quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
quarta-feira, 23 de dezembro de 2015
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Tecnologia de plasma melhora propulsão de aviões
Fonte original: portal Inovação Tecnológica (http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=novo-sistema-propulsao-avioes&id=010170151215&ebol=sim#.VnQaKLYrJnI)
Redação do Site Inovação Tecnológica - 15/12/2015
O conceito foi avaliado em um veículo aéreo não-tripulado (VANT), um avião com decolagem e aterragem verticais (VTOL) e dois aviões de transporte de passageiros, um grande e um pequeno. [Imagem: Acheon Project/Nimbus]
Controle de fluxo
Pesquisadores europeus confirmaram que uma tecnologia de propulsão inovadora, que promete um transporte aéreo mais verde, pode sair das pranchetas rumo à engenharia de produção.
O atestado de viabilidade foi dado pelo Projeto Acheon, que envolveu pesquisadores e engenheiros de seis universidades e dois institutos de pesquisas financiados pela União Europeia.
A nova tecnologia supera as principais limitações dos sistemas tradicionais projetados para lidar com a admissão e o fluxo de saída dos motores a jato.
A nova tecnologia revolucionária é capaz de dirigir o fluxo e a pressão dos motores aeronáuticos sem quaisquer partes mecânicas móveis.
Além da simplificação e menor peso, isto pode significar decolagem e aterragem em pistas mais curtas, aviões mais silenciosos e menos emissão de poluentes.
A equipe avaliou a tecnologia em várias condições, incluindo um veículo aéreo não-tripulado (VANT), um avião com decolagem e aterragem verticais (VTOL) e dois aviões de transporte de passageiros, um grande e um pequeno.
Efeito Coanda
O conceito desenvolvido pelo projeto Acheon é baseado em duas tecnologias: um novo bocal de entrada de ar e um mecanismo para aumentar a eficiência do bocal, chamado PEACE - Plasma Enhanced Actuator for Coanda Effect, ou Atuador a plasma otimizado para Efeito Coanda.
O efeito Coanda é a tendência de um fluxo permanecer junto a uma superfície curva adjacente. O nome homenageia o romeno Henri Coanda, que foi o primeiro a reconhecer a aplicação prática do fenômeno no desenvolvimento de aeronaves.
A tecnologia permite o controle do fluxo de saída dos motores com grande flexibilidade e sem qualquer mecanismo móvel. [Imagem: Acheon Project]
Atuador de plasma
O novo bocal de entrada produz uma deflexão controlável do fluxo de admissão, com a capacidade de manter uma direção predefinida e mudar essa direção arbitrariamente como uma função do momento (ou velocidade) de duas correntes primitivas e da configuração geométrica do bocal.
O atuador de plasma gera um controle ativo preciso da aderência Coanda a uma superfície por meio de dois eletrodos separados por uma camada de material isolante. O eletrodo exposto ao ar recebe uma tensão elevada, enquanto o segundo eletrodo, recoberto pelo material dielétrico, fica ligado ao terra.
A diferença de potencial - corrente alternada de vários kV - gera uma ionização parcial na região de maior potencial, que começa na extremidade do eletrodo exposto ao ar e espalha-se através da área projetada pelo eletrodo coberto.
Na presença do campo elétrico, o ar ionizado (plasma) produz uma atração/repulsão no ar circundante. Partículas ionizadas são aceleradas e transmitem seu momento, através de colisões, para as partículas de ar neutras na região do plasma sobre o eletrodo recoberto. O resultado é uma aceleração do ar na proximidade da superfície da camada dielétrica.
Arquiteturas de veículos aéreos
Segundo a equipe, a integração do bocal com o conceito Peace constitui um sistema de propulsão viável, capaz de gerar novas arquiteturas de veículos aéreos e abrir outras possibilidades de aplicação tecnológica do controle do efeito Coanda.
A novidade talvez possa ajudar a impulsionar os aviões do futuro, como umavião-conceito da Airbus e várias propostas da NASA para "aviões modelo 2025".
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Seleção Google: 71º ano de nascimento de Chico Mendes
Fonte original: UOL Educação
Pobre e iletrado, o pai de Chico Mendes ganhava a vida extraindo látex das seringueiras na floresta amazônica. Aos nove anos, o garoto Francisco Alves Mendes Filho também entrou para a profissão de seringueiro: era sua única opção, já que lhe foi negada a oportunidade de estudar. Até 1970, os donos da terra nos seringais não permitiam a existência de escolas. Chico só foi aprender a ler aos 20 anos de idade.
Indignado com as condições de vida dos trabalhadores e dos moradores da região amazônica, tornou-se um líder do movimento de resistência pacífica. Defensor da floresta e dos direitos dos seringueiros, ele organizou os trabalhadores para protegerem o ambiente, suas casas e famílias contra a violência e a destruição dos fazendeiros, ganhando apoio internacional.
