sábado, 15 de dezembro de 2012

Banqueiros e Mídia subornam Marcos Valério para envolver Lula no Mensalão

Acordo de R$ 17 milhões teria convencido o empresário a envolver o ex-presidente Lula no 'mensalão', de acordo com o ator José de Abreu; dinheiro teria sido reunido por grupo de empresários, políticos, além de Roberto Civita, dono da Veja; condição era que declarações saíssem primeiro na revista semanal, que em setembro deu capa com Marcos Valério; procurada, editora Abril se calou.

15 de Dezembro de 2012 às 07:17

Fonte: Site 247

Declarações de um advogado feitas na madrugada desta sexta-feira denunciam suposta trama que envolve um acordo de R$ 17 milhões para convencer o empresário Marcos Valério a denunciar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do 'mensalão'. A conversa, que teria acontecido num restaurante de Brasília, foi noticiada nesta manhã pelo ator e ativista político José de Abreu, via Twitter.
Ao 247, Abreu não deu mais informações sobre quem seria o advogado, mas garantiu que não se trata de Marcelo Leonardo, representante do publicitário mineiro na Ação Penal 470, da qual seu cliente foi condenado com uma pena que passa dos 40 anos. Marcelo Leonardo sequer teria concordado com o acerto. Quanto à fonte que lhe revelou o diálogo, ele se limitou a dizer: "É um político da oposição".
"Estou repassando o que me contaram, foi nessa madrugada. Uma pessoa ouviu do advogado, que começou a falar mais alto num restaurante de Brasília. Era um lugar menos nobre, não era tipo um Piantella", descreveu José de Abreu, em referência ao famoso ponto de encontro de políticos da capital federal. Segundo ele, há ainda prometido ao empresário dois apartamentos nos Estados Unidos, um em Miami e outro em Nova York, "FORA o pagamento de TODAS as multas financeiras a que MV foi condenado".
O acerto teria sido feito sob a condição de que as revelações contra Lula sairiam primeiramente na revista Veja. Em setembro, uma reportagem de capa intitulada "Os segredos de Valério" traz frases atribuídas a interlocutores próximos ao empresário apontando o ex-presidente como chefe do 'mensalão'. Segundo o advogado, o dinheiro para pagar Marcos Valério teria vindo de uma "composição financeira" envolvendo empresários, políticos e o próprio dono da semanal, Roberto Civita, quem, segundo ele, seria o responsável pela organização da 'vaquinha'.
Posteriormente à publicação da reportagem, foi levantado um debate na imprensa e nas redes sociais que questionava a veracidade das denúncias e a existência de um áudio que comprovasse a entrevista. O colunista do jornal O Globo, Ricardo Noblat, liderou a defesa à revista, garantindo que havia, sim, uma "fita" com as revelações de Valério. Procurada pelo 247 para comentar as denúncias, a assessoria de imprensa da Editora Abril não respondeu até a publicação dessa reportagem.
Futuro dos filhos
A intenção de Marcos Valério seria "deixar bem os filhos", postou o responsável pelas revelações. Ao 247, o ator acrescentou que há psiquiatras e psicólogos envolvidos e que o publicitário não passa bem. "Cada imóvel teria sido colocado em nome de cada filho de MV. A saída de casa, a "farsa da separação" segundo o advogado bêbado, fazem parte", escreveu José de Abreu, em referência ao acordo. Valério andava muito deprimido e não queria deixar a família sem garantias quando ele fosse para a prisão, conta Abreu.
Falou, tem que provar
As denúncias, porém, teriam de ser provadas. "Uma parte da grana só seria paga se MV conseguisse que abrissem processo contra Lula", escreveu José de Abreu no microblog. Depois de três meses da reportagem publicada por Veja, o jornal O Estado de S.Paulo revelou, nesta semana, parte de um depoimento do empresário à Procuradoria Geral da República feito em 2003, com mais revelações sobre o ex-presidente.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Parabéns, Presidente Dilma!

Dilma, Zé Alencar e Lula: três craques!

Isso nunca acontece comigo!!!


Folha de SPaulo e The Vila Biscaia Post, 14/12/2012

Caixa é condenada a pagar R$ 100 mil a funcionário que sofreu assédio da chefe

A CEF (Caixa Econômica Federal) foi condenada em um caso raro: terá de pagar R$ 100 mil de indenização a um funcionário meio boiola que sofreu assédio moral e sexual de sua chefe, gerente de uma unidade da instituição.

BOCA 2
Modelo fotográfico (tá explicado), ele relatou à Justiça que a chefe sempre elogiava a sua beleza usando "termos lascivos". Diariamente, insistiria para que saíssem juntos depois do trabalho. Rejeitada, a mulher teria passado a chamá-lo, com razão, de "incompetente, inútil e imbecil". Depois, cortou uma gratificação especial que o modelo recebia como caixa-executivo, já que ele não executava coisa alguma.

BOCA 3
Além do depoimento do funcionário, testemunhas relataram que a vida dele virou "um inferno" com as cantadas da chefe (o que seria o céu para ele???). A CEF recorreu, mas acabou derrotada.

Chilenos não passam no teste da calcinha

Uma modelo fez uma experiência inusitada para testar a solidariedade de pedestres nas ruas do Chile. A morena levantou a saia e deixou a calcinha à mostra para verificar se as pessoas seriam atenciosas e a avisassem sobre a situação constrangedora. Alguns não pensam duas vezes em alertar a moça sobre a saia justa. Já outros apreciam tanto a cena, que preferem ficar quietos e admirar a beldade de longe.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Declaração conjunta da Fundação Jean Jaurès e do Instituto Lula


