quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Quem é contra a corrupção de fato vota no PT

DO de SP: Alckmin autoriza quase R$ 700 mil
 para comprar 5,2 mil assinaturas da Veja
Se um governador petista resolvesse dar 670 mil reais de dinheiro público para a revista Veja puxar seu saco, como fez o governador demotucano Geraldo Alckmin, não iria faltar Judiciário, Ministério Público, Polícia Federal, Tribunal de Contas, dona Maria da Esquina pra processar, julgar, condenar e seviciar o político. Portanto, votar no PT é a única garantia de que, se o político se corromper, será punido. 

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Inscrições para o Prêmio Weps Brasil vão até o dia 31/10


Iniciativa é aberta às empresas que 
promovem equidade de gênero

Margaret Groff, diretora financeira da Itaipu Binacional 
As empresas que desenvolvem políticas e ações de equidade de gênero podem se inscrever até o próximo dia 31 de outubro para a segunda edição do Prêmio WEPs Brasil. A iniciativa é uma realização da ONU Mulheres, Pacto Global – Rede Brasileira, Itaipu Binacional e portal Tempo de Mulher.  As informações para o preenchimento da ficha de inscrição estão disponíveis no site www.premiowepsbrasil.org.

O prêmio tem como inspiração os Princípios para o Empoderamento da Mulheres (Women’s Empowerment  Principles), instituídos pela Organização das Nações Unidas. Já está constatado que os países com maior igualdade de gênero apresentam maior crescimento econômico. E que as empresas com mais mulheres em cargos de liderança exibem melhor produtividade.

A diretora financeira executiva da Itaipu, Margaret Groff, idealizadora do prêmio, diz que a “a premiação tem como objetivo contribuir para a disseminação da cultura e dos conceitos da equidade de gênero no Brasil e ampliar a consciência no meio empresarial sobre a importância do tema.”

Na primeira edição do prêmio, realizada em 2014, das 186 empresas que se inscreveram, representando todas as regiões do país, 32 chegaram à final, concorrendo nas categorias grande, média, micro e pequena empresas.

O que fazer para participar

A inscrição é gratuita e pode ser feita até o próximo dia 31 de outubro através do preenchimento da ficha de inscrição, que está disponível no site www.premiowepsbrasil.org.
As candidatas vão responder a um questionário que traz quantidades diferenciadas de indicadores, conforme o porte da empresa.

A avaliação será realizada por uma banca de juízes especialistas em equidade de gênero, que apontarão os vencedores nas categorias Ouro, Prata e Bronze e eventuais Menções Honrosas.

A Itaipu

Com 20 unidades geradoras e 14.000 MW de potência instalada, a Itaipu Binacional é líder mundial na geração de energia limpa e renovável, tendo produzido, desde 1984, mais de 2,2 bilhões de MWh. A hidrelétrica é responsável pelo abastecimento de aproximadamente 17% de toda a energia consumida pelo Brasil e de 75% do Paraguai. Desde 2003, Itaipu tem como missão empresarial “gerar energia elétrica de qualidade, com responsabilidade social e ambiental, impulsionando o desenvolvimento econômico, turístico e tecnológico, sustentável, no Brasil e no Paraguai”.


A empresa tem ainda como visão de futuro chegar a 2020 como “a geradora de energia limpa e renovável com o melhor desempenho operativo e as melhores práticas de sustentabilidade do mundo, impulsionando o desenvolvimento sustentável e a integração regional”.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Funcionários públicos encostados querem que o País se foda: eles não perdem emprego mesmo!


Em encontro com Dilma, Bill Gates desmente a mídia brasileira

Fonte: O Globo, 27/9/2015

A presidente Dilma Rousseff recebeu no fim da tarde deste domingo Bill Gates e sua mulher, Melinda. Considerado o homem mais rico do mundo, o fundador da Microsoft conversou com a presidente sobre programas de nutrição infantil. A fundação que leva seu nome e de sua mulher pode atuar em parceria com o governo brasileiro em programas na África, por exemplo.

Bill Gates e sua gata com Dilma Rousseff
O encontro ocorreu em Nova York, onde a chefe de Estado participa da 70ª Assembleia Geral da ONU. O encontro aconteceu após a circulação da notícia de que a fundação do milionário estaria processando a Petrobras, o que foi negado em nota pela instituição. A fundação com sede em Seattle é uma das maiores organizações de caridade do mundo, com doações de US$ 41,3 bilhões.

No início da reunião de 40 minutos, Bill afirmou à presidente que foi “um mal entendido” a informação de que sua fundação estava processando a Petrobras por perdas no mercado acionário. De acordo com nota divulgada pela organização, quem está processando a estatal é a Bill & Melinda Gates Trust, fundo que administra os ativos da Fundação Gates.

Ao final do encontro, Dilma convidou Gates para as Olimpíadas do Rio em 2016 e presenteou o casal com os mascotes dos Jogos e das Paralimpíadas, Tom e Vinícius. O casal saiu do hotel Plaza Athenée carregando os bichos de pelúcia.

sábado, 26 de setembro de 2015

Belchior cria Hino do PSOL: Dandy

Profeta rejeitado em sua terra, o magnífico poeta cearense (pleonasmo!) Belchior antecipou no tempo o Hino do PSOL (Partido Socialista de Lancheira). A letra define com precisão cirúrgica o pensamento e atitudes dos bravinhos Psolistas!

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Solução tecnológica facilita interação das empresas com as mídias sociais

Nesta era da informação digital, instantânea e múltipla, as empresas se veem diante de importantes desafios: como acompanhar em tempo real o que está sendo falado sobre elas nos meios de comunicação e nas mídias sociais? Como responder com rapidez ao que está sendo falado? Como usar de uma forma prática e ágil os novos instrumentos de comunicação online, como o SMS, WhatsApp e E-mail, para se relacionar com seus públicos de interesse? 

A Cliptime, empresa especializada em informação estratégica, lançou um conjunto de soluções tecnológicas, integradas numa plataforma única de trabalho, para responder a estas perguntas.