Fundou o movimento sindical no Acre em 1975, com o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasiléia. Participando ativamente das lutas dos seringueiros para impedirdesmatamentos, montou o Conselho Nacional de Seringueiros, uma organização não-governamental criada para defender as condições de vida e trabalho das comunidades que dependem da floresta.
Chico Mendes também atuou na luta pela posse da terra contra os grandes proprietários, algo impossível de se pensar na região amazônica até os dias de hoje. Dessa forma, entrou em conflito com os donos de madeireiras, de seringais e de fazendas de gado.
Participou da fundação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri, em 1977, e foi eleito vereador para a Câmara Municipal local, pelo MDB, único partido de oposição permitido pela ditadura militar que governava o país (1964-1985). Nessa época, Chico sofreu as primeiras ameaças de morte por parte dos fazendeiros. Ao mesmo tempo, começou a enfrentar vários problemas com seu próprio partido: o MDB não era solidário às suas lutas.
Em 1979, o vereador Chico Mendes lotou a Câmara Municipal com debates entre lideranças sindicais, populares e religiosas. Lembre-se: era tempo de ditadura militar. Foi acusado de subversão e passou por interrogatórios nada suaves. Foi torturado secretamente e, como estava sozinho nessa luta, não podia denunciar o fato, ou seria morto.
Foi assim, em busca de sustentação política, que decidiu ajudar a criar o Partido dos Trabalhadores (PT), tornando-se seu dirigente no Acre. Um ano depois de ser torturado, foi enquadrado na Lei de Segurança Nacional, acusado de ter participado da morte de um fazendeiro na região que assassinara o presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Brasiléia.
Em 1982, tornou-se presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Xapuri e foi acusado de incitar posseiros à violência, mas foi absolvido por falta de provas.
Quando liderou o Encontro Nacional dos Seringueiros, em 1985, a luta dos seringueiros começou a ganhar repercussão nacional e internacional. Sua proposta de "União dos Povos da Floresta", apresentada na ocasião, pretendia unir os interesses de índios e seringueiros em defesa da floresta amazônica. Seu projeto incluía a criação de reservas extrativistas para preservar as áreas indígenas e a floresta, e a garantia de reforma agrária para beneficiar os seringueiros.
Transformado em símbolo da luta para defender a Amazônia e os povos da floresta, Chico Mendes recebeu a visita de membros da Unep (órgão do meio ambiente ligado à "Organização das Nações Unidas), em Xapuri, em 1987. Lá, os inspetores viram a devastação da floresta e a expulsão dos seringueiros, tudo feito com dinheiro de projetos financiados por bancos internacionais.
Logo em seguida, o ambientalista e líder sindical foi convidado a fazer essas denúncias no Congresso norte-americano. O resultado dessa viagem a Washington foi imediato: em um mês, os financiamentos aos projetos de destruição da floresta foram suspensos. Chico foi acusado na imprensa por fazendeiros e políticos de prejudicar o "progresso do Estado do Acre".
Logo em seguida, o ambientalista e líder sindical foi convidado a fazer essas denúncias no Congresso norte-americano. O resultado dessa viagem a Washington foi imediato: em um mês, os financiamentos aos projetos de destruição da floresta foram suspensos. Chico foi acusado na imprensa por fazendeiros e políticos de prejudicar o "progresso do Estado do Acre".
Em contrapartida, recebeu vários prêmios e homenagens no Brasil e no mundo, como uma das pessoas de mais destaque na defesa da ecologia.
Casado com Ilzamar e pai de Sandino e Elenira, Chico realizaria alguns de seus sonhos, ao assistir à criação das primeiras reservas extrativistas no Acre. Também conseguiu a desapropriação do Seringal Cachoeira, de Darly Alves da Silva, em Xapuri. Foi quando as ameaças de morte se tornaram mais frequentes: Chico denunciou o fato às autoridades, deu nomes e pediu proteção policial. Nada conseguiu.
Pouco mais de um ano após sua ida ao Senado dos Estados Unidos, o ativista acabava de completar 44 anos quando foi assassinado na porta de sua casa. Em 1990, o fazendeiro Darly Alves da Silva e seu filho, Darci Alves Pereira, foram julgados e condenados a 19 anos de prisão, pela morte de Chico Mendes.
Em dezembro de 2008, vinte anos depois de sua morte, por decisão do Ministério da Justiça, publicada no Diário Oficial da União de 11 de fevereiro de 2009, Chico Mendes foi anistiado em todos os processos de subversão que corriam contra ele, e sua viúva Ilzamar Mendes teve direito a indenização. Na ocasião, o ministro da Justiça, Tarso Genro, declarou: "Chico Mendes era um homem à frente de seu tempo, um homem que construiu um amplo processo civilizatório. Hoje, o estado está pedindo desculpas pelo que fez com ele. Chico Mendes foi importante para o Acre e para o Brasil."