A globalização é um imenso desafio com o qual se confronta a humanidade.
Ela tem um poder formidável de mudança para todas as sociedades: a mudança econômica, com a intensificação das trocas; a mudança cultural, pois essas trocas possibilitam a circulação de ideias e a transformação das práticas culturais e de costumes; a mudança política, já que a emergência de preocupações partilhadas exige uma vontade comum de agir e de superar conjuntamente as dificuldades.
No entanto, a globalização, da forma que ocorre atualmente, está longe de satisfazer as aspirações que legitimamente suscita.
A crise econômica internacional agrava a concorrência entre os países e as sociedades. Ela atinge os mais vulneráveis, particularmente os trabalhadores e os jovens. Ela afeta a todos os países, os que estão em recessão e os que estão em crescimento. Ela conduz governos a adiar as decisões necessárias para prevenir o aquecimento global, sendo que a exaustão e a degradação dos recursos naturais corre o risco de atingir um ponto de não-retorno devido à falta de uma ação planejada de forma conjunta.
Sejamos claros: hoje, a globalização divide ao invés de unir.
Isoladas, as políticas de austeridade mostraram seus limites para encontrar a saída da crise. A retomada ainda não esta garantida, ao mesmo tempo em que os direitos econômicos e sociais estão ameaçados. É imprescindível que sejam adotadas políticas de crescimento. Somente assim a globalização poderá garantir o respeito à coesão social e ao meio ambiente.
Uma nova governança é necessária para, de um lado, regular os conflitos entre as nações e garantir a paz e, de outro, permitir que cada nação realize o modelo de sociedade que escolheu. Os poderes públicos devem garantir que todos tenham oportunidades de desenvolver suas capacidades individuais. Devem também trabalhar em prol da perenidade do meio ambiente para as gerações futuras.
Mas um novo mundo está em gestação para responder aos desafios sociais, ambientais e políticos da globalização. A sociedade civil mundial se tornou uma realidade tangível. Políticas públicas inovadoras e outros modos de governar surgem em todos os continentes, particularmente nos países emergentes e em desenvolvimento. As instâncias multilaterais também estão se reconfigurando. A constituição do G20 reflete a mudança dos equilíbrios mundiais, mas seu impacto ainda limitado ilustra a dificuldade dos governos de chegarem a um acordo e de agir de forma concreta.
As respostas às questões colocadas pela globalização não se afirmarão espontaneamente. Elas se construirão pelo diálogo, pelo debate das opiniões dos estudiosos e pela mobilização dos atores e dos povos, no sentido mais amplo.
É por isso que, a partir deste fórum que se reuniu em Paris nos dias 11 e 12 de dezembro, lançamos um chamado para as outras fundações políticas e institutos progressistas do mundo inteiro: vamos constituir a iniciativa “Fundações pelo Progresso Social”. Fiéis à nossa vocação e à nossa missão, vamos nos reunir periodicamente para debater, escutar, propor. Vamos fazer emergir convergências e consensos; vamos nos unir para ter uma influência nos destinos do mundo.
Os riscos que atualmente ameaçam a humanidade são grandes demais para nos focarmos apenas em uma gestão de curto prazo destes problemas.
Fazemos uma conclamação em defesa da confiança na capacidade humana de se reinventar e do poder criador de nossa sociedade-mundo, para sair definitivamente da crise e construir as bases de um futuro harmonioso que possa ser compartilhado por todos.

Seleção Google: 100º ano do nascimento de Luiz Gonzaga




Luiz Gonzaga do Nascimento (Exu, 13 de dezembro de 1912 – Recife, 2 de agosto de 1989) foi um compositor popular brasileiro, conhecido como o Rei do baião.[2] Foi uma das mais completas, importantes e inventivas figuras da música popular brasileira. Cantando acompanhado de sua sanfona, zabumba e triângulo, levou a alegria das festas juninas e dos forrós pé-de-serra, bem como a pobreza, as tristezas e as injustiças de sua árida terra, o sertão nordestino, para o resto do país, numa época em que a maioria das pessoas desconhecia o baião, o xote e o xaxado.

Admirado por grandes músicos, como Dorival Caymmi, Gilberto Gil, Raul Seixas, Caetano Veloso, entre outros, o genial instrumentista e sofisticado inventor de melodia e harmonias,[3] ganhou notoriedade com as antológicas canções "Baião" (1946), "Asa Branca" (1947), "Siridó" (1948), "Juazeiro" (1948), "Qui Nem Jiló" (1949) e "Baião de Dois" (1950). Pai do grande cantor e composior Gonzaguinha, autor de obras como Ensaio Geral, entre centenas de outros sucessos. Gonzaguinha morreu em 1996, em acidente ocorrido no Oeste do Paraná, onde estava cumprindo programação de shows.


Os mineros precisam "pegá e se cuidá mais!"


quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Lula na França: os causadores da crise não são denunciados na mídia, porque pagam anúncios nessa mesma mídia

Segue o discurso do presidente no encerramento do “Fórum pelo progresso social. O crescimento como saída para a crise”, organizado pelo Instituto Lula e pela Fundação Jean-Jaurès, em Paris.

Ao final de sua fala, Lula voltou a dizer que esta não é uma crise causada pelos trabalhadores e que é injusto que eles paguem, com desemprego e recessão, por ela. E elogiou Dilma e Hollande porque, no lugar de escolher um encontro entre presidentes, aceitaram ampliar o debate, nesta conferência organizada pelo Instituto Lula e pela Fundação Jean-Jaurès. “Vamos ouvir todo mundo, não tem problema que tenha gente mais radical, menos radical. Sabe por quê? Porque essa crise não é minha nem sua, é da responsabilidade de gente que a gente nem conhece”, lembrando que nunca viu cara de banqueiro no jornal “porque são eles [os banqueiros] que pagam as propagandas que saem lá”.



Cachoeira bem que queria ser, mas Garganta Profunda mesmo é a Andressa

Não se enganem: Garganta Profunda é a de rendinha
O governador de fato de Goiás, bicheiro Carlinhos Cachoeira (PSDB/DEMO-GO), saiu ontem novamente da cadeia pelas mãos do desembargador Tourinho Neto, que consderou a prisão do mega contraventor, condenado a 80 anos de reclusão, uma "inconstitucionalidade". Tão logo viu-se livre das grades, o governador Cachoeira, que presenteou seu braço direito e governador de direito de Goiás, Marconi Perillo (DEMO/PSDB-GO) com uma mansão, declarou ser o "garganta profunda do PT". Ora, todo o mundo sabe que Garganta Profunda mesmo é aquela gata, a Andressa. Cachoeira, no máximo, poderá ser garganta profunda de seus companheiros de cela. Isto é, caso o desembargador Tourinho Neto não se importe com que a lei seja cumprida e o mega contraventor e quadrilheiro pague e sua pena.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Mulher se exibe nua em Copacabana

A mulher, uma turista desinibida, não teve vergonha de caminhar nua pelas ruas de Copacabana, mas a imbecil da imprensa brasileira cobre as partes pudendas da jovem senhora, como se bunda, seios e vagina fossem coisas imundas. Santa imbecilidade da mídia mais atrasada do planeta terra!




segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A maldição das "Miriam"


Cordeiro, a Mirian-calo do Lula
Zé Ribeiro Jr, do The Vila Biscaia Post

Mirian - este nome traz perigo, pelo menos para Presidentes da República. Elas já "comeram" pelo menos três deles: Lula, FHC e, agora se sabe, João Figueiredo. A Mirian de Lula tinha o sobrenome Cordeiro e na campanha  presidencial de 1989 procurou o candidato Fernando Collor para vender uma informação privilegiada: Lula tinha uma filha que não era nem da primeira, nem da segunda mulher. Mas não era só: o metalúrgico teria pedido a ela que abortasse. Lula desmentiu parte da história e apresentou a filha, Lurian (mistura de Lula e Mirian). Teve a grandeza de não permitir que a filha contasse a verdade sobre a mãe (afinal, mãe é mãe, mesmo quando canalha) e acabou perdendo a eleição. A Mirian Cordeiro, enquanto durou o reinado de Fernando Collor, foi mantida em um apart-hotel pago pela turma do ex-presidente. Depois de Collor ter sido posto para fora do governo em um processo de impeachment (que ele evitou, renunciando antes), não se sabe quanto tempo a ex-namorada de Lula viveu no fausto. Hoje ela voltou ao anonimato e deve estar perturbando a vida de algum pobre coitado.


