segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Blogueiro do esgoto andava cheio de amor para dar
O ator Paulo Cesar Pereio descobriu porque o blogueiro do esgoto Reinaldo Azevedo odeia petistas e nem quer lembrar do cheiro do Cachemier Bouquet. Kkkkkkk
Há 197 anos nascia a filha do poeta Byron. Gênia, antecipou o computador
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| Ada Augusta Byron King, Condessa de Lovelace |
Lady Lovelace, única filha legítima do poeta britânico Lord Byron e sua esposa, Annabella, é reconhecida como a primeira programadora de toda a história.[1]
Durante o período em que esteve envolvida com o projeto de Babbage, ela desenvolveu os algoritmos que permitiriam à máquina computar os valores de funções matemáticas, além de publicar uma coleção de notas sobre a máquina analítica.
Nascida em 10 de Dezembro de 1815 em Londres, na Inglaterra, viveu uma vida modelo para as senhoras da corte inglesa do começo do século XIX. Seu pai nunca a viu antes de completar o primeiro ano.[2]
Casada aos vinte anos, assumiu o nome do marido e o título de condessa, tornando-se a Condessa de Lovelace, a Sra. Augusta Ada King. E com o nome de Ada Lovelace entrou para a história como a primeira programadora.
Durante um período de nove meses entre os anos de 1842 e 1843, Ada Lovelace criou um algoritmo para o cálculo da sequência de Bernoulli usando a máquina analítica de Charles Babbage.
Ada foi uma das poucas pessoas que realmente entenderam os conceitos envolvidos no projeto de Babbage e durante o processo de tradução de uma publicação científica italiana sobre o projeto de Babbage incluiu algumas notas de tradução que constituem o primeiro programa escrito na história da humanidade.
Em 1980, o Departamento de Defesa dos EUA registrou a linguagem de programação Ada, em sua homenagem.[2]
Ada faleceu em Londres no dia 27 de Novembro de 1852, aos 36 anos, de câncer de útero, deixando dois filhos e uma filha, conhecida como Lady Anne Blunt. Em 1953, cem anos depois da sua morte, a máquina analítica de Babbage foi redescoberta e seu projeto e as notas de Ada entraram para história como o primeiro computador e software, respectivamente.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Governador de fato de Goiás volta para a prisão e deixa Andressa desconsolada
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| Governador Carlinhos cachoeira e sua gata: quem cuidará dela? |
Sua prisão decorre da sentença, dada hoje, do processo criado após as investigações da Operação Monte Carlo, realizada em fevereiro pela Polícia Federal.
O dublê de governador e bicheiro foi condenado a 39 anos e 8 meses de prisão por diversos crimes, como corrupção ativa, formação de quadrilha e peculato. (Este último crime fica por conta do autor do texto, já que não consta que o governador-bicheiro seja funcionário público.) Segundo a acusação, ele controlava um esquema centrado em jogo ilegal, mas que se expandiu para desvio de recursos públicos por meio de corrupção de agentes estatais, como o governador de direito de Goiás, o DemoTucano Marconi Perillo, que recebeu uma mansão de presente do bicheiro, apesar de não querer, não querer e não querer!
Com Cachoeira como pivô, as apurações da Polícia Federal levaram a uma crise política, com a criação de uma CPI e a cassação do mandato do ex-senador Demóstenes Torres (ex-DEM), que atuava dentro do Senado da República como dublê de herói da revista Veja e moleque de recados de bicheiro.
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| O DemoTucano Demóstenes Torres |
No mês passado, conseguiu um habeas corpus e deixou a prisão no dia 21 de novembro.
Durante o curto período em que ficou em liberdade, Cachoeira passou cinco dias internado em um hospital de Goiânia. De acordo com os médicos, Cachoeira chegou ao hospital com sintomas de "estresse acentuado, transtorno de conduta e reação mista depressiva".
Segundo a equipe médica, ele estava "com um agudo quadro de diarreia e náuseas intensas, comprometido ainda por severa perda de peso, de 18 quilos, e desidratação".