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Seleção Google: 97º aniversário de BKS Iyengar
Yogacharya Sri B.K.S.Iyengar nasceu em 1918 e faleceu em agosto de 2014.
Desde sua juventude, dedicou sua vida à prática e ao ensino do Yoga. Reconhecido mundialmente como "Maestro do Yoga", seu ensino encontra-se amplamente presente nos cinco continentes.
Suas obras, traduzidas para vários idiomas, tornaram-se referências indiscutíveis para todo praticante de Yoga.
Viveu em Puna, no sul da Índia, onde fundou, em 1975, o Ramamani Iyengar Memorial Yoga Institute, hoje dirigido por seus filhos Geeta e Prashant.
O método Iyengar Yoga
O ensino de Yoga seguido por BKS Iyengar está baseado nos Yoga Sutras de Patanjali, através da prática de asanas, posturas de yoga, e de pranayama, o controle da respiração.
Durante toda uma vida de prática e ensino, BKS Iyengar codificou essas técnicas e definiu com precisão cientiífica todas as ações que cada parte do corpo realiza. Assim se garante uma prática correta, segura e de máxima eficácia.
A precisão técnica é o meio para integrar o corpo, a mente e a inteligência. Desenvolve a profundidade de percepção e a expansão homogênea da consciência a todas as partes do corpo.
Esta foi a contribuição genuína de BKS Iyengar ao Yoga.
Os asanas e pranayama assim praticados são a meditação na ação e levam a experimentação do Yoga em toda a sua dimensão.
BKS Iyengar definiu uma pedagogia sistemática e progressiva que faz o Yoga acessível a todos. Introduziu uma série de suportes que facilitam o aprendizado e abrem um amplo campo na prática terapêutica.
Praticar Iyengar Yoga é possível em todas as fases da vida e possibilita a expansão em todos campos da existência humana.
Fonte original: http://www.iyengar.com.br/associacao-brasileira-de-iyengar-yoga/bks-iyengar-e-iyengar-yoga.html
Desde sua juventude, dedicou sua vida à prática e ao ensino do Yoga. Reconhecido mundialmente como "Maestro do Yoga", seu ensino encontra-se amplamente presente nos cinco continentes.
Suas obras, traduzidas para vários idiomas, tornaram-se referências indiscutíveis para todo praticante de Yoga.
Viveu em Puna, no sul da Índia, onde fundou, em 1975, o Ramamani Iyengar Memorial Yoga Institute, hoje dirigido por seus filhos Geeta e Prashant.
O método Iyengar Yoga
O ensino de Yoga seguido por BKS Iyengar está baseado nos Yoga Sutras de Patanjali, através da prática de asanas, posturas de yoga, e de pranayama, o controle da respiração.
Durante toda uma vida de prática e ensino, BKS Iyengar codificou essas técnicas e definiu com precisão cientiífica todas as ações que cada parte do corpo realiza. Assim se garante uma prática correta, segura e de máxima eficácia.
A precisão técnica é o meio para integrar o corpo, a mente e a inteligência. Desenvolve a profundidade de percepção e a expansão homogênea da consciência a todas as partes do corpo.
Esta foi a contribuição genuína de BKS Iyengar ao Yoga.
Os asanas e pranayama assim praticados são a meditação na ação e levam a experimentação do Yoga em toda a sua dimensão.
BKS Iyengar definiu uma pedagogia sistemática e progressiva que faz o Yoga acessível a todos. Introduziu uma série de suportes que facilitam o aprendizado e abrem um amplo campo na prática terapêutica.
Praticar Iyengar Yoga é possível em todas as fases da vida e possibilita a expansão em todos campos da existência humana.
Fonte original: http://www.iyengar.com.br/associacao-brasileira-de-iyengar-yoga/bks-iyengar-e-iyengar-yoga.html
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Corrupção no Brasil: Justiça estranha
Os tribunais tratam suspeitos com muita severidade e
convencem muito leniente
12 de dezembro de 2015 |
CURITIBA | Para muitos brasileiros, Sérgio Moro é um herói. O
jovem juiz supervisiona a Operação Lava Jato ("Car Wash"), investigação
de um esquema de suborno vasto, centrado na Petrobras, a gigante estatal de
petróleo. O escândalo mostra quão profundamente a corrupção penetrou o
estabelecimento político e empresarial, especialmente o Partido dos
Trabalhadores (PT), da presidente Dilma Rousseff (que corre risco de impeachment
por razões não relacionadas com o escândalo Petrobras). A perseguição
implacável do juiz Moro aos suspeitos, muitos deles ricos e poderosos, é
justamente celebrado como prova de que o Brasil também pode defender o Estado
de Direito. "Nós apoiamos Lava Jato", diz uma bandeira plantada fora
do seu Tribunal Federal, no sul da cidade de Curitiba.
