüentam os mesmos ambientes. Johnnie Walker é encontrado em supermercados, lojas de bebidas e free shops ao redor do mundo, João Andante só se compra pela internet ou pessoalmente. Para terminar, ao invés do lustre de milhões em investimentos em marketing, os mineiros investem é na divulgação da pinga em mídias sociais, como Twitter, Facebook, e no site na internet. No máximo uma feira de cachaças.

A Diageo, porém, entende a coisa de outra forma. A petição de nulidade do registro da marca faz referência a sites nos quais o personagem João Andante é descrito como “um primo do interior de Johnnie Walker, que imigrou para o Brasil durante a I Guerra” e, ao invés de uísque, resolveu fabricar cachaça. E que a pinga mineira espera roubar clientes do uísque, ficando a sua sombra.

O veredicto, quem vai dar, é o INPI. Até agora, porém, ao invés de conseguir o que queria, o que a Diageo fez foi jogar lenha na fogueira ao promover a João Andante indiretamente, em um momento em que a empresa se prepara para dar um salto na produção.
Na segunda-feira, por exemplo, o pedido de nulidade do registro da marca foi tema de uma longa matéria no jornal Estado de Minas. No ano que vêm, ao invés de 200 garrafas para vender por mês, os fabricantes da cachaça já reservaram com produtores do interior de Minas quatro mil delas. E visibilidade gratuita das noticias deve contribuir para elevar a expectativa mensal de vendas inicial, de 550 garrafas por mês.


Foto: Divulgação
Cerca de 200 garrafas da cachaça Joao Andante são vendidas mensalmente

O volume eqüivale provavelmente ao consumo de Johnnie Walter em meia dúzia de animados bailes de formatura. Não faz nem cócegas na Diageo, dona de um faturamento anual equivalente a cerca de R$ 28 bilhões. Mas será suficiente para garantir a João Andante, cuja garrafa é vendida a R$ 40 reais, receita potencial de quase R$ 2 milhões a partir do próximo ano. Como base de comparação, neste, a média foi de R$ 8 mil por mês, ou R$ 96 mil ao ano.
Segundo o INPI, o pedido está em análise e não há previsão de quando sairá uma resposta definitiva. Até que isso aconteça, a marca está valendo. “A briga ainda é entre a Diageo é com o INPI”, diz Silva. “Se o INPI achar que estava errado ao nos dar o registro, aí sim vamos ver o que a gente faz”, diz o empresário, que assim como os outros sócios, tem outro emprego para viver. Uma solução, é certo, será beber o estoque.

Seleção Google - 125 anos do nascimento de Diego Rivera

Diego Rivera, de nome completo Diego María de la Concepción Juan Nepomuceno Estanislao de la Rivera (Guanajuato, 8 de dezembro de 1886 - San Ángel, 24 de novembro de 1957), de origem judaica, foi um dos maiores pintores mexicanos.
Diego Rivera estudou na Academia de Bellas Artes de San Carlos, na Cidade do México, partindo para a Europa, beneficiado por uma bolsa de estudo, onde ficou de 1907 até 1921. Esta experiência enriqueceu-o muito em termos artísticos, pois teve contacto com vários pintores da época, como Pablo Picasso, Salvador Dalí, Juan Miró e o arquiteto catalão Antoni Gaudí, que influenciaram a sua obra.

Começou a trabalhar num ateliê em Madri, Espanha. Nessa época conhece sua primeira esposa: a pintora russa Angelina Beloff. Com ela, Diego teve um filho. Logo depois, ela falece.

Juntamente com José Clemente Orozco e David Siqueiros criou o movimento muralista muralístico mexicano. Eles acreditavam que só mesmo o mural poderia redimir artisticamente um povo que esquecera a grandeza de sua civilização pré-colombiana durante séculos de opressão estrangeira e de espoliação por parte das oligarquias nacionais, culturalmente voltadas para a metrópole espanhola.

Assim como os outros muralistas, considerava a pintura de cavalete burguesa, pois na maior parte dos casos as telas ficavam confinadas em coleções particulares.

