Era uma vez
duas famílias que ainda não tinham nada em comum... Uma era a
família da Dama... A Família Wagner de Abreu. História abençoada da união de
alguém da distante Alemanha, nossa Avó Tilla, que nasceu em München e muito
nova veio para o Brasil. Aqui cativou o cearense Francisco Borges de Abreu... Ele
muito referiu em vida a importância da Mulher e desta bela companheira para sua
existência. Isso faz muito tempinho. Lá pelos idos dos anos 10, do próximo
passado século XX. Hoje já não estão por aqui, mas o seu legado de uma bondade
incomparável nos acompanha e nos faz bem até hoje... Nos anos 20 começariam a
dar à LUZ seus seis herdeiros. A segunda filha, nascida em 1924, Ecéa, agora –
em 1951 - vivia com seus 26 anos de
idade, no Rio de Janeiro, onde conheceu, nas lides do trabalho no então
Ministério da Agricultura, Fernando,
então com 30 anos. Este com história muito diversa, da união dos Campelo da
nossa Avó Nenê, com os Duarte que tinham imigrado de Portugal. Era filho único.
Maria Lucia com tia Jacira
Depois de uma tempestade da vida, onde se viu viúvo, com duas filhas com três e
um ano de idade, Fernando agora caminhava para uns dias de bonança. Em um
diálogo franco e aberto propunha logo casamento, no primeiro encontro que tinha
com ela, fora da lida do trabalho. O ônibus onde se deu esse primeiro encontro
era lotado pelos colegas que observavam curiosa e apressadamente o romance que ali se
iniciou. Ecéa contou a nós seus filhos que sua experiência de encontro, como
esposa, a fez perceber-se no “Céu”. E dava pra escrever mais que um romance...
Dúvidas, escolhas, decisões, dificuldades de toda ordem, superações, ajudas
acolhidas dos familiares, novas vidas brotando e dando sentido à caminhada,
muita coisa enfim... composta e ramificada em muitas outras, estamos agora e
aqui, há 61 anos, na Família Abreu Duarte. Somos felizes por nossas bases!
Estamos há 57 anos morando em
Curitiba. Hoje celebramos como uma data preciosa esse dia,
como o da “Anunciação” do nascimento
desta Família. Afinal, somos mais de
80... Fernando nos deixou há cerca de 30 anos. Ecéa está acompanhando, com
alegria, além dos filhos e netos, seus 17 bisnetos... Escrevo isto para
registrar um pouquinho da nossa história... Muitos poderão escrever muito
mais... Vamos lá, Família maravilhosa!
Aqui escreve um dos netos... Chamo-me Ângelo Eduardo Duarte Xavier, estou com 30 anos de idade, sou Pai de duas destas 17 bisnetas, Nicolly Victória com 8 anos e Emelly com 6. Tenho muito orgulho de fazer parte desta família querida. Agradeço a Deus por me proporcionar lembranças com minha bisavó Tilla, por ter vivido momentos inesquecíveis de alegria e muito aprendizado com minha avó Ecéa. Sou filho de Ângela M. M. Duarte e Edu Reinoldo Xavier, porém na caminhada da vida acabei presenteado por outros Pais... Todos tem um lugar especial em meu coração, mas quero destacar a “mãezona” (Maria Lúcia Duarte Matheus). Seus feitos são de grade expressão entre nós familiares e amigos, acredito que no final de sua trajetória o próprio DEUS venha busca-la. Dizendo aos seus anjos; por seus feitos, por sua perseverança, por suas conquistas, por sua humildade, por sua pureza de coração e pelo seu amor, a si própria e aos seus próximos, eis que a chegada a hora de regozijar!!! Esta filha amada, eu mesmo quero apanha-la no colo... Aqui fica um pouco da minha história e meu carinho a todos que fazem parte desta família.
Aqui escreve um dos netos...
ResponderExcluirChamo-me Ângelo Eduardo Duarte Xavier, estou com 30 anos de idade, sou Pai de duas destas 17 bisnetas, Nicolly Victória com 8 anos e Emelly com 6. Tenho muito orgulho de fazer parte desta família querida. Agradeço a Deus por me proporcionar lembranças com minha bisavó Tilla, por ter vivido momentos inesquecíveis de alegria e muito aprendizado com minha avó Ecéa. Sou filho de Ângela M. M. Duarte e Edu Reinoldo Xavier, porém na caminhada da vida acabei presenteado por outros Pais... Todos tem um lugar especial em meu coração, mas quero destacar a “mãezona” (Maria Lúcia Duarte Matheus). Seus feitos são de grade expressão entre nós familiares e amigos, acredito que no final de sua trajetória o próprio DEUS venha busca-la. Dizendo aos seus anjos; por seus feitos, por sua perseverança, por suas conquistas, por sua humildade, por sua pureza de coração e pelo seu amor, a si própria e aos seus próximos, eis que a chegada a hora de regozijar!!! Esta filha amada, eu mesmo quero apanha-la no colo... Aqui fica um pouco da minha história e meu carinho a todos que fazem parte desta família.
Ângelo Duarte