Ao todo, 144 pessoas foram acusadas de crimes,
incluindo subornar executivos da Petrobras para garantir bilhões de dólares em contratos.
Os homens do petróleo passaram a maior parte do dinheiro ilícito para os
políticos. As dezenas de pessoas que foram presas e estão com o julgamento
pendente incluem alguns dos maiores nomes do empresariado brasileiro (embora também
alguns políticos proeminentes). Entre eles estão Marcelo Odebrecht, chefe da
Odebrecht, a maior construtora do Brasil, e André Esteves, que havia sido chefe
do BTG Pactual, um banco de investimento de porte grande. Ambos negam
irregularidades.
Gratificante, pois, pode ser ver bilionários atrás
das grades, porém, alguns advogados estão preocupados com a propensão do juiz
Moro para trancar suspeitos antes de ir a julgamento. A maioria está relutante
em desafiar um juiz carismático. Aqueles que se opõem publicamente tendem a
trabalhar para uma das inumeráveis equipes de defesa. Todos os 11 diretores do
comicamente chamado, mas grave, Instituto de Defesa do Direito de Defesa são
assim empregados. Heloisa Estellita, professora de Direito Penal da Fundação
Getulio Vargas Law School, em São Paulo, é um dos poucos críticos públicos dos
métodos do juiz Moro. Ela acha que ele não teve razão de "utilizar a
prisão preventiva para extrair transações penais".
O problema não se limita aos plutocratas apanhados
no Lava Jato. Cerca de dois quintos de 600.000 presidiários do Brasil estão
aguardando julgamento. Este encarceramento em massa de pessoas sem a presunção
de inocência é um sinal de algo errado com o sistema de justiça criminal do
Brasil, que é baseado em um Código Penal antiquado (de 1940) e fica aquém, em
muitos aspectos, das normas internacionais. Embora algumas de suas
peculiaridades trabalhem contra os réus, outras agem perversamente em seu
favor.
A empresa do Sr. Odebrecht contratou advogados de
Blackstone, câmaras de um 'barristers em Londres, para avaliar se a conduta de
Lava Jato está em conformidade com as normas internacionais. O relatório diz
que o uso pelo juiz Moro da detenção por pré-julgamentos pode levantar
"questões sérias" e violar as convenções das quais o Brasil é
signatário. Reconhecendo a liberdade como um direito básico, a maioria dos
países usa a prisão preventiva como último recurso, para impedir suspeitos de
fugir, se intrometer em uma investigação ou cometer mais crimes.
Essa é a justificativa para prender o Sr. Esteves,
que junto com um proeminente senador do PT, Delcídio do Amaral, foi acusado de
incitar outro suspeito dos desvios na Petrobras a fugir do país, ao invés de
cooperar com os investigadores. Porque o deputado Delcídio do Amaral goza de foro
privilegiado, o Supremo Tribunal, e não o juiz Moro, ordenou a sua prisão e a
do Sr. Esteves. O Deputado Delcídio do Amaral também nega qualquer
irregularidade.
Os motivos para trancar o Sr. Odebrecht e outros
réus da Petrobras são menos óbvios. A lei brasileira permite ao juiz decretar a
prisão preventiva como uma forma de manter a "ordem pública e
econômica", uma justificação frequentemente invocada pelo juiz Moro, como
no caso do Sr. Odebrecht. Ele argumenta que os suspeitos têm o dinheiro e a
influência política para interferir com a investigação. A detenção do Sr.
Odebrecht é "uma medida excepcional", admite, mas "este é um
caso excepcional".
Talvez não tão excepcional como o juiz alega. A
Blackstone argumenta que a maioria dos suspeitos pode seguramente ser libertada
sob fiança; prisão domiciliar ou pulseiras electrônicas pode impedi-los de
fugir. A prisão preventiva não deve ser usada para amedrontar-los em cooperar
com as investigações ou para sinalizar a gravidade das acusações que enfrentam.
Os inquisidores da Lava Jato negam que eles estão fazendo isso, mas os leitores
do relatório do Blackstone vão saber. Timothy Otty, o seu principal autor, tem
escrito opiniões dos direitos humanos em nome de Abdullah Ocalan, líder
separatista curdo, e detentos na prisão americana na Baía de Guantânamo.
"Assim como era errado abandonar a proteção da liberdade e do Direito a um
julgamento justo, como parte da guerra ao terror, também é errado na luta
contra a corrupção", diz Otty.
Altos tribunais do Brasil já tomaram uma posição
semelhante. Em pelo menos dez petições de habeas corpus decorrentes da Lava
Jato, o Supremo Tribunal libertou suspeitos, muitas vezes, com o fundamento de
que o juiz Moro lhes havia preso por "motivos genéricos e abstratos".
Um tribunal poderia, em breve, libertar o Sr. Odebrecht, pela mesma razão. Na
semana passada, um juiz na segunda-mais alta corte do Brasil disse que ele
deveria ser liberado e monitorados com medidas menos draconianas.