Ao longo de sua vida, criou mais de 2 mil quadros, 5 mil desenhos e cerca de 4 mil metros quadrados de pintura mural. iniciou uma fase de gigantescos murais que contavam a historia politica e social do México, mostrando a vida e o trabalho do povo mexicano, seus heróis, a terra, as lutas contra as injustiças, as inspirações e aspirações. Em 1929 casou-se com a pintora mexicana Frida Kahlo,a qual pesquisadores com base na autópsia de Frida acreditam ter sido envenenada por uma das amantes de Diego Rivera. Foi pai de 6 filhos que teve com a irmã de sua esposa, Cristina, que foi amante dele muitos anos. Engravidou Frida diversas vezes mais por conta de um acidente que ela sofreu sempre perdia os bebês.

Em 1930 Rivera foi para os Estados Unidos onde permaneceu por 4 anos e lá também pintou vários murais.

Rivera era ateu. Seu mural Sonhos de um Domingo na Alameda retratava Ignacio Ramírez segurando um cartaz que dizia: "Deus não existe". Este trabalho causou um furor, mas Rivera se recusou a retirar a inscrição. A pintura não foi mostrada por 9 anos. Depois de Rivera concordar em retirar a inscrição, ele declarou: "Para afirmar" 'Deus não existe ', eu não tenho que me esconder atrás de Don Ignacio Ramírez, eu sou ateu e eu considero as religiões como uma forma de neurose coletiva ".

No dia 8 de dezembro de 2011, o Google fez uma homenagem comemorando o 125º aniversário de Diego Rivera[1].

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Mino Carta sobre Sócrates: "mais único do que é raro"

Sócrates Brasileiro: um herói nacional de fato!

De Mino Carta, revista Carta Capital

Sócrates, grande, impagável companheiro, mais único do que é raro.

Enquanto escrevo, tomo um copo de vinho, ele gostaria de saber, faz tempo escasso, um ou dois meses antes de morrer, tomamos juntos de uma garrafa aberta pela jovem apaixonada mulher, intrépida ao lado dele até o fim.

Vinham em Sócrates, na frente, antes de mais nada, o homem e o cidadão, o ser consciente até a medula, incapaz de evitar as implicações mais profundas da vida, inclusive as imponentes responsabilidades de figura pública. Era sua essência política, no sentido mais abrangente, mais completo. Mais vívido e vivido.

A excepcionalidade do talento no trato da redonda, na visão do jogo, na técnica e na tática, como diria Mario Morais, não se discutem, assumem, porém, uma dimensão além de rara, única, insisto na ideia, porque precedidas pela visão ampla, de longo alcance, da própria existência.

O doutor era também professor, e aos leitores de CartaCapital, a começar por este que escreve, ministrou aulas por muitos anos a fio da arte praticada como coube a poucos, e antes disso, de vida.

Sócrates já me faz falta imensa, e faz a todos nós.

Confira as duas últimas colunas de Sócrates para CartaCapital:
2014 verde e Alguns sonham, outros não. 

Alguns sonham, outros não


Sócrates, em coluna da Carta Capital

“Eu tenho um sonho.” Essa frase praticamente define a ação do grande líder Martin Luther King (o rei da causa negra, eu diria), que passou a vida lutando pela igualdade de direitos entre brancos e negros nos Estados Unidos, em um tempo que privilegiava o homem branco no transporte, nas escolas, na cidadania. Foi assassinado em 1968 exatamente por lutar pelas conquistas que ele ajudou a serem alcançadas. Com destemor e liderança, enfrentou os maiores obstáculos, insurgiu-se contra a guerra e a discriminação. Marcou época em um período de grandes transformações sociais.

O mesmo ano de 1968 ficou marcado pelas manifestações dos estudantes na Sorbonne parisiense, que ergueram barricadas em sua luta por mudanças. “Nós somos judeo-alemães”, era o grito que ecoava; queriam demonstrar que todos somos iguais, sejamos negros, sejamos árabes ou brancos. Esse era o slogan daquela juventude que lutava por liberdade, autonomia e independência. Provocaram muitas mudanças, colocaram de cabeça para baixo qualquer tradição ou vício social. Antes, as mulheres eram tratadas como menores e as opções sexuais como fantoches. Daniel Cohn-Bendit simbolizou aquele movimento. Dani,comotodos os outros, também tinha um sonho.