Denominado SigExpert Plus, o serviço reúne diferentes funcionalidades. Uma delas é o monitoramento da mídia tradicional e das redes sociais em tempo real. Com isso, a empresa identifica com rapidez as citações a ela, seus diretores e também críticas e assuntos polêmicos que podem gerar desdobramentos. 

O serviço possibilita também a criação de um grupo próprio de formadores de opinião para compartilhar automaticamente nas redes sociais, de forma coordenada, conteúdos de interesse da empresa. Assim, ela ganha agilidade para esclarecer dúvidas, mal-entendidos e aproveitar oportunidades de divulgação de seus produtos e serviços.

Além disso, o SigExpert Plus permite a organização de grupos de destinatários e a agilização da interação com eles. Funciona assim: a empresa tem uma série de públicos com os quais se relaciona: parceiros, imprensa, funcionários e fornecedores, por exemplo.  O sistema permite que sejam organizados mailings segmentados de cada um deles, para posterior envio automático de mensagens por E-mail, SMS e WhatsApp, já no formato adequado de cada mídia.

Este conjunto de soluções tecnológicas, integradas numa só plataforma, representa um grande apoio para as empresas no trabalho de comunicação e relacionamento com seus públicos e com a opinião pública.

Para saber sobre o SigExpert Plus:
www.cliptime.com.br
contato@cliptime.com.br

Sobre a Cliptime


A Cliptime é uma empresa da Rede M&C de Comunicação Integrada, que desde a sua criação, há três décadas, investe em soluções de tecnologia da informação para melhorar a comunicação de empresas, pessoas e instituições.


Na linha de produtos, oferece plataformas integradas de busca, organização e disponibilização de informação, bem como sistemas de compartilhamento de conteúdo e relacionamento via web com grupos de interesse.


Na linha de serviços, disponibiliza ao mercado expertise na análise e gerenciamento de mídia e imagem, suportada em ferramentas de TI específicas para comunicação.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Mensagem do espírito caboclo sir Winston Churchill

"Os ministros que estão dando entrevistas sobre o rebaixamento do grau de investimento do Brasil, determinado pela agência picareta Standard & Poors, deveriam ter em mente que "quem está assustado já está derrotado"! Outra coisa: o empresário imbecil que continuar apostando contra o Brasil e estimulando protestos de funcionários públicos e detentores de aposentadorias e pensões públicas milionárias que se prepare para vender a sua empresinha a estrangeiros na bacia das almas."

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Galeria Casa da imagem traz exposição de Bia Wouk e Lilian Gassen

A Galeria Casa da Imagem recebe no próximo sábado, 29/08, a partir das 10h30, duas exposições individuais das artistas Bia Wouk, com Cinema Particular, e Lilian Gassen, com a exposição A cor da cor.

A artista renomada Bia Wouk, após uma temporada fora do Brasil, retorna à cidade e presenteia a população com a belíssima exposição Cinema Particular. A mostra terá 15 desenhos em grande formato, inspirados no filme Acossado, de Jean Luc Godard. A relação destes desenhos com o cinema não se efetiva unicamente na apreensão das imagens do filme, mas o tempo é capturado pelos trabalhos da artista. Em seu trabalho, fica claro a estreita intimidade que a artista tem com a dimensão temporal e, em cada um deles, exercita uma vontade de não só mostrar a imagem, mas construir um enlace à imaginação dos seus expectadores, com o intuito de superar este momento de suspensão apanhado em imagem e sobressair uma atmosfera de sensualidade e de acontecimentos futuros.


A segunda exposição, A cor da cor, da talentosa Lilian Gassen, em sua segunda mostra individual na Galeria Casa da Imagem, a artista apresenta uma série de pequenas pinturas em guaches, que dão prosseguimento à sua busca em associar a vibração da cor com os volumes e movimentos edificados pelo desenho. A mostra toma como ponto de partida uma cor específica – amarela, vermelha, azul, verde, salmão, laranja – e a partir dessa natureza primeira, que ocorre como campo contextual, a cor agarra diversos subtons ou se engalfinha com outras cores para construir distintos amarelos, outros tantos azuis, múltiplos verdes, uma afinidade de laranjas.

Serviço
Onde: Galeria Casa Imagem
Endereço: Dr. Faivre, 591 – Centro
Fones: (41) 3362-4455 / 3532-2998
Data: Segunda a sexta: das 13h às 19h
           Sábado: das 10h30 às 14h
Contato: Marco Mello

Bia Wouk - Entre as suas obras estão:
Principais mostras individuais: MAM, Rio de Janeiro (1975); Galerie du Club 44, Genebra (1978); MAC, Curitiba (1981); Galerie Jean-Pierre Lavignes, Paris (19820; Paulo Figueiredo Galeria de Arte, São Paulo (1983); Simões de Assis Galeria de Arte, Curitiba (1986); Galeria de Arte Mexicano, Cidade do México (1984, 1986);
Principais mostras coletivas: 12a. e 13a. Bienal Internacional de São Paulo(1973, 1975); Salão Nacional de Arte Paranaense, Curitiba, artista convidada, prêmio de aquisição (1972, 1973); 22o. Salão Nacional de Arte Moderna, Rio de Janeiro (1973); Arte Contemporânea Latinoamericano, Museo de Arte Moderno, Cidade do México (1983); Encuentros de Artistas Latinoamericanos, Museo de Artes de la Universidad de Guadalajara (1994, 1995); Nano Exposição 7.0, Studio 44, Estocolmo (2009).