Dutra, a Mirian de FHC e sabe-se lá de mais quem
Outra Mirian notória tem por sobrenome Dutra, é ou era repórter da Rede Globo e acabou "comendo" o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, quando este ainda era senador pelo PSDB e casado com dona Ruth. Hoje se sabe, ela não comia apenas FHC, tanto que o filho que teve com o ex-presidente - soube-se 18 anos depois - não era dele. Quem descobriu foi o próprio FHC, ao decidir fazer um DNA no Programa do Ratinho. Esse caso foi o mais grave dos três, pelas circunstâncias que o envolveram. De senador, FHC virou presidente da República e, por óbvio, também refém da Rede Globo, que escondeu o caso por 18 anos. Mirian Dutra foi enviada pela Globo para a Espanha, onde permaneceu contratada de Roberto Marinho, mas sem aparecer na telinha. Portanto, quem sustentava o filho de FHC e sua genitora era a Rede Globo. É lícito perguntar quantos favores o presidente FHC prestou à Globo e a seus aliados, em termos de grandes negócios, por conta dessa "camaradagem". Era a época das grandes privatizações e das megacorrupções governamentais que não davam em nada, porque cada caso descoberto era engavetado pelo procurador geral da República nomeado por FHC, Geraldo Brindeiro. Isto explica a alcunha com a qual Brindeiro passou a ser conhecido: engavetador geral da República. Toda a imprensa também conhecia o caso e ajudou a mantê-lo escondido do grande público. Somente dois anos após a morte de dona Ruth - e quando FHC se descobriu um "corno retardado", como o definiu o jornalista José Simão, da Folha de São Paulo - é que a imprensa teve coragem de falar a respeito. O caso não só garantiu vida mansa a Mirian Dutra como poderá torná-la a primeira e única mulher do Mundo a receber o troféu Machão Mineiro, conferido pela  confraria que dá nome ao prêmio. O membros da famosa confraria belohorizontina planejam criar uma versão do troféu para brindar a repórter da Globo pela aplicação magistral do golpe "toma que o filho é teu".  



A nossa terceira Myrian é a mais fina das três, a socialite e empresária Myrian Abicair. Em 1982 ela conheceu o presidente-general João Figueiredo e, apesar de casada com o empresário Luis Serson, caiu de amores pelo autor da famosa frase "prefiro o cheiro de cavalo ao cheiro de povo". O último general-presidente da ditadura militar imposta ao país em 1º de abril de 1964 vivia um casamento de fachada com dona Dulce e assumiu a nossa Myrian com ípsilon como namorada. Segundo a moça, o general cujo governo terminou de fato no dia da Intentona do RioCentro se apresentou aos filhos da socialite e explicou que não eram amantes, mas namorados. Viveram um tórrido romance por pouco mais de três anos e numa bela tarde de outono o general pôs fim ao flerte com uma desculpa inusitada: "meu paizinho, lá do céu, não deve estar gostando nada de eu ter essa vida adúltera". Podia ter dito apenas: lamento, mas perdi o tesão; tchau. Afinal, o homem era da arma da Cavalaria, e coices não lhe eram estranhos. Passados 30 anos, dona Myrian conta que respondeu ao general: "ah, é?!, pois fique aí com seu paizinho!" e caiu fora. Essa é a parte que se pode imprimir do que ela realmente deve ter dito ao presidente. Nunca mais se reencontraram, especialmente depois que Figueiredo deixou a Presidência da República e pediu ao povo que o esquecesse (como se fosse preciso pedir).

É possível que haja outras Mirian na vida de outros ex-presidentes brasileiros, mas essas três já são mais do que suficientes para cunhar a "maldição das Mirian" e advertir os próximos ocupantes do Palácio do Planalto a manterem distância de mulheres com esse nome. Pelo menos dessa "maldição" a presidente Dilma Roussef está livre. Já da maldição da revista Veja ...  


Blogueiro do esgoto andava cheio de amor para dar



O ator Paulo Cesar Pereio descobriu porque o blogueiro do esgoto Reinaldo Azevedo odeia petistas e nem quer lembrar do cheiro do Cachemier Bouquet. Kkkkkkk

Saúde, Presidente Hugo Chavez. Boa sorte!

O venezuelano enfrenta nova cirurgia para vencer um câncer

Há 197 anos nascia a filha do poeta Byron. Gênia, antecipou o computador

Ada Augusta Byron King, Condessa de Lovelace
Ada Augusta Byron King, Condessa de Lovelace (10 de Dezembro de 1815 - 27 de Novembro de 1852) é principalmente conhecida por ter escrito um programa que poderia utilizar a máquina analítica de Charles Babbage.
Lady Lovelace, única filha legítima do poeta britânico Lord Byron e sua esposa, Annabella, é reconhecida como a primeira programadora de toda a história.[1]
Durante o período em que esteve envolvida com o projeto de Babbage, ela desenvolveu os algoritmos que permitiriam à máquina computar os valores de funções matemáticas, além de publicar uma coleção de notas sobre a máquina analítica.

Nascida em 10 de Dezembro de 1815 em Londres, na Inglaterra, viveu uma vida modelo para as senhoras da corte inglesa do começo do século XIX. Seu pai nunca a viu antes de completar o primeiro ano.[2]
Casada aos vinte anos, assumiu o nome do marido e o título de condessa, tornando-se a Condessa de Lovelace, a Sra. Augusta Ada King. E com o nome de Ada Lovelace entrou para a história como a primeira programadora.
Durante um período de nove meses entre os anos de 1842 e 1843, Ada Lovelace criou um algoritmo para o cálculo da sequência de Bernoulli usando a máquina analítica de Charles Babbage.
Ada foi uma das poucas pessoas que realmente entenderam os conceitos envolvidos no projeto de Babbage e durante o processo de tradução de uma publicação científica italiana sobre o projeto de Babbage incluiu algumas notas de tradução que constituem o primeiro programa escrito na história da humanidade.
Em 1980, o Departamento de Defesa dos EUA registrou a linguagem de programação Ada, em sua homenagem.[2]
Ada faleceu em Londres no dia 27 de Novembro de 1852, aos 36 anos, de câncer de útero, deixando dois filhos e uma filha, conhecida como Lady Anne Blunt. Em 1953, cem anos depois da sua morte, a máquina analítica de Babbage foi redescoberta e seu projeto e as notas de Ada entraram para história como o primeiro computador e software, respectivamente.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Governador de fato de Goiás volta para a prisão e deixa Andressa desconsolada

Governador Carlinhos cachoeira e sua gata: quem cuidará dela?
O governador de fato de Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, voltou a ser preso na tarde desta sexta-feira (7).
Sua prisão decorre da sentença, dada hoje, do processo criado após as investigações da Operação Monte Carlo, realizada em fevereiro pela Polícia Federal.