Ao deixar o hospital, Cachoeira disse a amigos e jornalistas que estava bem e que pretendia oficializar em breve o casamento com sua mulher, Andressa, por sinal, uma tremenda gata. Antes da condenação desta sexta-feira, o empresário já havia sido condenado a cinco anos de prisão em regime semiaberto pela Justiça do Distrito Federal.
Fontes: Folha On-Line e The Vila Biscaia Post
Quem fala verdades é direto, não enrola
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| Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula |
O presidente Lula fala como um homem do povo e não enrola para expor o que pensa. Foi assim, mais uma vez, ao augurar paz para o Oriente Médio e defender a criação do Estado Palestino. Vejam:
”Eu acho que tem gente no mundo que não quer paz, quem quer paz é o povo, mas tem governante que precisa da discórdia para poder ser importante. Senão, não teria nenhuma explicação a gente não ter paz no Oriente Médio. A mesma ONU que criou o estado de Israel, por que que não cria o estado palestino?”.
Na foto, divulgada pelo Instituto Lula, o presidente conversa com lideranças do SPD, o partido democrata alemão, na Fundação Friedrich Ebert, em Berlim.
Praia para eleitor DEMOTucano
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| Saneamento do DEMO/PSDB atinge o "estado da arte" |
Quem votou nos candidatos DemosTucanos bem merece "curtir" uma praia como a da foto, a chamada Vila Caiçara, na Praia Grande, litoral paulista, onde o esgoto corre a céu aberto e desagua no mar. Enquanto isso os beneficiários dos votos curtem a vida em praias limpas, saneadas, bem longe da muvuca e da sujeira contaminante do litoral de São Paulo.
Imagens que falam por si

Presidente Dilma Roussef e o ministro Ricardo Levandowski, vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), em ato de posse na corte.
A primeira mandatária da nação e o representante da mídia atrasada e corrupta no STF, ministro Manuel, quer dizer, Joaquim Barbosa, durante cerimônia fúnebre do brasileiro Oscar Niemeyer, no Palácio do Planalto, em 6/12/2012.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Niemeyer nasceu hoje para a Vida Eterna. Salve Niemeyer!
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| Lula entrega a Ordem do Cruzeiro do Sul a Niemeyer |
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| Um homem do povo até o fim |
Como um homem do povo, Niemeyer gostava das coisas simples, como uma mulherzinha, uma cervejinha e até um sambinha. Foi um intelectual sem o ranço nem o pedantismo de outros, cujas obras são tão fuleiras que os levaram a implorar ao povo "esqueçam o que eu escrevi".
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Governadores DemosTucanos de SP, PR e MG querem que o País e o Povo se fodam
Governo de São Paulo contra a redução da conta de luz
Autor: Carlos Cavalcanti, Diretor-titular do Departamento de Infraestrutura
(Deinfra) da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp).
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| Anastasia, Richa e Alckimin: os 3 Patetas do DEMO/PSDB |
Publicado no jornal BRASIL ECONÔMICO, em 5/12/2012
DemosTucanos sabotam a redução da conta de luz
A presidente Dilma Roussef pretendia diminuir em 20% a conta de luz para
a população e as indústrias, mas os governadores Demostucanos Beto
Richa (DEMO/PSDB-Paraná), Geraldo Alckmin (DEMO/PSDB-São Paulo) e Antonio Anastasia
(DEMO/PSDB-Minas Gerais) se recusaram a diminuir os ganhos gigantescos
das suas empresas de energia, a Copel, a CESP e a Cemig. Desta forma, a
presidente só poderá diminuir as contas de luz em 16%. Essa notícia não
será divulgada na imprensa chapa-branca de São Paulo (Veja, Folha,
Estadão, O Globo, CBN etc ); só aqui na Web.
Na hora de votar, dê o troco aos DemosTucanos!
Na hora de votar, dê o troco aos DemosTucanos!