Lilian Gassen – Entre as suas obras estão:
 Exposições individuais
2014 - 328.954,32. Galeria Casa da Imagem. Curitiba; 2009 – Belvedere. Solar do Barão – Bolsa Produção. Curitiba; 2004 – Observatório. Museu Metropolitano de Arte. Curitiba

Principais exposições coletivas -2012 - Reabertura do MUMA. Museu Metropolitano de Arte. Curitiba; 2011 - Exposição coletiva. Galeria Casa da Imagem. Curitiba; 2010 - O estado da arte. Museu Oscar Niemeyer. Curitiba; 2009 - O corpo na Cidade. Solar do Barão. Curadoria de Paulo Reis; 2009 - Houston, we've had a problem. Galeria Casa da Imagem. Curitiba; 2006 - Mais Perto. Galeria Ybacatu. Curitiba.; 2005 – Desenhos. Musa. UFPR. ; 2004 - A matriz e a linguagem. Museu da Biblioteca Cordoba. Cordoba na Argentina; 2004 – nome. Casa Andrade Murici. Curitiba.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

MONITORAMENTO DE MÍDIA E DE REDES SOCIAIS: UM OLHO NO PEIXE, OUTRO NO GATO

Cada vez mais, monitorar as notícias que são publicadas nas mídias convencionais e nas mídias sociais se torna um fator decisivo na formulação das estratégias de comunicação das empresas. O acompanhamento sistematizado dos meios de comunicação e das redes sociais, além de revelar o que está sendo escrito e discutido pelos consumidores sobre suas marcas, produtos e serviços, também é utilizado para identificar tendências, apontar oportunidades e reverter situações de crise.

Algumas empresas estão usando as ferramentas tecnológicas disponibilizadas pelos serviços de monitoramento para aprimorar o atendimento, resolver dúvidas, prestar esclarecimentos, e discutir soluções diretamente com seus consumidores através das redes sociais.

Mídia e Redes Sociais

Um dos fatores que está exigindo hoje a atenção das empresas é a interconexão entre a mídia convencional e as mídias sociais. Uma notícia veiculada num jornal, por exemplo,  pode ser multiplicada em poucas horas e ganhar um alcance fantástico  ao ser postada nas redes sociais. E, com isso, causar um estrago muito grande na imagem da instituição se não for gerenciada a tempo.

Neste contexto, as assessorias de comunicação têm que trabalhar com um olho no peixe e outro no gato. Ou, em outras palavras, precisam acompanhar tudo o que sai nas redes sociais, ao mesmo tempo em que não podem se descuidar da cobertura dos meios de comunicação.

De olho nessa demanda do mercado a M&C,  empresa de Curitiba  especializada em informação estratégica, reuniu numa plataforma única de trabalho o clipping de mídia online  com o monitoramento de redes sociais. E está lançando o serviço com uma promoção especial para as assessorias de comunicação: R$ 980,00 ao mês, com direito ao monitoramento de três clientes.

Para a Diretora-Executiva da M&C Comunicação, Cristina Mello, o serviço “ vai ser uma mão na roda para jornalistas, profissionais de comunicação e de marketing  já que, ao acompanhar em tempo real tudo o que está sendo divulgado sobre seus clientes, vai possibilitar um envolvimento mais estratégico com eles. “ Afinal de contas, ela lembra, “informação é poder.”

Para saber mais sobre esta promoção, é só acessar a página no Facebook: www.facebook.com/mccomunicacao ou entrar em contato pelo telefone (41)3202-0000 ou pelo e-mail contato@mccomunicacao.com.br

“Empresa lança promoção especial para Assessorias de Comunicação: Monitoramento de Mídia + Monitoramento de Redes Sociais por R$ 980,00/mês.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Algumas brasileiras ainda não chegaram a 1915


Capistrano de Abreu
Quando estamos para eleger a primeira mulher Presidente da República do Brasil considero oportuno divulgar trecho de uma carta que escreveu o diplomata Martim Francisco Lafayette de Andrada ao amigo Capistrano de Abreu – grande historiado brasileiro e nosso tio-avô – em março de 1917. Martim escrevia de Bordeaux, França, e falava, entre outras coisas, da admirável conquista que as mulheres estavam realizando: a igualdade de direitos com o sexo masculino. O mundo, então, vivia a Primeira Guerra Mundial. É incrível como hoje, decorridos quase 100 anos, muitas mulheres brasileiras ainda acreditam que uma mulher não pode ocupar a Presidência da República.

“A mulher; leiteira que, na pré-história, dentro da caverna, se conservava ao lado da cria, enquanto o macho, em defensiva à entrada, vibrava a lasca de árvore e despedia a pedra, espada e artilharia primitivas; enquanto os vizinhos (os neutros) aguardavam dentre os resultados do combate a partilha da carne do vencido: a mulher, na Europa inteira, está a revelar idoneidade para todos os labores que eram, por decisão do homem, privilégio do mais forte, como tal se ele avaliando.

A aptidão da mulher para todos os trabalhos, que outrora lhe estiveram defesos, é hoje verdade incontestada. Sua superioridade analítica justifica as previdentes asserções de Stuart Mill; sua lida é mais delicada, mais honesta que a do homem.

Professora, médica, enfermeira, farmacêutica, hoteleira, guarda-livros, telefonista, mecânica, advogada, tudo isso e mais é a mulher na França; tudo menos eleitora e homem. Uma, jovem diplomada em Letras e em Direito, está trabalhando no Subsecretariado de Finanças: é a porta da governação que se abre ao feminismo.

Encerrado o grande conflito, acreditas que a mulher, desistindo de valor adquirido como capital humano, restitua ao marido mutilado ou ao irmão ensurdecido o emprego em que bem os substituiu? Resultante dum imprevisto metabolismo social, teremos a luta dos sexos sucedendo à das classes? Não exageremos os receios. Caso rivalidades apareçam, brandas interferências policiais renormalizarão a polissecular e inevitável convivência; e o mundo continuará a ser o mundo sob o influxo da mais justa e oportuna conquista de civilização: igualdade de direitos”.

Uma curiosidade - Em 11 de setembro de 1927, um mês após a morte de Capistrano, seus amigos fundaram a Sociedade Capistrano de Abreu, mas cometeram um ato que com a maior certeza do mundo desagradou o velho historiador cearense. Foi o seguinte: obtiveram a mudança do nome da rua onde ficava a casa de seu mestre, em Botafogo, chamada Travessa Honorina, para Rua Capistrano de Abreu. Honorina, para quem não sabe, era o nome da filha de Capistrano.