O dublê de governador e bicheiro foi condenado a 39 anos e 8 meses de prisão por diversos crimes, como corrupção ativa, formação de quadrilha e peculato. (Este último crime fica por conta do autor do texto, já que não consta que o governador-bicheiro seja funcionário público.) Segundo a acusação, ele controlava um esquema centrado em jogo ilegal, mas que se expandiu para desvio de recursos públicos por meio de corrupção de agentes estatais, como o governador de direito de Goiás, o DemoTucano Marconi Perillo, que recebeu uma mansão de presente do bicheiro, apesar de não querer, não querer e não querer!

Com Cachoeira como pivô, as apurações da Polícia Federal levaram a uma crise política, com a criação de uma CPI e a cassação do mandato do ex-senador Demóstenes Torres (ex-DEM), que atuava dentro do Senado da República como dublê de herói da revista Veja e moleque de recados de bicheiro.

O DemoTucano Demóstenes Torres
A decisão do juiz da 11ª Vara da Justiça Federal de Goiânia, que o absolve de outras imputações, ainda pode ser contestada em recursos. Antes dessa nova prisão, Cachoeira esteve preso 266 dias. Ele havia sido preso preventivamente no dia 29 de fevereiro com base nas investigações que apurou o esquema de corrupção e exploração ilegal de jogos na região Centro-Oeste. Enquanto o processo corria na Justiça Federal, a defesa do empresário apresentou vários recursos na Justiça, em Brasília, a maioria para libertá-lo.

No mês passado, conseguiu um habeas corpus e deixou a prisão no dia 21 de novembro.
Durante o curto período em que ficou em liberdade, Cachoeira passou cinco dias internado em um hospital de Goiânia. De acordo com os médicos, Cachoeira chegou ao hospital com sintomas de "estresse acentuado, transtorno de conduta e reação mista depressiva".
Segundo a equipe médica, ele estava "com um agudo quadro de diarreia e náuseas intensas, comprometido ainda por severa perda de peso, de 18 quilos, e desidratação".

Ao deixar o hospital, Cachoeira disse a amigos e jornalistas que estava bem e que pretendia oficializar em breve o casamento com sua mulher, Andressa, por sinal, uma tremenda gata. Antes da condenação desta sexta-feira, o empresário já havia sido condenado a cinco anos de prisão em regime semiaberto pela Justiça do Distrito Federal.

Fontes: Folha On-Line e The Vila Biscaia Post

Quem fala verdades é direto, não enrola

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
O presidente Lula fala como um homem do povo e não enrola para expor o que pensa. Foi assim, mais uma vez, ao augurar paz para o Oriente Médio e defender a criação do Estado Palestino. Vejam:
”Eu acho que tem gente no mundo que não quer paz, quem quer paz é o povo, mas tem governante que precisa da discórdia para poder ser importante. Senão, não teria nenhuma explicação a gente não ter paz no Oriente Médio. A mesma ONU que criou o estado de Israel, por que que não cria o estado palestino?”.
Na foto, divulgada pelo Instituto Lula, o presidente conversa com lideranças do SPD, o partido democrata alemão, na Fundação Friedrich Ebert, em Berlim.
 
 

Praia para eleitor DEMOTucano

Saneamento do DEMO/PSDB atinge o "estado da arte"

Quem votou nos candidatos DemosTucanos bem merece "curtir" uma praia como a da foto, a chamada Vila Caiçara, na Praia Grande, litoral paulista, onde o esgoto corre a céu aberto e desagua no mar. Enquanto isso os beneficiários dos votos curtem a vida em praias limpas, saneadas, bem longe da muvuca e da sujeira contaminante do litoral de São Paulo.

Imagens que falam por si



Presidente Dilma Roussef e o ministro Ricardo Levandowski, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), em ato de posse na corte.








 


A primeira mandatária da nação e o representante da mídia atrasada e corrupta no STF, ministro Manuel, quer dizer, Joaquim Barbosa, durante cerimônia fúnebre do brasileiro Oscar Niemeyer, no Palácio do Planalto, em 6/12/2012.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Brasilianas debate o Fator Previdenciário


Niemeyer nasceu hoje para a Vida Eterna. Salve Niemeyer!

Lula entrega a Ordem do Cruzeiro do Sul a Niemeyer


Aos 105 anos incompletos por apenas uma semana, morreu na noite de 5 de dezembro de 2012 o arquiteto Oscar Niemeyer, o maior nome da Arquitetura brasileira de todos os tempos.







Um homem do povo até o fim

Como um homem do povo, Niemeyer gostava das coisas simples, como uma mulherzinha, uma cervejinha e até um sambinha. Foi um intelectual sem o ranço nem o pedantismo de outros, cujas obras são tão fuleiras que os levaram a implorar ao povo "esqueçam o que eu escrevi". 

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Governadores DemosTucanos de SP, PR e MG querem que o País e o Povo se fodam

Governo de São Paulo contra a redução da conta de luz

Autor: Carlos Cavalcanti, Diretor-titular do Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp).