Ellen Sirleaf, a primeira mulher a ser eleita presidente da Libéria; Leymah Gbowee, também liberiana e que liderou a chamada greve de sexo de suas compatriotas; e Tawakul Karman, ativista iemenita, figura fundamental no país onde praticamente se iniciou a Primavera Árabe, que derrubou boa parte dos antigos regimes de várias nações árabes neste ano, foram agraciadas pelo Nobel da Paz de 2011 por suas lutas pelos direitos das mulheres africanas, pela paz e pela democracia. Essas fortes mulheres também têm um sonho.

Nelson Mandela lutou a vida toda contra o apartheid, termo que explicita a segregação racial então vigente na África do Sul, onde a população negra não possuía os mesmos direitos políticos, sociais e econômicos que a minoria branca. Por isso permaneceu preso durante 26 anos. Nelson é autor de frases definitivas como: “Sonho com o dia em que todas as pessoas se levantarão e compreenderão que foram feitos para viver como irmãos” ou “não há caminho fácil para a liberdade”. Ou ainda “a queda da opressão foi sancionada pela humanidade e é a maior aspiração de cada homem livre” e “uma boa cabeça e um bom coração formam uma formidável combinação”. Mandela até hoje corre atrás dos seus sonhos e aspirações de liberdade, igualdade e fraternidade entre os homens. Um belo exemplo de compromisso com seu povo e com a humanidade.

Entre os brasileiros também encontramos idealistas natos, como Luiz Carlos Prestes, que doou sua vida e até acompanhou a morte da mulher Olga, assassinada em um campo de concentração nazista, por uma causa onde a justiça e a igualdade eram os valores proeminentes. Ou Antonio Conselheiro, líder de Canudos, cuja guerra foi tão bem relatada por Euclides da Cunha em Os Sertões. Com a gente paupérrima e sofrida pela fome, seca e falta de perspectiva econômica e social, ele criou uma comunidade de pura sobrevivência e que foi esmagada pelo Exército brasileiro. Como se perigosos fossem. O único perigo,como sempre, era o do exemplo que poderiam dar a gente com os mesmos problemas. Eles também sonharam.

Inversamente, há poucos dias, o presidente da Fifa veio a público para dizer que não há racismo no futebol e que as agressões que ocorrem dentro de campo poderiam ser resolvidas com um simples aperto de mãos. Uma visão cega e fascista da realidade. Os negros estão expostos na sociedade ocidental desde sempre e isso não desapareceu. A reação foi imediata e o fez recuar, mas um pensamento não desaparece por causa do que provoca. Tentar esconder algo tão incrivelmente absurdo é de uma ingenuidade que um ser de 70 anos não tem o direito de possuir. Pior, utilizar análises simplistascomoessa, para encobrir a realidade daquilo que comanda, é pura perversão de caráter.

Nada mais endêmico (junto com a corrupção) entre aqueles que comandam o futebol. Certamente os negros de todo o planeta se sentiram agredidos, menos um: Pelé. Que de preto parece ter somente a cor da pele. Ele não só corroborou com a tese de Blatter como acrescentou outras bobagens nascidas de seu pseudointelecto. De uma coisa sabemos de há muito: Pelé jamais sonhou com o que quer que seja.

Grande Gil e o Lamento Sertanejo (Dominguinhos na sanfona)

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Manchetes inolvidáveis

Jornal Meia Hora, Rio de Janeiro, 02/11/2011

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Poeta Gog e Maria Rita: Brasil com P (de Puta que o Pariu!)

Seleção Google - 176 anos do nascimento de Mark Twain

O Google lembra nesta quarta-feira o escritor e jornalista americano Samuel Clemens, conhecido como Mark Twain, no dia que marca 176 anos de seu nascimento. No cabeçalho da página do buscador aparece um desenho de crianças pintando a palavra "Google" em um cercado, uma referência aos personagens infantis que povoavam os romances de Twain.
Com títulos como As Aventuras de Tom Sawyer, As Aventuras de Huckleberry Finn, e o O Príncipe e o Mendigo, o escritor (1835-1910) deixou um grande legado literário. Essas obras no currículo o fizeram ganhar o título de "pai da literatura americana", como definiu o também romancista americano William Faulkner em 1955.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

OAB usa campanha contra corrupção para dissimular

Nos anos 90, jovens argentinos abordavam motoristas parados nos sinais com a oferta de adesivos de uma campanha contra as drogas (Drogas: Tô fora). Quem recusava sob a alegação de ser usuário, recebia a seguinte recomendação: "então usa pra dissimular". A idéia era colar o adesivo no vidro do carro para enganar a Polícia, no caso de cair numa blitz.