Cinco anos antes de Obama, o presidente Lula sabia o que fazer com o Irã

O sucesso do ex-presidente Lula é uma metáfora atravessada no cérebro (?) da pseudoelite vira-latas brasileira: o filho da empregada é mais inteligente, mais competente e mais bem-sucedido do que o filho do patrão.



Lula da Silva
O presidente Lula estava certo. A Veja, Folha, Globo, Estadão e uma anta que presidia Israel criticaram duramente o ex-presidente brasileiro quando, em 2010, apontou o caminho do diálogo com o Irã. Ontem, o presidente norte-americano, Barack Obama, tomou exatamente o caminho recomendado por Lula da Silva. É por isso que a pseudoelite brasileira, parasita de emprego público e cartórios tem tanto ódio de Lula. (A notícia a seguir é de 2010!!!!)

Lula defende solução 'construída' com a ONU para impasse com Irã

Mahmoud Ahmadinejad e Celso Amorim
Ahmadinejad se reuniu com o ministro Celso Amorim no mês passado
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira que o mundo "precisa" de uma proposta sobre o programa nuclear iraniano que envolva não apenas Teerã, mas também as Nações Unidas.
"Se houver possibilidade de construir junto com a agência atômica (AIEA, braço da ONU), junto com o Conselho de Segurança das Nações Unidas e junto com o Irã, uma proposta que seja aceita pelos dois lados, seria o que todo mundo precisa", disse.
Lula foi questionado por jornalistas sobre a notícia, veiculada pela agêcia oficial do Irã (Irna), de que Teerã teria concordado com uma "proposta brasileira" como solução para o impasse.
Segundo o presidente, o Brasil está disposto a "contribuir" no processo de negociação com o Irã. "Se o Brasil puder dar uma contribuição, pode ficar certo de que nós vamos dar", disse o presidente durante uma cerimônia no Palácio do Itamaraty.
De acordo com Lula, o Brasil está "empenhado", ao lado da Turquia, nas negociações com o Irã e vem discutindo o assunto com os "principais líderes" do mundo.
Lula disse ainda que está "muito otimista" com sua viagem a Teerã, no dia 15 de maio, quando se encontrará com o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.
"Estou muito otimista de ir ao Irã e tentar conversar com o presidente Ahmadinejad sobre a melhor saída", disse.
‘Mal entendido’
Durante toda a manhã, agências internacionais replicaram a notícia, originalmente publicada no site da agência oficial iraniana, de que Teerã teria concordado com uma "proposta brasileira".
Procurado pela BBC Brasil, o Ministério das Relações Exteriores disse, em Brasília, que houve um "mal entendido" e negou que o Brasil tenha oferecido uma nova proposta a Teerã.
O Itamaraty disse ainda que a "proposta brasileira" mencionada pela agência de notícias "provavelmente" se refere à posição do Brasil de tentar avançar nas negociações com o Irã tendo como base a proposta apresentada no ano passado pela AIEA.
A proposta prevê, entre outros pontos, o enriquecimento do urânio do Irã em um outro país, que depois devolveria o combustível nuclear a Teerã. Países como Rússia e Turquia têm sido os mais cotados a desempenhar esse papel.
http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2010/05/100505_ahmadinejadbrasil_ba.shtml

terça-feira, 14 de julho de 2015

Para entender as "pedaladas fiscais"

O ministro Augusto Nardes, do TCU, que pretende a reprovação das contas de 2014 da presidente Dilma Rousseff porque a Caixa Econômica adiantou valores ao Tesouro para pagamento do Bolsa Família e do Seguro Desemprego, foi citado na Operação Lava Jato como receptor de propina da empreiteira Camargo Corrêa.

É com essa moral que o funcionário do TCU se juntou a Aécio Neves – também acusado pela operação Lava Jato de receber propina de US$ 150 mil mensais de uma empresa fornecedora da estatal Furnas, durante o Governo de Fernando Henrique Cardoso – para atacar a presidente da República.

O adiantamento de recursos feito pela Caixa é apelidado “pedaladas fiscais” e já foi praticado no passado – sem sofrer qualquer reparo do TCU – pelos ex-presidentes FHC, Lula e a própria Dilma Rousseff.  Augusto Nardes, com a mesma desfaçatez com que se mantém no TCU mesmo acusado de receber propina fruto de dinheiro roubado da Petrobras, alega que no governo de FHC a prática ocorria, mas o TCU não havia conseguido detectá-la.

Ele próprio já havia admitido anteriormente que o governo FHC praticara as mesmas “pedaladas”, só que em volume menor do que as do governo atual. Agora jura que viu o “crocodilo”, sim, mas pensou que era uma "bolsa Louis Vuitton". Pelo que se vê, a concepção que o ministro Augusto Nardes faz de ilegalidade depende da dimensão da prática ou do olhar de conveniência.

Em resumo, é praticamente impossível se construir um país moderno com essa matéria-prima de homens públicos de quinta categoria.

domingo, 12 de julho de 2015

A Mídia é uma quadrilha organizada que vende proteção aos corruptos



A leitura atenta das revistas vagabundas Veja, Época e IstoÉ revela a estratégia da imprensa chantagista e de baixa qualidade de tentar enfraquecer a Presidente Dilma Rousseff e forçá-la a ceder às chantagens da quadrilha de FHC, Aécio Neves, José Serra. Por trás dessa tática estão grandes especuladores internacionais que apostaram contra o Brasil e estão perdendo dinheiro. Em jogo estão o petróleo do Pré-Sal e as companhias de energia de São Paulo (Cesp), Minas Gerais (Cemig) e Paraná (Copel).

O Demo/PSDB não consegui privatizar essas empresas para os seus sócios ocultos, porque o povo se levantou contra, e então o jeito foi vender metade das ações para especuladores internacionais (atenção: não são investidores, mas especuladores que pagam propina a políticos brasileiros em troca de ficar com o patrimônio público para cobrar tarifas altíssimas e prestar péssimo serviço. Vide o caso da privatização das telefônicas).