Anastasia, Richa e Alckimin: os 3 Patetas do DEMO/PSDB
É com tristeza que a população de São Paulo assiste seu governo estadual militar contra a redução do preço da conta de luz. No momento em que o governo federal adota política correta para garantir maior competitividade, e o aumento do poder de consumo de todos, a Cesp, controlada pelo Palácio dos Bandeirantes, se furta em dar sua contribuição, conforme publicado em artigo ontem no BRASIL ECONÔMICO. Construir uma Usina hidrelétrica é caro. O investimento deve ser pago (amortização) por meio de um crediário de 30 anos, arcado pelo consumidor. Produzir energia em hidrelétricas é barato. Em média, não passa de R$ 7,00 por MWh. Mas essa energia é vendida pelas empresas estatais a R$ 95,00, mesmo depois de pagarmos esse preço elevado por 60 anos! Não tem conversa: é questão de justiça que o preço seja reduzido, o suficiente para cobrir o custo de produção, e o mais importante, que seja expurgado o valor embutido da amortização. Afinal de contas, crediário tem que ter data para acabar. Os atuais concessionários, aí incluídos os governos de São Paulo, Minas e Paraná, passaram cinco anos em campanha pela reprorrogação das concessões. Mas não gostaram da forma como saiu. Eles também queriam os preços velhos. Todos pagam contas de luz no fim do mês: indústrias, comércio, escritórios e residências. Descontá-las em 20%, reduzirá o preço de todos os produtos e serviços praticados no Brasil. Mas isso não é tudo. Cada R$ 1 pago na conta de luz, leva a outros R$ 2 embutidos nos preços de tudo o que consumimos. Cabe perguntar: qual o estado mais populoso do Brasil? Qual o estado com indústria, comércio e empresas de serviços mais fortes no Brasil? Não é São Paulo? Portanto, inegavelmente, São Paulo deve dar sua contribuição, porque os paulistas serão os maiores beneficiados. Não é assim que age nosso governo do estado. É desastroso que pense apenas nos seus interesses como acionista da Cesp. Tristemente, lança mão de mentiras para encobrir sua intenção. A Cesp tem buraco financeiro resultado de péssima administração. Ela retardou a redução de sua dívida contábil para aumentar a distribuição de dividendos aos seus acionistas. Essa dívida foi inflada, porque a Cesp herdou passivos de distribuidoras e da CTEEP, privatizadas. Ela é usada descaradamente pelo governo do estado para empregar apadrinhados políticos. A Cesp foi oferecida a leilão duas vezes e, em ambas, não apareceram interessados. Para ser viável, o mercado sabe que a Cesp precisa praticar preços altíssimos, e artificiais, para dar conta de seu rombo. Esse é o desespero dos nossos governantes. São Paulo está vendido em sua política de energia.Ogoverno estadual reajusta o preço do gás natural, beneficiando apenas concessionárias, sem reduzir a margem de distribuição, de sua competência, e a carga tributária estadual. Nosso governo nada fez para criar infraestrutura para a exploração do pré-sal no estado.O porto de São Sebastião continua inoperante e a rodovia dos Tamoios, intransitável. AFiesp fez acampanha“energia a Preço Justo” para beneficiar toda a população brasileira. Inclusive os brasileiros de São Paulo. Ganhamos. Mas fica, para todos nós, a sensação de vergonha do comportamento do governo de São Paulo.

Publicado no jornal BRASIL ECONÔMICO, em 5/12/2012

DemosTucanos sabotam a redução da conta de luz


 
A presidente Dilma Roussef pretendia diminuir em 20% a conta de luz para a população e as indústrias, mas os governadores Demostucanos Beto Richa (DEMO/PSDB-Paraná), Geraldo Alckmin (DEMO/PSDB-São Paulo) e Antonio Anastasia (DEMO/PSDB-Minas Gerais) se recusaram a diminuir os ganhos gigantescos das suas empresas de energia, a Copel, a CESP e a Cemig. Desta forma, a presidente só poderá diminuir as contas de luz em 16%. Essa notícia não será divulgada na imprensa chapa-branca de São Paulo (Veja, Folha, Estadão, O Globo, CBN etc ); só aqui na Web.

Na hora de votar, dê o troco aos DemosTucanos!

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Penetras Bons de Bico III

Lula e Owen Wilson: penetras em festa tucana
Em recente visita ao Brasil, o  ator americano Owen Wilson fez questão de conhecer o presidente Lula e o prefeito eleito Fernando Haddad em busca de inspiração para gravar a terceira versão do sucesso "Penetras Bons de Bico". Aos repórteres da Veja, Folha, O Globo e Estadão, o festejado ator declarou: "Lula e Haddad é que são foda; sem serem convidados, os dois penetraram na festa privê demotucana em São Paulo pra acabar com a corrupção e a incompetência na administração da maior cidade da América do Sul". Indicado ao Oscar pelo roteiro de "Os excêntricos Tenenbaums", Owen Wilson transmitiu ao prefeito Haddad os cumprimentos do presidente Obama, por sua eleição em outubro deste ano, e comunicou a intenção do líder norte-americano comparecer à posse em 1º de janeiro de 2013. No dia da eleição, Obama foi um dos primeiros líderes mundiais a telefonar para Haddad e cumprimentá-lo numa saudação em inglês falconiano: "Congratulations, Mr. Haddad! After Gabeira, Collor and Cardoso, finally a good Fernando!"

A foto e de Ricardo Stuckert/Instituto Lula
A fonte é o The Vila Biscaia Post 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Retrato nu e cru da elite brasileira (II)

Em campanha para o STF, Luiz Fux procurou José Dirceu

MÔNICA BERGAMO
COLUNISTA DA FOLHA

Sentado num sofá de couro preto na sala de sua casa, em Brasília, na terça passada, o ministro Luiz Fux ainda estava sob o efeito da repercussão da posse de Joaquim Barbosa, na semana anterior. Ele roubou a cena ao fazer um discurso de mais de 50 minutos repleto de agradecimentos e elogios à presidente Dilma Rousseff. Mais tarde, na festa, tocou guitarra para homenagear o novo presidente do Supremo. Fux já tocou em banda. Em 2011, compôs uma canção. "Fala das virtudes das mulheres. O Michael Sullivan musicou e vai colocá-la em seu novo CD". O título: "Ela". O refrão: "Capaz de ir ao céu por uma estrela/Que ilumina e brilha o ser amado". "O Fagner também quer fazer uma versão. E a gente ainda tem a ambição de levar para o Roberto Carlos ver."

O ministro pede para a cozinheira, dona Lourdes, trazer uma bandeja com refrigerantes. Só diet. Fux é vaidoso, e assume. "Já fiz implante capilar." Pensa em fazer cirurgia para retirar as bolsas embaixo dos olhos. E só. "Plástica em rosto de homem fica horrível."
Corre 4 km por dia. Faz ginástica. Luta jiu-jitsu. Toma suco verde "todo dia, que te deixa sempre rejuvenescido". E guaraná em pó "numa fórmula que eu inventei, com Targifor C. Tomo ácido linoleico também, porque aí você corre, perde mais fluido, transpira, entendeu?".
"Eu tenho que me cuidar", diz. "Quando a roupa aperta, eu neurotizo."
Na entrevista à Folha, o ministro falou sobre a bronca que levou da mãe, a médica Lucy Fux, 84, por ter tocado guitarra na posse de Barbosa. E sobre o encontro que teve com réus do mensalão antes do julgamento do caso. Leia abaixo um resumo da conversa.
 Sérgio Lima/Folhapress Ministro Luiz Fux no prédio do Supremo Tribunal Federal, em Brasília
Ministro Luiz Fux no prédio do Supremo Tribunal Federal, em Brasília

BRONCA DA MÃE
A felicidade é uma coisa efêmera. E naquele dia [da posse de Joaquim Barbosa] eu estava muito feliz. E me dei o direito de homenagear o Joaquim com uma música. Se meu pai fosse vivo, me reprimiria sobremodo. Não tenha dúvida. Assim como minha mãe o fez. Eu não imaginava que fosse ter essa repercussão. Certamente não se repetirá.