Pois não é que a OAB está fazendo exatamente isso com as supostas campanhas contra a corrupção (?): dissimulando a condição de seus líderes como reis da mais grossa corrupção!!!!

Veja, a respeito, notícia do envolvimento dos cabeças da OAB em todo o tipo de falcatruas com o dinheiro público e atividades congêneres, divulgada no site Consultor Jurídico:

Outros membros da OAB já sofreram acusações

Por Camila Ribeiro de Mendonça
O presidente nacional da OAB, Ophir Cavalcante, foi acusado por dois advogados de receber licença remunerada indevida de R$ 20 mil mensais do Estado do Pará, conforme noticiado pelo jornal Folha de S. Paulo. A ação civil pública foi proposta na semana passada em meio a uma crise entre a OAB nacional e a seccional do Pará, que está sob intervenção. Ophir Cavalcante afirma que é legal a licença remunerada que recebe como procurador do Estado do Pará.
Segundo os advogados, Ophir Cavalcante, que é paraense, está em licença remunerada do Estado há 13 anos, o que não seria permitido pela legislação estadual, mas advoga para clientes privados e empresas estatais. Eles querem que Cavalcante devolva ao Estado os benefícios acumulados, que somariam cerca de R$ 1,5 milhão.
Não é a primeira vez que um membro da OAB é acusado de receber salário sem trabalhar. Em outubro de 2009, conforme noticiado pela ConJur, o presidente da OAB do Rio Grande do Sul, Claudio Lamachia, também foi alvo de acusações do então diretor jurídico do Banco do Brasil, que disse que o dirigente da seccional recebia salário da instituição bancária sem trabalhar. Já Lamachia atestou seu direito a licença remunerada. Afirmou que os ataques “injustos e inverídicos” poderiam ser justificados pela proximidade das eleições da OAB na época. O presidente da seccional gaúcha diz, ainda, que o diretor jurídico do Banco do Brasil foi afastado.
A acusação contra Lamachia aconteceu durante um imbróglio envolvendo o Banco do Brasil e funcionários da instituição. Segundo o banco, Lamachia utilizou uma ação na Justiça em defesa de interesses corporativos. O presidente da OAB-RS afirmou que estava apenas representando os interesses do quadro de empregados da empresa.
Ainda na seara de escândalos envolvendo dirigentes da OAB, reportagem do portal G1 relata que Faminiano Araújo Machado, na época presidente da OAB de Parnaíba (PI), foi acusado de liderar uma quadrilha que aplicava golpes usando o seguro DPVAT, FGTS e o INSS na cidade. O advogado foi preso pelos policias civis e federais em Fortaleza e, posteriormente, foi colocado em liberdade por decisão do Superior Tribunal de Justiça.
Após a acusação de comandar as fraudes, Faminiano renunciou ao cargo de presidente da seccional parnaibana da OAB. Ainda segundo reportagem do G1, o golpe no seguro DPVAT teria rendido R$ 13,5 mil, além de uma pensão por morte no valor de R$ 3,5 mil oriunda de fraude no INSS. O caso foi investigado desde 2009 , quando uma seguradora desconfiou da fraude e encaminhou a suspeita à delegacia de Parnaíba.
Em outro caso, noticiado pelo Correio Forense, uma representação com pedido de intervenção da OAB nacional na seccional da Paraíba foi apresentada pela ADEP – Associação Nacional de Defesa do Erário Público e da Cidadania, com sede em João Pessoa-PB. A entidade alegou que a OAB-PB vinha mantendo em seus quadros um advogado que foi condenado por crime de falsidade ideológica e cumpria pena de detenção de um ano e dois meses. O advogado citado é Eudes de Arruda Barros Filho, condenado por ter falsificado a assinatura de um juiz de Direito da Paraíba. 
Camila Ribeiro de Mendonça é repórter da revista Consultor Jurídico.
Revista Consultor Jurídico, 14 de novembro de 2011