Este ano, O governo da Dilma Rousseff retomou para a União as concessões de 21 hidrelétricas das três companhias. O resultado é que o preço da energia vai cair. Hoje as empresas de energia vendem o megawatt-hora a R$ 150, porque esse preço embute a amortização do capital para construção das usinas. A partir de agora esse preço vai cair para R$ 27 MW/h, porque os consumidores já pagaram de sobra o custo da construção dessas hidrelétricas.

Se os tontos tivessem conseguido eleger o Aécio Neves, essas concessões seriam renovadas a R$ 150 MW/h, para alegria dos especuladores internacionais, dos DEMO/Tucanos, da imprensa vendedora de proteção a corruptos e da parte podre do Judiciário, que vende sentença e faz as ações contra o povo se arrastarem por décadas nos tribunais.

Entenderam agora porque a imprensa vagabunda e de baixa qualidade ataca tanto a Dilma Rousseff?

Entenda porque a Imprensa ataca tanto a Dilma Rousseff



Esta semana, 21 hidrelétricas operadas pela Copel, Cemig e Cesp voltaram a ser controladas pela União (governo federal). O megawatt-hora que elas estavam vendendo a R$ 150 vai BAIXAR para R$ 27. Isto porque o preço da energia embutia a amortização do capital para construção das usinas – que já foram pagas mais de 2 vezes e mesmo assim elas queriam continuar cobrando da população. É como se alguém comprasse uma TV em 24 meses e depois da última prestação a loja continuasse cobrando indefinidamente. A Dilma Rousseff acabou com essa farra. A Copel, por exemplo, metade pertence ao governo do Paraná e a outra metade a especuladores internacionais, que estavam acostumados a receber bônus vultosos em cima do MWh vendido a R$ 150, mas agora vão receber apenas sobre R$ 27. A imprensa e o PSDB/DEMO representam os interesses dos especuladores internacionais. Precisa dizer mais?

terça-feira, 7 de julho de 2015

Voto confirmado: Dilma Rousseff

Dilma Rousseff tem as mãos absolutamente limpas e isto não é pouca coisa num país em que senadores do PSDB/DEMO VENDERAM por R$ 10 milhões uma CPI da Petrobras que eles deveriam investigar (e ainda são protegidos covardemente por um juiz(?) Torquemada)!

terça-feira, 30 de junho de 2015

O ciúme, o ciumento e o inferno do amor possessivo

Fonte: Psicólogo Luís Vasconcelos (http://luisvasconcellos.zip.net/)
Mais artigos nos endereços: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/categoria2.asp?aut=33&p=1

Ciúme, o inferno do pseudo-amor possessivo
Capítulo primeiro


Todo(a) ciumento(a) afasta, invalida e projeta sobre o outro suas próprias negatividades. Não demora, o outro começa a pensar em se livrar, em se separar e foi o ciumento que, com suas ações, acabou antecipando ou  precipitando isto.
O(A) ciumento(a) não é consciente nem parece entender que exatamente aquilo que ele(a) afirma ser o seu maior medo (o do abandono, o de ser trocado por outra pessoa) constitui exatamente o resultado natural de suas próprias ações sobre o outro.

O ciumento típico costuma atribuir ao companheiro o seu persistente sentimento de perda, sua permanente ameaça de rejeição, no entanto o ciumento é muito mais um rejeitador do que um rejeitado. Ele se antecipa, atuando como rejeitado antes que a possível rejeição aconteça, de modo que, se ela acontecer, ele não seja pego de surpresa, pois está preparado para a rejeição (pelo seu pensamento e sentimento negativos, pelo seu senso de ameaça que nunca descansa) já que, todo o tempo, ele espera por ela, imagina a rejeição...  Não é à toa que o ciumento acredita que faz todo o esforço para evita-la.
O ciumento tem que perceber e admitir que depois que ele entra em um transe de ciume, ele não é mais dono de si, não controla sua imaginação nem suas emoções e não é mais capaz de nada parecido com uma ação racional. O ciumento encontra-se possuído por forças inconscientes durante a crise. Isso precisa ser admitido antes que qualquer outra possibilidade de entendimento (de si mesmo)  possa ocorrer.  Este é o ponto de partida e o principal conhecimento de que um ciumento necessita: o do esclarecimento do teor e do sentido de suas crises. Geralmente, a ajuda especializada de um psicólogo é o único caminho de saída.
Vamos refletir juntos e tentar ajudar: Paradoxalmente, o(a) ciumento(a), durante seus transes,  empurra o(a) companheiro(a) para longe de si, afasta, desconfia, invalida, desconsidera os argumentos do companheiro(a) quando alguém lhe diz que está louco ou que vive imaginando coisas...  
Isto acontece porque, para o ciumento, as “fantasias negativas de rejeição” são realidades aguardando a validação dos fatos vividos.  Ou seja, ele já vive rejeitado, aguardando que os fatos vividos comprovem esta realidade, na qual ele vive.  Ele se sente como um investigador policial em busca de fatos comprobatórios, mas lhe escapa a parte emocional e inconsciente, que demonstra de modo claro e límpido o evidente preconceito nutrido em seu íntimo. 
Possuído pelo viés negativo inconsciente, ele transforma em culpado aquele que ele investiga, antes mesmo de qualquer evidência. Ele sofre e faz com que seu companheiro sofra, mas não consegue ver em seus atos, pensamentos, sentimentos e expectativas negativas a razão ou o motivo de seu sofrimento. 
Esta inconsciência de sua realidade psicológica já levou pro abismo muitos ciumentos que, em seus relacionamentos, de outro modo, poderiam produzir resultados melhores, fazendo frutificar estas relações ao invés de torna-las estéreis e negativas. 
Um ciumento típico trabalha para o próprio fracasso muito mais do que ele ou ela é capaz de admitir, mas isto nem de longe modifica os fatos vividos. Para sua própria infelicidade, o aspecto destrutivo, existente no íntimo do ciumento, é tornado inconsciente e obscurecido pelo fato de que, para este, o problema encontra-se NO OUTRO, que não é digno de confiança:
Ele(a) diz: “Ninguém é confiável, só os ingênuos se arriscam a confiar em alguém!”
Em verdade um ciumento típico não conhece algo que mereça o nome de “confiança”, sentimento este que constitui uma espécie de aposta do Ser, que a entrega ao outro, sem qualquer possibilidade de confirmação ou certeza.  Costumo dizer que se alguém entrega “confiança”, o outro pode ser neutro, atrapalhar ou ajudar, mas não depende do outro, a energia que sustenta uma “confiança,” que é positiva, vibrante e se assemelha com sentir esperança, fé, imaginando o melhor e desejando o melhor.
Vamos ensaiar uma descrição resumida sobre o processo que se passa no íntimo do ciumento dominado pelo seu medo de perder e desgastando-se  na tentativa de controlar a vida do outro  >>>
1-      O medo de perder o companheiro o leva a controlar e
2-      à vigilância e às medidas de defesa contra a liberdade do outro.
3-      A liberdade do outro se torna a maior ameaça ao sucesso no controle
4-      então, a liberdade do outro tem que ser suprimida.
5-      Depois de suprimida a liberdade do outro sobra a conclusão de que somente a submissão dele garantirá o controle.
6-      A submissão do outro nunca é completa então fica a desconfiança de que sempre que puder ele fugirá ao controle e à vigilância.
7-      Daí realinham-se os propósitos iniciais e o controle passa a ser necessário sobre os mínimos atos e momentos do outro, de modo a conseguir a certeza do resultado: o outro não se afastará, não será perdido, não me abandonará, não me trocará por outra pessoa melhor que eu!!!