JOSÉ DIRCEU
Falei com ele 15 minutos [em 2010]. Ele disse que levaria meu perfil e conversaria com o presidente Lula. Aí eu soube que trabalhava para outro candidato [Fux não diz quem é]. Por isso é que não entendo essas críticas. O Zé Dirceu apoiou outro, o Lula não me nomeou, e a toda hora se houve isso. E outra coisa: não troco consciência e independência por cargo. Então não tem nada a ver uma coisa com a outra. Eu fui nomeado pela Dilma.

DILMA
Eu não sabia [que Dilma tinha ligações com Dirceu, o PT e Lula]. Sinceramente. A informação que nós tínhamos era outra. Que a Dilma tem a independência dela, a postura dela, faz as escolhas que ela quer. Ela não nomeou quem o José Dirceu e o Lula apoiavam. Engraçado, para mim, sinceramente, eu acho que a meritocracia, para a presidenta Dilma, conta muito.

ESTARRECIDO
Havia [em 2010] essa manifestação cotidiana e recorrente de que não havia provas [para condenar os mensaleiros]. Eu só ouvia as pessoas dizendo "não tem prova, não tem prova, não tem prova". Eu tinha a sensação "bom, não tem provas". Eu pensei que realmente não tivesse. Quando fui ler o processo, no recesso [julho], dez horas por dia, 50 mil páginas, 500 volumes de documentos, verifiquei que tem prova. Eu fiquei estarrecido.

PROMESSA
Não, imagina [se fez a algum réu, quando concorria ao STF, promessa de absolvição]. Nem podia dizer [que achava que não havia provas]. Seria uma leviandade, eu não conhecia o processo.

ELO
O que se pode imaginar [sobre a origem da contrariedade] é isso: havia uma cultura difundida de que não havia provas. Quando tomei posse, declarei a um jornal: "Se não tiver provas, eu absolvo; se tiver, condeno". Esse elo foi sendo levado ao extremo. Só que eu disse isso numa época em que não conhecia o processo. E aí entra a independência do juiz.

IMPROCEDENTE
Mas isso [críticas] pode ser uma coisa arquitetada. Como é que ele [Dirceu] vai ter raiva se ajudou uma outra pessoa? Como é que o outro [Lula] tem raiva se ele não me nomeou?

PROVAS
Seria um absurdo condenar alguém sem provas. Eu não teria condições de dormir se fizesse isso. Te confesso do fundo do coração.

SONHO
Todo juiz tem essa ambição de chegar ao Supremo. Eu uso a expressão: quem não quer ser general tem que ir embora do Exército. Fui candidato três outras vezes [entre 2004 e 2010]. Busquei apoio demais. Viajei para o Nordeste, achava que tinha que ter o maior apoio político possível. O que é um erro porque o presidente não gostava desse tipo de abordagem. Quando nomeia, ele quer que seja um ato dele.

RITUAL
É uma campanha. Tem um ritual. Você tem que fazer essa caminhada política necessariamente. Como eu me apresentava? Mostrando que sou uma pessoa que gosta de bater papo, carioca, despojado. E, ao mesmo tempo, currículo. Mas só meritocracia não vai.

ANTÔNIO PALOCCI
Na primeira vez que concorri, havia um problema muito sério do crédito-prêmio do IPI que era um rombo imenso no caixa do governo. Ele era ministro da Fazenda e foi ao meu gabinete [no STJ]. Eu vi que a União estava levando um calote. E fui o voto líder desse caso. Você poupar 20 bilhões de dólares para o governo, o governo vai achar você o máximo. Aí toda vez que eu concorria, ligava para ele.

DELFIM NETTO
Em 2009, participei com ele de um debate sobre ética, sociedade e Justiça. Fizemos uma amizade, batemos um papo. E aí comecei a estreitar. Porque, claro, alguém me disse: "Olha, o Delfim é uma pessoa ouvida pelo governo". Aí eu colei no pé dele [risos].

STEDILE
Ele me apoia pelo seguinte: houve um grave confronto no Pontal do Paranapanema e eu fiz uma mesa de conciliação no STJ entre o proprietário e os sem-terra. Depois pedi a ele para mandar um fax me recomendando e tal. Ele mandou.

SERGIO CABRAL
Eu sou amigo dele e também da mulher dele. E ele levou meus currículos [para Dilma]. Você tem que ter uma pessoa para levar seu perfil e seu currículo a quem vai te nomear. Senão, não adianta. Agora, também não posso me desmerecer a esse ponto: eu tinha um tremendo currículo, 17 livros publicados.

NEPOTISMO
Eu acho uma violação à isonomia [a proposta, defendida por Joaquim Barbosa, de que familiares de magistrados sejam proibidos de advogar em tribunais em que estão seus parentes]. E esses meninos e essas meninas que foram criados aqui em Brasília? E esses meninos filhos de ministros? Você estigmatiza.

MENSALÃO NA TV
Eu não sou muito favorável à TV Justiça, embora esteja introjetada no povo a ideia de que ela dá transparência aos julgamentos. Eu não sei nem onde fica a câmera. O juiz se acostuma a viver na solidão, mesmo na presença de várias pessoas. Num caso como o do mensalão, a opinião pública não pode ter interferência absolutamente nenhuma.

CONDENAR
A pior função do magistrado é essa. Entendo inclusive que o Supremo poderia abdicar dessa competência para as instâncias inferiores, até para que elas possam analisar [processos] sem grandes exposições. Eu tive muita preocupação no meu voto [no mensalão] de falar em "agremiação partidária", "primeiro denunciado". Eu não queria politizar o voto, estigmatizar ninguém.

DO BEM
Eu te confesso que tenho esse pendor como ser humano e como magistrado. Eu acho a pior coisa [julgar e condenar em processos criminais]. Se pudesse, diria "eu quero fazer tudo, menos isso". Você pode pesquisar para saber o que as pessoas pensam de mim sobre a minha característica, o lado humano. Eu sou o que eu sou. Eu sou assim, eu sou do bem.

 Editoria de Arte/Folhapress 

"É inútil querer ser bom o tempo todo"

Fux tem o hábito de grifar os livros que lê e de resumir os capítulos para fixar melhor os seus ensinamentos.  Ele agora está lendo "Nietzche para Estressados", de Allan Percy, um especialista em literatura de autoajuda e desenvolvimento pessoal. É um manual com "99 doses de filosofia para despertar a mente e combater as preocupações". Grifou frases como "quem tem uma razão de viver é capaz de suportar qualquer coisa" e "é inútil querermos ser bons o tempo todo e fazer tudo certo ..., o que importa é estarmos dispostos a fazer um pouco melhor hoje do que fizemos ontem".  E ainda: "Os jornalistas sabem que informação é poder. Por isso é importante medir o que dizemos e, sobretudo, a quem dizemos".