Veja a corrupção do Demo/PSDB que a mídia esconde

Do Blog de Ricardo Kostcho, 19/11

Conheça os malfeitos dos tucanos em São Paulo

Demorou, mas finalmente a Justiça de São Paulo abriu a caixa preta tucana do Metrô paulistano. Um ano após a denúncia de jogo de cartas marcadas na licitação da Linha 5 - Lilás, a juíza Simone Gomes Rodrigues Cassoretti, da 9ª Vara da Fazenda Pública, baseada na ação movida por quatro promotores, suspendeu os contratos e mandou afastar do cargo o presidente do Metrô, Sérgio Avelleda, que foi presidente da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) na gestão do governador José Serra.
A Promotoria quer a anulação da concorrência e a condenação dos responsáveis, depois de calcular um prejuízo de R$ 327 milhões para os cofres estaduais. O governo do Estado alegou que as suspeitas não eram suficientes para anular a licitação e que isso vai atrasar a obraa. Anunciou que vai recorrer da decisão.
Em sua decisão, a juiza Simone Casoretti justificou o pedido de afastamento do presidente do Metrô "em face das suas omissões dolosas" e alegou que com sua permanência ele poderia "destruir provas ou mesmo continuar beneficiando as empresas fraudadoras". Entre elas, estão algumas das maiores construtoras do país: Odebrecht, Mendes Júnior, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa. Os contratos denunciados envolvem R$ 4 bilhões e 14 empreiteiras.
Casoretti considerou "indecente" a alegação do governo de que anular a licitação vai atrasar a inauguração da obra, prevista para 2015. "Há muito tempo o povo paulistano espera por obras de expansão do metrô". Para ela, o atraso na obra "não será tão desastroso quanto a continuidade de uma fraude, ou melhor, a chancela de um conluio entre particulares em benefício próprio". Se a ordem judicial não for cumprida, está prevista multa diária de R$ 100 mil.
A Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos alega que a decisão de seguir as obras mesmo após as denúncias "foi tomada após amplo processo administrativo no qual não se verificou qualquer fato incontroverso que justificasse o rompimento dos contratos".
O trecho suspenso pela Justiça tem 11 quilômetros e fica entre as estações Adolfo Pinheiro e Chácara Klabin, na zona sul da cidade. Reportagem publicada pela "Folha" em outubro de 2010 revelou que os vencedores da concorrência já eram conhecidos seis meses antes.
Perto dos valores envolvidos nas fraudes denunciadas em São Paulo, os malfeitos do ministro Carlos Lupi agora parecem coisa de bufão amador. Aguardam-se as próximas manifestações dos marchadeiros e das marchadeiras dos protestos anticorrupção.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Cunhada não é parente, já pregava o Brizola

Aviso à garotada: as masturbações
estão suspensas até segunda ordem
Teria o dedo do vice-presidente Michel Temer a decisão de sua cunhada, Fernanda Tedeschi Araújo, suspender a divulgação das fotos feitas para a revista PlayBoy. A moça, de 25 anos de idade, já foi comissária de bordo e cursa Direito (não é na Uniban). A quebra de contrato a obrigará a pagar uma multa ao Esgoto Abril, responsável pela publicação da revista.

A CPMF e o tratamento do câncer


João Luiz A. Duarte

Para quem não vivenciou os anos 60 é difícil de imaginar, mas muitas coisas eram diferentes das de hoje. A televisão estava iniciando suas atividades, com uma programação diária que começava às 18 horas e terminava às 22 horas. As pessoas tinham mais dignidade, os ricos não eram tão ricos e os pobres tinham seus valores. A polícia era respeitada e a sociedade vivia com tranqüilidade.

Estudante do 3º ano do Curso Primário do Colégio Estadual Dom Pedro II, eu saia envergonhado à rua, batendo de casa em casa, para arrecadar dinheiro para o combate ao câncer. Cada doação era anotada em uma folha, com o nome da pessoa e o valor oferecido. Essa era uma atividade solicitada pela escola, e que muitos alunos cooperavam com empenho e honestidade.