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Penetras Bons de Bico III
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| Lula e Owen Wilson: penetras em festa tucana |
A foto e de Ricardo Stuckert/Instituto Lula
A fonte é o The Vila Biscaia Post
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Retrato nu e cru da elite brasileira (II)
Em campanha para o STF, Luiz Fux procurou José Dirceu
Sentado num sofá de couro preto na sala de sua casa, em Brasília, na terça passada, o ministro Luiz Fux ainda estava sob o efeito da repercussão da posse de Joaquim Barbosa, na semana anterior. Ele roubou a cena ao fazer um discurso de mais de 50 minutos repleto de agradecimentos e elogios à presidente Dilma Rousseff. Mais tarde, na festa, tocou guitarra para homenagear o novo presidente do Supremo. Fux já tocou em banda. Em 2011, compôs uma canção. "Fala das virtudes das mulheres. O Michael Sullivan musicou e vai colocá-la em seu novo CD". O título: "Ela". O refrão: "Capaz de ir ao céu por uma estrela/Que ilumina e brilha o ser amado". "O Fagner também quer fazer uma versão. E a gente ainda tem a ambição de levar para o Roberto Carlos ver."
O ministro pede para a cozinheira, dona Lourdes, trazer uma bandeja com refrigerantes. Só diet. Fux é vaidoso, e assume. "Já fiz implante capilar." Pensa em fazer cirurgia para retirar as bolsas embaixo dos olhos. E só. "Plástica em rosto de homem fica horrível."
Corre 4 km por dia. Faz ginástica. Luta jiu-jitsu. Toma suco verde "todo dia, que te deixa sempre rejuvenescido". E guaraná em pó "numa fórmula que eu inventei, com Targifor C. Tomo ácido linoleico também, porque aí você corre, perde mais fluido, transpira, entendeu?".
"Eu tenho que me cuidar", diz. "Quando a roupa aperta, eu neurotizo."
Na entrevista à Folha, o ministro falou sobre a bronca que levou da mãe, a médica Lucy Fux, 84, por ter tocado guitarra na posse de Barbosa. E sobre o encontro que teve com réus do mensalão antes do julgamento do caso. Leia abaixo um resumo da conversa.
Sérgio Lima/Folhapress
Ministro Luiz Fux no prédio do Supremo Tribunal Federal, em Brasília
BRONCA DA MÃE
A felicidade é uma coisa efêmera. E naquele dia [da posse de Joaquim Barbosa] eu estava muito feliz. E me dei o direito de homenagear o Joaquim com uma música. Se meu pai fosse vivo, me reprimiria sobremodo. Não tenha dúvida. Assim como minha mãe o fez. Eu não imaginava que fosse ter essa repercussão. Certamente não se repetirá.
JOSÉ DIRCEU
Falei com ele 15 minutos [em 2010]. Ele disse que levaria meu perfil e conversaria com o presidente Lula. Aí eu soube que trabalhava para outro candidato [Fux não diz quem é]. Por isso é que não entendo essas críticas. O Zé Dirceu apoiou outro, o Lula não me nomeou, e a toda hora se houve isso. E outra coisa: não troco consciência e independência por cargo. Então não tem nada a ver uma coisa com a outra. Eu fui nomeado pela Dilma.
DILMA
Eu não sabia [que Dilma tinha ligações com Dirceu, o PT e Lula]. Sinceramente. A informação que nós tínhamos era outra. Que a Dilma tem a independência dela, a postura dela, faz as escolhas que ela quer. Ela não nomeou quem o José Dirceu e o Lula apoiavam. Engraçado, para mim, sinceramente, eu acho que a meritocracia, para a presidenta Dilma, conta muito.
ESTARRECIDO
Havia [em 2010] essa manifestação cotidiana e recorrente de que não havia provas [para condenar os mensaleiros]. Eu só ouvia as pessoas dizendo "não tem prova, não tem prova, não tem prova". Eu tinha a sensação "bom, não tem provas". Eu pensei que realmente não tivesse. Quando fui ler o processo, no recesso [julho], dez horas por dia, 50 mil páginas, 500 volumes de documentos, verifiquei que tem prova. Eu fiquei estarrecido.