(Leia também: I)

sábado, 1 de dezembro de 2012

A Operação Porto Seguro e as disputas na PF


Leandro Fortes, da revista Carta Capital

O alvo era Lula. Essa é a única conclusão a que políticos governistas e o Palácio do Planalto conseguiram chegar até agora sobre os acontecimentos que resultaram na Operação Porto Seguro. Não que a Polícia Federal tenha agido incorretamente. Os fatos comprovam a existência de um esquema de venda de pareceres de agências reguladoras intermediado por Rosemary Nóvoa de Noronha, chefe de gabinete do escritório paulista da Presidência da República.

Cardozo: ministro da Justiça que não comanda a PF
A operação envolveu 180 agentes nas cidades de Cruzeiro, Dracena, Santos, São Paulo e Brasília. Foram cumpridos 26 mandados de busca e apreensão em São Paulo, 17 na capital federal e 18 acusados acabaram indiciados. Desse ponto para frente, tudo pareceu calculado para causar constrangimentos ao governo e ao PT. Começou pela maneira de divulgação da notícia. Em vez de convocar uma coletiva e informar todos os veículos de comunicação sobre os detalhes da Porto Seguro, a superintendência da PF em São Paulo vazou as informações de forma seletiva.

Dois dias depois, o superintendente regional, Roberto Troncon Filho, chegou a confirmar uma informação logo desmentida pelo Ministério Público Federal: a de que o ex-presidente Lula havia sido grampeado em 122 ligações com Rosemary. Da mesma forma, a participação do ex-ministro José Dirceu, insinuada nas primeiras horas, foi descartada. “Não tem uma relação direta dele de sociedade ou de eventual lucro”, disse a procuradora Suzane Fairbanks.

Entre os indiciados está o ex-advogado-geral-adjunto da União José Weber de Holanda Alves, exonerado do cargo. Ele é suspeito de ter recebido propina do ex-senador do PFL (atual DEM) do Amzonas Gilberto Miranda, também indiciado pela PF, para dar parecer favorável sobre a ocupação da Ilha das Cabras, no litoral paulista. A participação de Alves jogou a crise sobre a Advocacia-Geral da União e praticamente enterrou as pretensões de Luis Inacio Adams de ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal.

A inclusão da AGU no escândalo, além de alimentar mais uma teoria da conspiração dentro do governo, acendeu a luz amarela no Palácio do Planalto em relação a Adams, funcionário de carreira que mantinha estreita ligação com Holanda. Ambos se conhecem há dez anos, desde quando trabalhavam para o então advogado-geral da União Gilmar Mendes, atual ministro do STF.

Em junho do ano passado, Adams deu um estranho parecer favorável a Mendes numa ação privada na qual o ministro pretendia se livrar de um sócio no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Para encerrar o processo, Mendes foi obrigado a desembolsar 8 milhões de reais.

Igualmente nebulosa é a participação do diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra. Somente o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, vai poder esclarecer se o governo foi avisado ou não com antecedência. E se, do ponto de vista ético, isso teria sido necessário, haja vista ser a PF uma polícia judiciária, embora subordinada ao Ministério da Justiça.

A praxe manda que o ministro seja avisado, genericamente, um dia antes. Uma vez iniciada a operação, cabe ao diretor-geral detalhar o que está sendo feito, logo em seguida à ação dos agentes federais. Cardozo foi convidado a se explicar na quarta-feira 5 na Câmara dos Deputados. Mais uma vez, Dilma Rousseff se vê obrigada a gerenciar uma crise política, da qual soube pelos relatos da mídia.

A investigação começou com um inquérito civil público para a apuração de improbidade administrativa. O ex-auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) Cyonil da Cunha Borges de Faria Júnior revelou à Polícia Federal ter recebido 100 mil reais de um total de 300 mil que lhe seriam pagos por um parecer técnico fajuto. Sua função seria beneficiar um grupo empresarial que atua no Porto de Santos, a empresa Tecondi (Terminal para Contêineres da Margem Direita), em um contrato com a Companhia Docas de São Paulo (Codesp).

Transformada em mais um escândalo midiático de grandes proporções, a operação passou a mobilizar diversos setores do governo em busca de explicações para a crise. Na quarta-feira 28, a pedido da presidenta Dilma Rousseff, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) chegou a pedir auxílio ao deputado Protógenes Queiroz (PcdoB-SP) em busca de informações sobre os meandros da Porto Seguro.

O delegado voltou ao Palácio do Planalto quatro anos depois de ter sido enxotado da PF por ter levado a Operação Satiagraha a investigar o então chefe de gabiente de Lula, o atual secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho. À época, Carvalho foi flagrado ao passar informações para o ex-deputado petista Luis Eduardo Greenhalgh, advogado do banqueiro Daniel Dantas, um dos alvos da Satiagraha.

Protógenes não perdeu a chance de botar a boca no trombone. A um grupo de parlamentares petistas e a auxiliares de Dilma, o deputado classificou a Porto Seguro de “operação seletiva” e apontou um desafeto, Troncon Filho, como principal responsável pela suposta trama para atingir Lula e o PT.

Segundo Protógenes, a ação obedeceu ao mesmo modelo da Operação Lunus, realizada na empresa de Jorge Murad, marido da governadora do Maranhão, Roseana Sarney. Em 2002, agentes da Polícia Federal de São Paulo apreenderam 1,3 milhão de reais no escritório de Murad e assim afundaram a pré-candidatura de Rosena à Presidência da República, fato muito festejado pelo tucano José Serra, apontado como mentor da ação policial.

O delegado Troncon tomou posse na Superintendência da Polícia Federal de São Paulo em maio de 2011, nomeado pelo então diretor-geral Luiz Fernando Corrêa. Antes, em 2005, havia assumido a chefia da Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros. Em setembro de 2007, foi nomeado para a Diretoria de Combate ao Crime Organizado (DCOR).

Protógenes afirmou que a Operação Porto Seguro tem como pano de fundo uma disputa interna dentro da Polícia Federal sobre a qual o ministro Cardozo, aparentemente, não tem conhecimento nem, muito menos, controle. A briga se daria principalmente entre delegados simpatizantes do PSDB, quase todos lotados em São Paulo e Minas Gerais, e os remanescentes da gestão do delegado Paulo Lacerda durante o primeiro mandato do governo Lula. A isso se aliou a insatisfação dos servidores da PF com as negociações por aumento salarial, emperradas no governo.