Hoje, passados quase 50 anos, vemos como as coisas mudaram. Descobrimos que temos de conviver com alguns tipos de câncer. Algumas pessoas se dedicam de corpo e alma para amenizar o sofrimento alheio, outras ficam ricas aproveitando a situação para lucrar absurdamente.

Grande parte da mídia que nos anos sessenta pouca influência tinha sobre a sociedade hoje faz o que bem entende com a população em geral, que parece ter preguiça de raciocinar e incorpora a opinião de jornais, TVs e revistas como sendo sua.

Não faz muito tempo a população em geral ficou muito satisfeita com o fim da CPMF. Adotou a grande mentira imposta pela mídia (que a CPMF era ruim) como sua “inteligente opinião”. A grande mídia dizia:

  • Chega de imposto, nós já pagamos demais.
  • Esse imposto foi criado para a saúde e esta sendo desviado para outros fins.
  • É um imposto em cascata, que onera toda a cadeia de consumo.
  • O trabalhador gasta oito dias por ano para pagar a CPMF.
  • As classes mais baixas é que acabam pagando esse imposto.
  • A classe dos taxistas é uma das que mais pagam CPMF.
  • O governo que pare de roubar, que aí não precisa de mais impostos.
  • Para quê imposto para saúde, se a saúde brasileira é um caos?

E outras tantas opiniões furadas que diariamente os grandes jornais, as TVs, as rádios pregavam aos incautos e aos desprovidos de raciocínio próprio. A quem interessava colocar a opinião pública contra CPMF? Acredito que isso só interessava às pessoas muito ricas e gananciosas, que ganham dinheiro com um sistema privado de saúde e por isso não desejam serviços de saúde pública com qualidade. Também os desonestos e sonegadores, que não desejam ter seus movimentos financeiros rastreados. Além desses, políticos e jornalistas que colocam suas atividades a serviço justamente dos gananciosos e dos desonestos.

Impostos são um ônus de se viver em sociedade e servem para manter o bem coletivo. E a CPMF era de todos os impostos aquele cuja existência mais se justificava, por ser o único tributo que todo mundo paga. Além disso, tem um caráter de justiça, porque aqueles que têm mais, pagam mais. E há outras vantagens: seu custo de cobrança é pequeno, é pago à vista, não tem como ser sonegado, não há isenção (até as igrejas pagam), serve para apanhar sonegadores do Imposto de Renda, comprovar dinheiros de origem desonesta etc.

Esse imposto, cuja arrecadação provinha principalmente de milionários, especuladores e grandes empresas, era em grande parte destinado à saúde e ao bem-estar dos mais necessitados. Quando o Presidente da República se propôs a assinar um documento pelo qual o Governo se comprometia a aplicar 100% da CPMF na saúde publica, veio a terra mais um argumento furado dos enganadores do povo (que o tributo era aplicado em outros setores). Ora, se o Presidente não cumprisse o prometido, jamais faria seu sucessor.

Quem já teve câncer, ou um parente com essa doença, sabe o sofrimento que o paciente e sua família passam, mesmo os de classe média. O tratamento é muito caro, impossibilitando que mesmo pessoas de classe média alta consigam arcar com todos os gastos. Acompanhei a agonia de um irmão com câncer sendo tratado no Hospital Erasto Gaertner, em Curitiba. O corpo clínico e o pessoal da logística do hospital foram, em sua maioria, dedicados e dotados de compaixão para com os enfermos, mas a situação é muito penosa, as instalações são péssimas, as condições de conforto dos pacientes, trabalhadores e familiares são extremamente degradantes, a infraestrutura deficiente, o hospital não comporta o número de doentes que precisa atender. Quase que diariamente, os pacientes das enfermarias vêem pessoas morrendo na cama ao lado, e isso abala a auto-estima já debilitada dos doentes.

Se em 50 anos tanto se batalhou para a cura do câncer, não conseguindo esse intento, pelo menos que se dê condições dignas de conforto àqueles que por infelicidade são vítimas dessa doença.