Se o juiz Moro está agindo por conta própria é
porque a lei brasileira confere poder incomum aos juízes. Além de supervisionar
a investigação de suspeitos, como o Sr. Odebrecht, ele vai julgar sozinho o
caso, emitir um veredicto e entregar uma sentença, tudo sem referência a um
júri. Esses papéis múltiplos podem dar origem a um conflito de interesses: um
juiz de instrução pode estar relutante para absolver um suspeito que ele tem
preso. A resposta a esta situação "esquizofrênica" é dividir os
papéis de investigar um caso e tentar, como é a prática na França e Itália, diz
Fernando Mendes da Associação dos Juízes Federais. Ele também favorece um
padrão mais exigente para bloquear suspeitos até do que manter a ordem.
Mas se a lei pode ser indulgente, estranhamente também
é dura. Ao lado de prefeitos, padres, policiais e muitos outros, universitários têm o direito de aguardar o julgamento
em prisão com condições "especiais" (ou seja, relativamente
confortáveis). O Sr. Odebrecht, com uma pós-graduação da Universidade Federal
da Bahia, passou seu primeiro mês em custódia em uma cela sem janelas, em uma
delegacia de polícia federal, mas foi então transferido para um hospital
prisional, onde sua hipoglicemia pode ser monitorada.
Se condenado, ele pode ser posto em liberdade, por pelo
menos um tempo. Isso porque os condenados têm direito de ir para casa, enquanto
eles esgotam seus recursos. Em um caso notório Antonio Pimenta Neves, um
jornalista que matou sua amante em 2000, confessou e foi solto sob fiança seis
meses mais tarde. Ele foi condenado em 2006 e só começou a cumprir a pena em
2011, depois que a Suprema Corte confirmou sua condenação. Advogados de alta competência
do Sr. Odebrecht poderiam mantê-lo fora da prisão por anos.
Fonte original: http://www.economist.com/news/americas/21679861-courts-treat-suspects-too-harshly-and-convicts-too-leniently-weird-justice
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Show de Isaar e Maciel Salú na Lapa
Um pouco de Pernambuco vai pousar nesta semana no Rio de Janeiro. O Cordão do Bola Preta recebe dois lindos shows, da cantora Isaar e do rabequeiro e compositor Maciel Salú. Isaar lança seu terceiro disco, Todo Calor, um álbum que configura a remanescente do manguebeat e ícone da cultura regional pernambucana como uma artista universal e cidadã urbana. Já Maciel Salú lança coletânea com seus três primeiros discos da carreira solo: A Pisada é Assim (2003), Na Luz do Carbureto (2007) e Mundo (2010). Nascido em Olinda/PE, é rabequeiro, cantor, compositor e brincante da cultura popular pernambucana. O evento conta ainda com a participação especial de Nicolas Krassik e discotecagem do DJ Chicote.
Serviço:
Dia: 27.11.2015
Horário: 22h
Local: Centro Cultural Cordão da Bola Preta - Rua da Relação – 3 – Lapa
Atrações: Isaar e Maciel Salú, com a participação especial de Nicolas Krassik e discotecagem com DJ Chicote.
Ingresso:
R$ 20,00. Antecipados - www.bilheteriadigital.com & Bonde Sucos
R$ 25,00 até meia noite
R$ 30,00 na hora.
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Soldado arrisca a vida para salvar vira-latas da morte por afogamento
Emocionante. Policiais da Colômbia salvam a vida de cachorro que caiu num córrego.
videoplayback por thevideos11
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Presidente Lula fala a Roberto D'Ávila na GloboNews, hoje
Do promotor "engavetador" ao juiz "não-vem-ao-caso"
Você estava sendo roubado e a Mídia escondia isso
Na semana que vem a presidente Dilma Rousseff vai leiloar 29 usinas de energia em São Paulo, Minas Gerais e Paraná. São hidrelétricas construídas há dezenas de anos e cujo custo de construção já foi amortizado por nós, os consumidores. As empresas CESP, Cemig e Copel queriam continuar cobrando indefinidamente a amortização dos empréstimos tomados para fazer essas obras, mas a Dilma disse NÃO! Com isto, o preço do megawatt/hora deverá cair sensivelmente. Essa questão está na origem do desespero do DEMO/PSDB em tirar a Dilma do poder a qualquer custo. Se vocês tivessem comprado metade dessas empresas de energia, com a promessa da quadrilha do DEMO/PSDB de continuar explorando os consumidores brasileiros ad eternum, não iriam querer tirar a Dilma também?