O ciumento vive inconsciente do fato de que ele mesmo afasta o outro, separa o outro, pois quase nunca foi, de fato, capaz de real proximidade e amor, descontando-se claro a fase inicial da conquista. A ressonância, se existiu no fase inicial do relacionamento, criava uma atmosfera emocional e sentimental que, como energia, construía alguma  “confiança” e trazia alguma tranquilidade. 
Devido aos primeiros conflitos de opiniões ou pontos de vista, devido às primeiras brigas e questionamentos, a pseudo-confiança é aos poucos substituída pela desconfiança que sempre existiu, mas estava dormente, residual, aguardando uma oportunidade de se oferecer.
Geralmente, existiu alguma situação específica que fez ou faz o sentimento da desconfiança acordar, contudo nada obrigou ou obriga que ele persista e não desapareça nunca mais. Uma vez que algo acabe convencendo o ciumento de que ele está ameaçado de perder o companheiro, surge a necessidade do agir perante o persistente perigo, o que leva ao controle e às vezes à exigência da obrigatoriedade da presença do outro em todos os momentos e, quando isso não é possível, daí os mecanismos de controle da liberdade do outro tomam a forma de constantes telefonemas, investigações na bolsa ou carteira, leitura das mensagens armazenadas nos celulares, emails e assim por diante.
O ciumento imagina que o outro não sabe que tudo isso é jogo e que tudo isso não representa uma real preocupação amorosa com o companheiro de relação e sim, um pesado fardo de desconfiança e controle, sempre cheio de ansiedade e vazio.

Naturalmente o companheiro aceita o jogo, pois desequilibrar o ciumento é querer que o inferno se instale na relação.  Qualquer pessoa inteligente, nesta hora, evitaria o inferno, mas é assim que o ciumento acaba instalando no companheiro um censor de movimentos e de atividades pessoais: o ciumento consegue isso através de ameaças de que entrará em crise e que a relação se tornará infernal, ao que o companheiro reage reduzindo sua liberdade e tentando mostrar-se confiável, com evitações e cuidados dos mais variados tipos, tentando também controlar a crise infernal de ciumes do outro e então finge pra si mesmo, que conseguiu alguma paz, como se o inferno já não estivesse acontecendo defronte seus olhos... podendo mostrar-se de novo a qualquer momento...

Enquanto se evita a crise de insegurança do ciumento o problema permanece intocado, no entanto, infelizmente, de nada serve que o companheiro do ciumento faça todo tipo de esforço e pague com sua própria liberdade,  mesmo assim o problema do ciumento (e sua desconfiança) permanece exatamente o mesmo, intocado, pronto para ser repetido, seus mecanismos de controle, suas cenas de emoções negativas e tudo o mais que constitui aqui o que chamo de inferno do pseudo-amor possessivo.
O companheiro do ciumento faria grande favor a ele se agisse de modo livre e não se preocupasse com o que o outro pensa, já que ele pensa sempre coisas negativas e não tem o menor respeito pela alteridade e sinceridade do outro. Não compactuar com o ciumento é, em verdade, a única chance de ajuda-lo.
Dar testemunho de si mesmo, fazer relatórios verificáveis sobre onde esteve e com quem esteve só deveria servir para a descoberta de que o ciumento vive muito sózinho, pois o testemunho do outro nunca tem valor, o outro não é ouvido e seus testemunhos são sempre recebidos como atitudes e expressões de alguém muito suspeito, não importando se o parceiro é ou não é merecedor disto. Um ciumento típico invalidade o testemunho do outro insistentemente.
   Quando alguém aceita ser possuído por outra pessoa e abdica de seus direitos humanos e à liberdade de movimento, de ação e de expressão então, é claro, estará tudo em paz a partir deste ponto.  Lamento dizer que a chance disso funcionar é de 0%. 
Um ciumento típico precisa de ajuda especializada e alguém envolvido emocionalmente com ele, provavelmente, não servirá de ajuda ou mesmo pode dificultar ainda mais a situação, que já é bastante confusa, conforme me esforcei em descrever aqui.

 O ciumento pode prometer não ter mais crises e, no entanto, não conseguir ter qualquer controle sobre suas crises e é humilhante para UM TÍPICO CONTROLADOR descobrir-se controlado (por suas fantasias negativas).  Mas esta descoberta, quando acontece, costuma ser uma grande motivação para uma cura acontecer.