Que a Presidente Dilma crie novamente essa contribuição sobre a movimentação financeira, com uso exclusivo para hospitais de combate ao câncer nas grandes cidades desse país.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Jorge Ben Jor, o cara que musicou até Suma Teológica

Assim Falou Santo Tomaz de Aquino

Jorge Ben Jor

A semelhança da criatura com Deus
É tão imperfeita que não chega a ser
O gênero comum, comum
Pois certos nomes que implicam relação de Deus
Com a criatura
Deles se predicam temporariamente
E não são eternos, não são eternos e não são eternos
Deve se saber que quem ensinou
Que a relação não é uma realidade da natureza e sim da razão
Estão enganados, puramente enganados
Estão errados, puramaente errados
Deus não é uma medida proporcionada ou medido
Por isso não é necessário que esteja contido
No mesmo gênero da criatura

No mesmo gênero da criatura
Da criatura
Por isso dobro os meus joelhos
Diante do pai de nosso Senhor Jesus Cristo
Do qual toda sua sábia paternidade
Tomou nome nos céus e na terra
Assim falou Santo Tomaz de Aquino
Assim falou Santo Tomaz de Aquino
Assim falou Santo Tomaz de Aquino
Assim falou Santo Tomaz de Aquino
(falado)
Senhor que tens tido feito o nosso refúgio
Senhor que tens tido feito o nosso refúgio
Senhor que tens tido feito o nosso refúgio
Senhor que tens tido feito o nosso refúgio

Maranguape (CE) em festa: 160 anos da terra de Capistrano e Francisco Borges de Abreu

Vista de Maranguape (CE)
Praça Capistrano de Abreu, onde seu Borges pegava umas gatas

Por iniciativa do deputado estadual Lula Morais (PCdoB), a Assembleia Legislativa do Ceará realiza nesta segunda-feira, 14/11, a partir das 18h, Sessão Solene em homenagem aos 160 anos do município de Maranguape. Para o deputado, é uma homenagem justa a um município histórico do nosso estado.O aniversário da cidade é festejado anualmente, no período de 17 a 22 de novembro, na Semana de Arte e Cultura. Este ano a solenidade da Assembleia Legislativa compõe uma das atividades comemorativas. Esta Semana foi instituída pela lei municipal N° 1727, de 27 de junho de 2003.

Maranguape, originalmente terra dos potiguaras, viu o branco chegar na expedição do holandês Mathias Beck, em 1649, e dominar sua verdejante terra durante cinco anos, quando foi expulso do Brasil.

Para a Coroa Portuguesa, aquele pedaço de Brasil não devia parecer interessante o suficiente para ser imediatamente ocupado, pois somente nos primeiros anos do século XVIII foram iniciadas as

concessões de sesmarias. Os primeiros beneficiados foram Pedro da Silva e Amaro Morais, que em 1707 tomaram posse do quinhão doado, até que outros vieram substituí-los. Suas origens remontam aos estágios da pré-colonização, com o nome de Maragoab, conforme cartografia antiga.

Na solenidade, receberão placas comemorativas da Assembleia o prefeito de Maranguape, George Valentim, e o presidente da Academia Columinjubense de Ciências, Letras e Artes, Walter Veloso de Borba.

Significado do Nome

O topônimo maranguape vem do tupi-guarani maragoab e significa Vale da Batalha. O nome é uma alusão ao lendário cacique da tribo de índios que dominava a região. Sua denominação original era Alto da Vila, depois Outra Banda e, desde 1760, Maranguape.

A cidade ficou famosa em todo o Universo por ter sido berço de dois grandes homens: Capistrano de Abreu, conhecido como o "maior historiador brasileiro" e aquele que forçou os bunda-moles liderados pelo Mal. Deodoro da Fonseca a Proclamarem a República, e Francisco Borges de Abreu, "o foda", que deu sequência à estirpre dos Abreu's "pegadores", cuja fama ultrapassou a Via Lactea e adentra o Universo.