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Palácio Avenida comemora 25 anos do Coral de Natal
Em 2015, além do coral, as janelas do Palácio Avenida terão pela primeira vez uma orquestra de cordas com as crianças tocando os instrumentos musicais, formando assim um cenário completo de vozes, sons, cores e luzes. Outra novidade é a exposição de fotos que irá contar a história dos 25 anos de espetáculo e será exibida nas vitrines do prédio. Neste ano, juntam-se às crianças dos projetos sociais, os alunos da rede municipal de ensino da cidade de Curitiba.
A produção do espetáculo é da BFerraz, agência de comunicação que há cinco anos desenvolve o Natal do HSBC. Em comemoração aos 25 anos do Natal do Palácio Avenida, a agência criou uma retrospectiva de todos os espetáculos já apresentados - roupas, músicas, adornos de outras edições ganharam uma nova leitura.
Programa HSBC Educação
O Coral de Natal é uma iniciativa que faz parte do Programa HSBC Educação que beneficia anualmente mais de 400 crianças e adolescentes, de projetos sociais de Curitiba e região metropolitana. O Programa é composto por iniciativas que proporcionam atividades de complemento escolar, educação musical, formação para iniciação no mercado de trabalho e atendimento psicossocial e médico. O Programa também oferece atividades de capacitação aos profissionais que trabalham nas instituições, tendo como foco a educação emocional das crianças e da equipe técnica.
O retrato dos 25 anos de Natal
A história do Natal do HSBC também será contada por meio de uma exposição fotográfica que será montada nas vitrines do prédio. A curadoria é do fotógrafo Silvio Aurichio.
Anjos de Natal
Mais de 200 colaboradores do HSBC Brasil e familiares foram selecionados para atuar como voluntários e acompanhar as crianças e adolescentes durante os ensaios e apresentações. Conhecidos como “Anjos de Natal”, eles zelam pelo bem estar físico, psicológico e emocional dos participantes antes, durante e após os espetáculos. São eles que auxiliam a colocar o figurino, cinto de segurança e adereços utilizados no espetáculo. Esses voluntários passam por um processo de treinamento com especialistas em desenvolvimento infantil, com o objetivo de capacitá-los também quanto ao relacionamento e à convivência que terão com as crianças.
Compromisso com a sustentabilidade
Os 10 figurinos utilizados pelos bailarinos e cinco figurinos das crianças nas janelas e no palco – além das 12 trocas de adereços – são em sua maioria confeccionados com material reciclado, reforçando o compromisso do projeto com a sustentabilidade. Todas as luzes usadas no espetáculo têm a tecnologia LED.
Realidade aumentada
O Natal do HSBC contará com o aplicativo para celular “Natal Luz”, desenvolvido exclusivamente para o espetáculo de 2015. Usuários de Android e iOS podem baixá-lo gratuitamente e utilizar recursos tecnológicos de realidade aumentada, que permitirão a combinação de elementos virtuais com o ambiente real. O aplicativo contará com dois filmes em 3D com mensagens de Natal e informações sobre o espetáculo. O aplicativo Natal Luz está disponível para download nas lojas virtuais Apple Store e Google Play.
Serviço:
O que: Espetáculo de Natal do HSBC 2015
Tema 2015: O Natal dos Natais – 25 anos de histórias para cantar
Onde: Palácio Avenida – Centro de Curitiba/PR
Quando: de 27 de novembro a 13 de dezembro (sextas, sábados e domingos)
Horário: 20h15
Duração: 45 minutos por apresentação
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Einstein contestado: ou Deus joga dados, ou é possível superar velocidade da luz
Fonte original: Redação do Site Inovação Tecnológica - 27/10/2015
Ou Deus de fato joga dados com o Universo, ou os spins dos elétrons podem conversar entre si mais rapidamente do que a velocidade da luz, e a velocidade da luz não seria o limite universal de velocidade. [Imagem: ICFO]
Realismo local
Um experimento histórico obteve a refutação mais forte até hoje do princípio do "realismo local", defendido por Albert Einstein, que afirma que o Universo obedece a leis, e não ao acaso - uma crítica à mecânica quântica - e que não há forma de viajar ou trocar informações mais rápido que a luz.
O experimento, executado na Universidade Tecnológica de Delft, na Holanda, é o chamado "teste de Bell incontestável" (loophole-free Bell test), cujos resultados abrem ou a possibilidade da existência de influências "escondidas" além do espaço-tempo, ou elimina o limite de velocidade universal - a velocidade da luz.
No experimento, dois elétrons presos dentro de dois cristais de diamante diferentes foram entrelaçados (ou emaranhados), o que significa que tudo o que acontece a um afeta imediatamente o outro. A seguir, a equipe mediu o spin de cada um dos elétrons.
Na teoria quântica, o entrelaçamento é poderoso e misterioso: matematicamente os dois elétrons são descritos por uma única função de onda, que somente especifica se eles têm o mesmo spin ou spins diferentes, mas não qual em que direção seus spins apontam.