O ciumento não se imagina como um criador.  Muito menos ele está consciente do fato de que ele origina suas imaginações negativas.  Ele não se vê como autor daquilo mesmo que ele imagina.
Sob o ponto de vista do ciumento, o desapego nunca existe, o gosto por ver o outro feliz por estar fazendo ou vivendo aquilo que deseja (e lhe dá prazer) não é experimentado, o ciumento não conhece este tipo de prazer, seu medo é tamanho, que a simples exposição à possibilidade da liberdade e prazer do outro traz nuvens negras e pesadas para o “céu” do ciumento, os alarmes dão sinal vermelho e os bombeiros internos correm para “apagar o incêndio,” motivado por alarmes falsos, no mais das vezes. 
Pior do que um ciumento típico funcionar deste modo tão inseguro é o companheiro do ciumento ser alguém que não suporta viver sem alguém que o ccontrole, o possua, o queira sempre sob sua supervisão e atenção. Cria-se aí um contrato emocional estremamente intenso e negativo, porém os envolvidos não percebem isso como negativo e a ilusão de que isto seja alguma forma de amor ou modo de demonstrar que o outro importa e tem valor para si obscurece a verdadeira natureza do vínculo, que é negativa... Se assim não fosse, o alvo do ciumento quebraria o contrato e procuraria exercer o seu direito inalienável à liberdade e prazer. Se não houvesse uma contrapartida do alvo de ciume, ele não iria corresponder ao ciumento e fazer o jogo esperado por aquele, não, ele claramente colocaria um fim a este jogo e iria cuidar da própria vida. 
Para algo assim acontecer, o companheiro do ciumento teve que evoluir além e apesar dos esforços do ciumento para que ele não se liberte, para que não se afaste, para que não se torne independente e dono de si mesmo.
Caso o companheiro do ciumento pague o preço de correr atrás de seu valor e sentido na vida, verá que, na verdade, para o ciumento ele nunca existiu de fato, só existiu o “outro” que ele fantasiou e ele não conheceu a pessoa que com ele está, de modo algum. 
Pois é, ser alguém tipicamente ciumento afasta, separa, quebra vínculos, enfraquece os elos de união, empobrece os sentimentos como o amor, o respeito, a consideração pelo bem estar do outro, que, ao ciumento não importa, nem é sua preocupação ou seu objetivo, pois um ciumento típico nem mesmo tem o outro como foco de seus pensamentos e atenções, seu único foco está em si mesmo, todo ciumento típico é um tremendo egoísta e egocêntrico e nunca se arrepende disto, nunca pede perdão por isso, finge estar cheio de razão e se sente justificado naquilo que faz e provoca sobre o outro. 

Felizmente, nem todos os ciumentos se encaixam completamente neste quadro negativo extremo. O meu exagero aqui é proposital e deve-se ao fato de necessitar estabelecer um modelo que permita pensar na questão.  Não sei o grau de negatividade que cada relacionamento pode estar atingindo, então exagero de modo a mostrar o que será se piorar... Portanto há salvação para aqueles que lutem e usem suas consciências para evoluir e aprender para além do seu problema de insegurança e controle.
Vou chamar aqui de “ciumento típico” aquele que não admite precisar aprender algo e superar seus problemas. Um ciumento típico é totalmente cego para as conseqüências do que é e faz no relacionamento e quem devia denunciar este triste estado das coisas não o faz possivelmente por estar também perdido de si mesmo, por razões outras e complementares, mas ainda assim perdido igualmente em um relacionamento que acaba ficando sem graça, rotineiro e sem sentido em breve espaço de tempo, sobrando apenas obrigações e deveres de um para com o outro. 

Todo mundo, não demora, se queixa do estado das coisas, mas o que quase sempre ninguém faz é olhar para o lado psicológico de si mesmo, quase ninguém age para alterar o estado de coisas em seu íntimo e daí todo mundo reclama do outro, dos outros, da outra,  mas todo mundo continua fazendo exatamente aquilo que provoca o sofrimento, a separação ou uma vida “sem graça,” estruturada na insegurança íntima e na carência individual dos envolvidos.

O inferno do Pseudo-amor possessivo CAP II
A interdependência entre o Controlado e seu Controlador
cap II – continuação de “O Inferno do Pseudo-Amor Possessivo”.

Esta reflexão visa abordar o ponto de vista do companheiro(a) do ciumento, que geralmente se descreve apenas como uma “vítima” do ciúme alheio.   Em verdade, ambos estão em um tipo de contrato, pois assim como
1- um típico controlador precisa de alguém do tipo “controlável”,
2- alguém que se aceita controlado precisa de alguém que seja controlador, um comandante que exerça este tipo de função...
Então, quando pensamos que todo relacionamento é invariavelmente construído por contratos e, no mais das vezes, contratos inconscientemente estabelecidos, então o ciumento e o alvo do ciúme vivem sob algo assim como um contrato. 
São carências que se complementam e que somadas criam o inferno no relacionamento.  Neste caso, assim como em muitos outros tipos de complementariedade, algoz e vítima se confundem para quem consegue perceber como atuam as Polaridades na vida humana e relacional.
O(A) companheiro(a) do ciumento pode ser alguém que também teme ser abandonado, mas age de modo passivo e submisso diante deste fato, enquanto que o ciumento típico é ativo e age sobre o outro para controla-lo e mante-lo sob seus domínios.
Estas polaridades – a Ativa e a Passiva – surgem como uma complementação e compensação entre os dois.
As pessoas são atraídas para seus opostos em uma busca de tornarem-se completas, ao menos buscam isso e quanto a isso não resta dúvida.
Em realidade, temos que nos render ao fato de que, nos casais humanos de todo tipo, existem também os “contratos negativos” e existem relacionamentos com bases em aspectos nada saudáveis dos envolvidos.

Um relacionamento maduro pressupõe o desenvolvimento de cada um, como individuo completo e independente, para além de suas histórias familiares e na superação de seus “passados vividos.”
Muito importante lembrar: O outro, (o(a) companheiro(a), merece que vc o(a) encontre, a ELE(A), e não aos fantasmas do seu passado projetados nele(a).
Um ciumento típico tem uma história e nela ele foi – com alta probabilidade – “passado pra trás”, rejeitado e se sente invalidado.  Um ciumento típico está tão dominado por seus sentimentos de rejeição, que nem mesmo tem o outro como foco de seus pensamentos e atenções, seu único foco está em si mesmo.  Pois é... ser alguém tipicamente ciumento afasta, separa, quebra vínculos, enfraquece os elos de união, empobrece os sentimentos como o amor, o respeito, a consideração pelo bem estar do outro, que, ao ciumento não parece importar, tão preso que está aos seus ameaçadores medos de perda, rejeição e abandono.  