(Fotes: site Vermelho.Org.Br e The Vila Biscaia Post)

A mídia e o dom de iludir (II)


Fantástico: Globo se apropria do sucesso da PM

A Rede Globo – e a mídia de maneira geral – usa uma técnica para se apropriar do feito dos outros e com isso angariar simpatias dos telespectadores e da população em geral. Foi o caso da prisão do traficante Nem da Rocinha, feita pela Polícia Militar do Rio de Janeiro, comandada pelo secretário José Mariano Beltrame, que está fazendo um trabalho excepcional para a segurança do Rio. Quem assistiu a cobertura que o Jornal Nacional e o Programa Fantástico deram ao assunto foi alvo dessa tentativa de manipulação, que se dá por meio de um texto altamente emocional, de uma edição cuidadosa de falas e imagens e do culto a “heróis do povo”.

A Rede Globo, que não contribuiu jamais para o combate ao tráfico no Rio de Janeiro; que jamais moveu uma palha para levar educação e programação de alto nível para as populações pobres do Rio; que sempre se associou à parte podre da política, à parte podre das Polícias Militar e Civil, à parte podre do Judiciário tentou pegar carona no sucesso da parte profissional e competente da PM carioca – aquela que recusou propina de R$ 1 milhão para não revistar o carro que dava fuga ao traficante mais procurado do País.



Recentemente, a Globo também tentou pegar carona no caso da juíza Patrícia Acioli, assassinada por policiais militares bandidos, em Niterói. A juíza perdeu a vida porque teve coragem de enfrentar criminosos fardados, pagos pela população para defendê-la. Já a Globo (e a grande mídia de maneira geral) sobrevive exatamente desses esquemas que reúnem bandidos profissionais e bandidos escondidos por trás de funções públicas. Haja vista as milícias cariocas, instaladas nas favelas sob a proteção de políticos amigos da Rede Globo e de outros meios de comunicação tradicionais.

A mídia adere rapidamente ao lado vencedor
A mesma Globo que agora festeja a prisão do maior traficante da Rocinha, como se a TV tivesse colocado seu pescoço no risco para realizar essa prisão, é a mesma emissora que fez editoriais contra a prisão do banqueiro Daniel Dantas pela Polícia Federal, após Dantas ter tentado subornar delegado federal com R$ 1 milhão para retirar seu nome de inquérito sobre crimes de lavagem de dinheiro, entre outros. Foi a Globo, aliada ao então presidente do STF, Gilmar Mendes, ao ministro Marco Aurélio de Mello e ao fraco ministro da Justiça Tarso Genro, que conseguiu proibir o uso de algemas em acusados de crimes de colarinho branco. Foram a Globo, a Folha, o Estadão, a Veja, aliadas a políticos como Antonio Carlos Magalhães, Álvaro Dias e José Serra, que se levantaram contra a Polícia Federal por haver descoberto um mega esquema de sonegação de impostos e fraudes na milionária loja de luxo Daslu. E não vamos nem falar em quem consumia a cocaína que dava poder e riqueza ao Nem da Rocinha.

Beltrame e a PM profissional
Delegada Martha Rocha

Não se iludam, cariocas: o mérito do que está ocorrendo na segurança do Rio de Janeiro é do secretário José Mariano Beltrame; é mérito de alguns policiais militares como os que prenderam Nem da Rocinha com seus advogados; é mérito de alguns policiais civis, como a delegada Martha Rocha; é mérito do povo carioca, que finalmente vem se libertando da submissão à programação-lixo que a mídia lhe serve - Rede Globo à frente.  A Globo, assim como a Veja, a Folha, o Estadão, as rádios CBN, Band News, Jovem Pan, entre outros veículos conservadores e de baixa qualidade, que ainda julgam fazer a cabeça do povo brasileiro, estão onde sempre estiveram: ao lado do pior que ainda resiste no Brasil.

Não se iludam, portanto, com quem está tentando mudar de barco, agora que a casa está caindo.

sábado, 12 de novembro de 2011

11/11/11 ... e o tal do Mundo não se acabou

Não é de hoje que certos "profetas" antecipam o fim do mundo,  e a coisa já deu bom samba, como provam Adriana Calcanhoto, Paula Toller e Sandy, que regravaram "E o Mundo não se acabou ...", de Assis Valente, imortalizada na voz de Carmem Miranda. Lá vão os três vídeos:

Paula Toller e Sandy



Adriana Calcanhotto



Carmem Miranda