O realismo local, preferido por Einstein, tenta explicar esse fenômeno com menos mistério, dizendo que as partículas devem estar apontando para algum ponto, mas nós simplesmente não sabemos em que direção até que façamos uma medição.
Einstein em um beco sem saída
No experimento, contudo, quando foram medidos, os elétrons aparecem individualmente aleatórios, mas concordam bem demais em que direção apontar. Tão bem, na verdade, que eles não poderiam ter orientações prévias à medição, como afirma o realismo.
O comportamento observado dos elétrons só é possível se eles se comunicassem um com o outro, algo que seria muito surpreendente para elétrons presos em cristais diferentes - mais do que isso, os dois diamantes estavam em edifícios diferentes, a 1,3 km de distância um do outro.
Além disso, as medições foram feitas tão rapidamente em cada um dos diamantes - usando relógios atômicos para sincronizá-las - que não haveria tempo suficiente para que os elétrons se comunicassem, nem mesmo se seus sinais de um para o outro viajassem à velocidade da luz.
Isto coloca o realismo local em um beco sem saída: se os spins dos dois elétrons são reais, ou a ação fantasmagórica à distância é real, ou os elétrons devem ter-se comunicado. Mas, se eles se comunicaram, eles fizeram isso mais rápido do que a velocidade da luz.
Assim, o experimento dá uma refutação quase perfeita da visão de mundo de Einstein, em que "nada viaja mais rápido do que a luz" e "Deus não joga dados". Pelo menos uma destas declarações deve estar errada.
Para usar as palavras de Einstein, ou Deus de fato joga dados com o Universo e a ação fantasmagórica à distância é real, ou os spins dos elétrons podem conversar entre si mais rapidamente do que a velocidade da luz, e a velocidade da luz não seria o limite universal de velocidade.
O experimento exigiu o desenvolvimento do gerador de números aleatórios mais rápido já construído, além de relógios atômicos superprecisos. [Imagem: ICFO]
Gerações de teorias
Max Planck, o homem que tirou Einstein de um emprego de funcionário público e o levou para a universidade, costumava dizer que não é possível convencer opositores de uma nova teoria: uma nova teoria só triunfa quando esses opositores finalmente morrem e cresce uma nova geração acostumada com a nova teoria.
Neste caso, mais de uma geração vem trabalhando na construção desse experimento incontestável. Contudo, parece não existir ainda a nova teoria triunfante, mas tão somente a negação da completude da teoria antiga. Assim, para compreendermos totalmente o alcance das possibilidades que se abrem, talvez seja necessário esperar, não o morrer, mas o nascer de uma nova geração - ou, talvez, de um novo Einstein.
Mas os frutos do experimento já estão sendo colhidos.
"Trabalhar neste experimento nos levou a desenvolver tecnologias que agora podemos aplicar para melhorar a segurança das comunicações e a computação de alto desempenho, e outras áreas que requerem números aleatórios de alta qualidade e alta velocidade," disse o professor Morgan Mitchell, membro da equipe.
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Seleção Google: 101 Anos de nascimento de Hedy Lamarr
Fonte original: O Globo.com
Melisa Cruz, da redação do TechTudo
Hedy Lamarr, inventora e atriz do 1º orgasmo no cinema
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Templo da picaretagem
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| Lombrozo não estava de todo errado |
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Funcionários públicos encostados tocam fogo no País porque jamais perdem seus empregos
| Funcionários públicos e aposentados com mais de R$ 20 mil, às custas dos trabalhadores da CLT |
Amados leitores: já prestaram atenção em quem são esses homens e mulheres bem alimentados, bem vestidos e bem remunerados com dinheiro público que desde junho de 2013 estão tumultuando o Brasil, fomentando um clima de ódio sem precedentes e prejudicando a economia? Não? Pois comecem a prestar atenção e percebam que, ao contrário de nós que trabalhamos e produzimos, é uma gente que NÃO tem nada a perder.
São TODOS funcionários públicos encostados, inúteis e com alta remuneração obtida pela via da proteção política (funcionários do Judiciário, do MP, de Tribunais de Contas, de universidades públicas, de bancos estatais, filhas pensionistas de militares, aposentados e pensionistas do serviço público que recebem mais de R$ 20 mil reais/mês, além, é claro, de políticos eleitos). Essa gente está tocando fogo no País porque NÃO corre o menor risco de perder seus empregos/mandatos ou ter seus salários/aposentadorias/pensões reduzidos.
Quem está pagando essa conta - e vai pagar muito mais se a coisa continuar - são aqueles que atuam na iniciativa privada: trabalhadores da CLT, pequenos e médios empresários e os profissionais liberais de todos os tipos. Esses estão pagando a farra dos funcionários públicos encostados (excetuem-se os servidores públicos competentes e honrados) e dos políticos corruptos, que são eleitos por essa gente em troca de criar leis que os favoreçam cada vez mais com gratificações disso e daquilo, vantagens sobre vantagens, cargos em comissão, reposições, atrasados, enquadramentos e tudo que é maracutaia capaz de transformar salários e aposentadorias de R$ 5 mil em R$ 50 mil ou até mais.