E quem vive sofrendo por isto na relação com o outro faz o que? Bem, o “outro lado da moeda”  podem haver conflitos de outro tipo, porém complementares.
Cria-se aí um contrato emocional extremamente intenso e negativo, porém os envolvidos nem sempre percebem isso como negativo e a ilusão de que isto seja alguma forma de amor ou algum modo de demonstrar que o outro tem valor para si, obscurece a verdadeira natureza do vínculo, que é negativa...
Fazer os casais conscientizarem esta complementariedade é o primeiro passo na terapia de casais com este tipo de desequilíbrio.

Caso o companheiro do ciumento pague o preço de correr atrás de seu valor e sentido na vida, verá que, na verdade, para o ciumento, ele nunca existiu de fato, só existiu aquele(a) “outro(a)” que o ciumento construiu com suas fantasias de rejeição e abandono. Na prática, ninguém erra muito se concluir que o ciumento não conhece muito bem a pessoa que com ele está – demonstrando isto especialmente no auge de suas crises de insegurança e rejeição.

Mas é justamente aí que reside o problema e a solução, pois o ciumento se vê atraído e apaixonado - para sua própria desgraça e sofrimento – por alguém que não suporte ficar ou existir sozinho e, aí, fecha-se um círculo vicioso que estreita e aperta os nós que prendem um ao outro. 
Pior do que um ciumento desejar
1-   alguém sem vida própria e
2-   que ele possa controlar é
3-   alguém entender, isto que o ciumento faz,  como expressão de que se importa e que ama o alvo de seu ciúme...
Em verdade, a Insegurança de perder o outro os une, mas o(a) companheiro(a) do ciumento geralmente não é alguém possessivo no sentido literal, ele pode ser alguém que mantém o domínio sobre o outro de modo passivo, desapercebido, através de jogos dissimuladores. Daí, por conta de suas próprias inseguranças, ainda que ele(a) não procure controlar (explicitamente) a vida do outro, o resultado é que ele vive cheio de temores de perder, temores da solidão e talvez se guie pelo ditado : “ruim com ele(a), pior sem ele(a)”.  Talvez passe por sua cabeça os pensamentos: “Se não tenho de fato uma companhia, um companheiro(a), pelo menos tenho alguém ao meu lado e que parece dar importância a mim”.

O(a) companheiro(a) de um ciumento típico tem também um tipo de missão psicológica para ser cumprida, pois ele(a) sofrerá muito diante da verdade: ele(a) tem que se render ao fato de que já está sozinho, se sente só e desacompanhado, ao lado de alguém que só tem olhos para seu próprio umbigo e só se importa consigo mesmo e com os próprios temores, que nunca cessam.  A atenção redobrada que um ciumento típico promove sobre o outro, parece servir também para construir, para o alvo do ciúme, uma sensação/ilusão do tipo: "alguém se importa muito comigo" ou então "sou importante para alguém".
Não por acaso, é justamente de uma real solidão, que o(a) companheiro(a) de um ciumento típico pode estar fugindo.
Cada qual tem motivos diferentes para viver neste contrato, o ciumento é ativo e não quer perder. Seu companheiro(a) pode ser, p.ex., alguém muito carente de atenção... 
Há problemas e estes são solucionáveis e existem conflitos, estes são insolúveis. Vou chamar aqui de “conflito insolúvel" aquele construído por aquelas pessoas que não admitem estar nele e preferem aparentar não necessitar ajuda para superar seus problemas... Infelizmente, estas pessoas existem em ambos os lados de um “conflito insolúvel”.  Os conflitos deste tipo se baseiam em complementariedades típicas... Para um controlador, um controlado; para um possessivo um possuído; para um ativo, um passivo...  
O meu exagero é aqui proposital e deve-se ao fato de que não posso saber o grau de negatividade que cada pessoa pode estar nutrindo,. No mínimo, a descrição deste quadro conflitivo, deve servir como advertência...
Um ciumento típico é totalmente cego para as conseqüências do que entrega e do que provoca no relacionamento e quem devia denunciar este triste estado das coisas geralmente não o faz, possivelmente por estar também perdido de si mesmo, por razões outras e complementares, mas ainda assim igualmente perdido em um relacionamento.  Muitas vezes esta sensação vem após breve espaço de tempo, sobrando apenas obrigações e deveres de um para com o outro. 

Em nenhum sentido o quadro aqui descrito é uma coincidência e sim fruto da ação de Polaridades no momento em que se construiu inconscientemente o contrato.

Quando, na terapia, um casal começa a desanuviar sua vida de relação e tomar consciência do que se passa entre eles, acaba por descobrir a natureza do jogo no qual ambos estão envolvidos e a compreensão assim atingida começa a fazer a diferença. Então vemos que os sentimentos positivos existiam, porém estavam obscurecidos e vencidos pelos conflitos. 

As pessoas encontram no relacionamento não apenas a satisfação sexual, emocional ou material, mas buscam a possibilidade de viver um equilíbrio e harmonia com o outro.  No entanto, isso tem uma exigência psicológica: faz-se necessário o desenvolvimento de uma consciência de si mesmo.  Sem Consciência de si próprios não há esperança de atingir e realizar suas possibilidades e talentos pessoais. Portanto, há salvação para aqueles que lutem e usem suas consciências para evoluir e aprender para além do seu problema de insegurança e controle.

Ciúme e desconfiança sob um ponto de vista psicológico
Acesse o conteúdo completo em: http://www.stum.com.br/conteudo/c.asp?id=2327&onde=1
Ciúme e desconfiança sob um ponto de vista psicológico
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Ciúme e desconfiança sob um ponto de vista psicológico
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