Troncon é apontado como parte da ala tucana ligada ao ex-deputado Marcelo Itagiba. Além disso, é remanescente da confusa gestão de Luis Fernando Correa, acusado de torturar e cegar uma empregada doméstica no Rio Grande do Sul e, mais tarde, de desviar dinheiro na compra de equipamentos de segurança para os Jogos Panamericanos do Rio, em 2007, quando era secretário nacional de Segurança Pública.

Renato Aragão deixa a TV Globo

Aragão vai pegar nas bolas quadradas do Kiko
A notícia caiu como uma bomba nos meios artísticos brasileiros,  já que o ex-humorista comanda um programa supostamente de humor há mais de 7 décadas. Contudo, a saída de Didi Mocó Sonrisal Novalgino Mofumo da Globo é temporária. Essa informação foi divulgada hoje em Nota Oficial pela Assessoria de Imprensa da emissora do Jardim Botanoânico. Segundo o comunicado, Renato Aragão se afastará por 6 meses para realizar um estágio na rede de TV mexicana Televisa, com o popular Chaves, para aprender a ser engraçado. Caso não consiga aprender nada com a sensacional equipe mexicana, Aragão será aproveitado como apresentador de telejornais da emissora da família Azul Marinho, ao lado de William Waaka.
(Do Vila Biscaia Post)

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Ivo Holanda é demais!


Favela já foi poesia: Nomes de favela



 
Letra e música de Paulo Cesar Pinheiro
 
O galo já não canta mais no Cantagalo
A água já não corre mais na Cachoeirinha
Menino não pega mais manga na Mangueira
E agora que cidade grande é a Rocinha!

Ninguém faz mais jura de amor no Juramento
Ninguém vai-se embora do Morro do Adeus
Prazer se acabou lá no Morro dos Prazeres
E a vida é um inferno na Cidade de Deus

Não sou do tempo das armas
Por isso ainda prefiro
Ouvir um verso de samba
Do que escutar som de tiro

Pela poesia dos nomes de favela
A vida por lá já foi mais bela
Já foi bem melhor de se morar
Mas hoje essa mesma poesia pede ajuda
Ou lá na favela a vida muda
Ou todos os nomes vão mudar

Alagoano dono de um KIA Sorento perde a paciência com concessionária

Um empresário alagoano encontrou uma maneira, no mínimo inusitada, para fazer a propaganda de um de seus bens à venda. O empresário Carlos Henrique ‘plotou’ o Sorento de cor preta e placa NLY 4595/AL, com apenas seis meses de uso, com um anúncio “Vendo esta bosta. Motivos diversos”. O veículo está exposto em um posto de combustíveis instalado na Avenida Fernandes Lima. 

Em entrevista ao Alagoas24horas, o empresário disse que a razão que o levou a ‘radicalizar’ no anúncio foi o aborrecimento com a assistência técnica do veículo em Maceió. De acordo com Carlos Henrique, durante os três primeiros meses de uso do veículo, ele teria ficado 50 dias na concessionária, para reparos.

“Coloquei o anúncio na última terça-feira, dia 3, e várias pessoas já me ligaram, inclusive clientes que passaram pelo mesmo problema e se solidarizaram comigo”, contou Carlos Henrique. O último problema enfrentado pelo empresário teria sido a troca de uma peça por outra não original. Em tempo, quem tiver interesse no veículo deve entrar em contato com o empresário pelo telefone 9331-8901.

Policarpo não fez “mau jornalismo”; cometeu um crime

Deputado Dr. Rosinha/PT-PR
Deputado Dr. Rosinha*

“Este é o retrato sem retoques de como se faz um jornalismo sem ética, um jornalismo que, para destruir determinado alvo ou determinado projeto político, não hesita em violar as leis, a Constituição e a própria dignidade dos cidadãos.”

É dessa forma que o incisivo texto do relatório final da CPI do Cachoeira define a relação de Policarpo Jr., diretor da sucursal de Brasília da revista Veja, com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de chefiar uma quadrilha com tentáculos no poder público e na mídia.

O jornalista da CBN, Kennedy Alencar, em comentário sobre a CPI, disse que o relatório final não apresenta provas contra Policarpo. Para Alencar, Policarpo não cometeu nada além de “mau jornalismo”. “E mau jornalismo não é crime”, afirma.

De fato, não é, embora isso também seja bastante questionável. Mas o que emerge do relatório final é muito mais do que “mau jornalismo”. Só um corporativismo ancestral pode explicar a declaração de Kennedy Alencar. No relatório, Policarpo Jr. aparece encomendando grampos clandestinos e pedindo ajuda para devassar, sem autorização legal, a intimidade de um cidadão brasileiro (no caso, Zé Dirceu, quando hospedado em um hotel de Brasília). Em troca desses “pequenos favores”, Policarpo fazia o papel de assessor de imprensa da organização chefiada por Cachoeira: publicava o que lhes era conveniente e omitia o resto. Assassinava reputações e promovia jagunços de colarinho branco, como o ex-senador Demóstenes Torres, também integrante da organização, a exemplos éticos a serem seguidos pelas próximas gerações.

Quando a Delta não foi beneficiada por uma licitação para a pavimentação de uma rodovia federal, Cachoeira acionou Policarpo para, através de uma reportagem da Veja, “melar” a licitação. Posteriormente, como os interesses da Delta continuaram a ser negligenciados, Cachoeira e Policarpo montaram uma ofensiva para derrubar o ministro dos Transportes – o que acabaram por conseguir.

Em troca, quando lhe interessava, Policarpo solicitava à organização criminosa que, por exemplo, “levantasse” as ligações de um deputado. Tudo isso está no relatório final, provado através das ligações interceptadas pela PF com autorização judicial. Não é “mau jornalismo” apenas. É crime.

“Não se pode confundir a exigência do exercício da responsabilidade ética com cerceamento à liberdade de informar. Os diálogos revelam uma profícua, antiga e bem azeitada parceria entre Carlos Cachoeira e Policarpo Júnior”, diz o relatório.

Policarpo não é o único jornalista envolvido com a organização de Cachoeira, mas é sem dúvida o que mais fundo foi neste lodaçal. Durante a CPI, não foi possível convocá-lo para depor, porque não havia condições políticas para tanto. Agora, porém, as provas falavam alto.

Porém as questões políticas (necessidade de aprovar o relatório) mais uma vez se interpuseram. Assim como feito em relação ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, foi necessário retirar as menções a Policarpo do documento. O relator entendeu, e eu o compreendo e defendo, que Policarpo, perto do governador Marconi Perillo, do PSDB de Goiás, é secundário. Mas, ser secundário não afasta a necessidade de a Polícia Federal continuar a investigá-lo, e espero que o faça, mesmo com seu nome não constando no relatório. Afinal, todo suspeito deve ser investigado.

*Deputado federal do PT-PR

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

terça-feira, 27 de novembro de 2012