Pense nisso na próxima vez que vir na rua essa gente que vive de emprego público e atividades cartoriais, que nunca produziu nada de útil para o País e que só usa a bandeira brasileira para dissimular a sua verdadeira intenção, que é manter seus privilégios pagos às custas dos trabalhadores da CLT, de pequenos e médios empresários e de profissionais liberais!
Funcionários públicos encostados tocam fogo no País porque jamais perdem seus empregos
| Funcionários públicos e aposentados com mais de R$ 20 mil, às custas dos trabalhadores da CLT |
Amados leitores: já prestaram atenção em quem são esses homens e mulheres bem alimentados, bem vestidos e bem remunerados com dinheiro público que desde junho de 2013 estão tumultuando o Brasil, fomentando um clima de ódio sem precedentes e prejudicando a economia? Não? Pois comecem a prestar atenção e percebam que, ao contrário de nós que trabalhamos e produzimos, é uma gente que NÃO tem nada a perder.
São TODOS funcionários públicos encostados, inúteis e com alta remuneração obtida pela via da proteção política (funcionários do Judiciário, do MP, de Tribunais de Contas, de universidades públicas, de bancos estatais, filhas pensionistas de militares, aposentados e pensionistas do serviço público que recebem mais de R$ 20 mil reais/mês, além, é claro, de políticos eleitos). Essa gente está tocando fogo no País porque NÃO corre o menor risco de perder seus empregos/mandatos ou ter seus salários/aposentadorias/pensões reduzidos.
Quem está pagando essa conta - e vai pagar muito mais se a coisa continuar - são aqueles que atuam na iniciativa privada: trabalhadores da CLT, pequenos e médios empresários e os profissionais liberais de todos os tipos. Esses estão pagando a farra dos funcionários públicos encostados (excetue-se os servidores públicos honrados) e dos políticos corruptos, que são eleitos por essa gente em troca de criar leis que os favoreçam cada vez mais com gratificações disso e daquilo, vantagens sobre vantagens, cargos em comissão, reposições, atrasados, enquadramentos e tudo que é maracutaia capaz de transformar salários e aposentadorias de R$ 5 mil em R$ 50 mil ou até mais.
Pense nisso na próxima vez que vir na rua essa gente que vive de emprego público e atividades cartoriais, que nunca produziu nada de útil para o País e que só usa a bandeira brasileira para dissimular a sua verdadeira intenção, que é manter seus privilégios pagos às custas dos trabalhadores da CLT, de pequenos e médios empresários e de profissionais liberais!
Funcionários públicos encostados tocam fogo no País porque jamais perdem seus empregos
| Funcionários públicos e aposentados com mais de R$ 20 mil, às custas dos trabalhadores da CLT |
Amados leitores: já prestaram atenção em quem são esses homens e mulheres bem alimentados, bem vestidos e bem remunerados com dinheiro público que desde junho de 2013 estão tumultuando o Brasil, fomentando um clima de ódio sem precedentes e prejudicando a economia? Não? Pois comecem a prestar atenção e percebam que, ao contrário de nós que trabalhamos e produzimos, é uma gente que NÃO tem nada a perder.
São TODOS funcionários públicos encostados, inúteis e com alta remuneração obtida pela via da proteção política (funcionários do Judiciário, do MP, de Tribunais de Contas, de universidades públicas, de bancos estatais, filhas pensionistas de militares, aposentados e pensionistas do serviço público que recebem mais de R$ 20 mil reais/mês, além, é claro, de políticos eleitos). Essa gente está tocando fogo no País porque NÃO corre o menor risco de perder seus empregos/mandatos ou ter seus salários/aposentadorias/pensões reduzidos.
Quem está pagando essa conta - e vai pagar muito mais se a coisa continuar - são aqueles que atuam na iniciativa privada: trabalhadores da CLT, pequenos e médios empresários e os profissionais liberais de todos os tipos. Esses estão pagando a farra dos funcionários públicos encostados (excetue-se os servidores públicos honrados) e dos políticos corruptos, que são eleitos por essa gente em troca de criar leis que os favoreçam cada vez mais com gratificações disso e daquilo, vantagens sobre vantagens, cargos em comissão, reposições, atrasados, enquadramentos e tudo que é maracutaia capaz de transformar salários e aposentadorias de R$ 5 mil em R$ 50 mil ou até mais.
Pense nisso na próxima vez que vir na rua essa gente que vive de emprego público e atividades cartoriais, que nunca produziu nada de útil para o País e que só usa a bandeira brasileira para dissimular a sua verdadeira intenção, que é manter seus privilégios pagos às custas dos trabalhadores da CLT, de pequenos e médios empresários e de profissionais liberais!
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