PROMESSA
Não, imagina [se fez a algum réu, quando concorria ao STF, promessa de absolvição]. Nem podia dizer [que achava que não havia provas]. Seria uma leviandade, eu não conhecia o processo.
ELO
O que se pode imaginar [sobre a origem da contrariedade] é isso: havia uma cultura difundida de que não havia provas. Quando tomei posse, declarei a um jornal: "Se não tiver provas, eu absolvo; se tiver, condeno". Esse elo foi sendo levado ao extremo. Só que eu disse isso numa época em que não conhecia o processo. E aí entra a independência do juiz.
IMPROCEDENTE
Mas isso [críticas] pode ser uma coisa arquitetada. Como é que ele [Dirceu] vai ter raiva se ajudou uma outra pessoa? Como é que o outro [Lula] tem raiva se ele não me nomeou?
PROVAS
Seria um absurdo condenar alguém sem provas. Eu não teria condições de dormir se fizesse isso. Te confesso do fundo do coração.
SONHO
Todo juiz tem essa ambição de chegar ao Supremo. Eu uso a expressão: quem não quer ser general tem que ir embora do Exército. Fui candidato três outras vezes [entre 2004 e 2010]. Busquei apoio demais. Viajei para o Nordeste, achava que tinha que ter o maior apoio político possível. O que é um erro porque o presidente não gostava desse tipo de abordagem. Quando nomeia, ele quer que seja um ato dele.
RITUAL
É uma campanha. Tem um ritual. Você tem que fazer essa caminhada política necessariamente. Como eu me apresentava? Mostrando que sou uma pessoa que gosta de bater papo, carioca, despojado. E, ao mesmo tempo, currículo. Mas só meritocracia não vai.
ANTÔNIO PALOCCI
Na primeira vez que concorri, havia um problema muito sério do crédito-prêmio do IPI que era um rombo imenso no caixa do governo. Ele era ministro da Fazenda e foi ao meu gabinete [no STJ]. Eu vi que a União estava levando um calote. E fui o voto líder desse caso. Você poupar 20 bilhões de dólares para o governo, o governo vai achar você o máximo. Aí toda vez que eu concorria, ligava para ele.
DELFIM NETTO
Em 2009, participei com ele de um debate sobre ética, sociedade e Justiça. Fizemos uma amizade, batemos um papo. E aí comecei a estreitar. Porque, claro, alguém me disse: "Olha, o Delfim é uma pessoa ouvida pelo governo". Aí eu colei no pé dele [risos].
STEDILE
Ele me apoia pelo seguinte: houve um grave confronto no Pontal do Paranapanema e eu fiz uma mesa de conciliação no STJ entre o proprietário e os sem-terra. Depois pedi a ele para mandar um fax me recomendando e tal. Ele mandou.
SERGIO CABRAL
Eu sou amigo dele e também da mulher dele. E ele levou meus currículos [para Dilma]. Você tem que ter uma pessoa para levar seu perfil e seu currículo a quem vai te nomear. Senão, não adianta. Agora, também não posso me desmerecer a esse ponto: eu tinha um tremendo currículo, 17 livros publicados.
NEPOTISMO
Eu acho uma violação à isonomia [a proposta, defendida por Joaquim Barbosa, de que familiares de magistrados sejam proibidos de advogar em tribunais em que estão seus parentes]. E esses meninos e essas meninas que foram criados aqui em Brasília? E esses meninos filhos de ministros? Você estigmatiza.
MENSALÃO NA TV
Eu não sou muito favorável à TV Justiça, embora esteja introjetada no povo a ideia de que ela dá transparência aos julgamentos. Eu não sei nem onde fica a câmera. O juiz se acostuma a viver na solidão, mesmo na presença de várias pessoas. Num caso como o do mensalão, a opinião pública não pode ter interferência absolutamente nenhuma.
CONDENAR
A pior função do magistrado é essa. Entendo inclusive que o Supremo poderia abdicar dessa competência para as instâncias inferiores, até para que elas possam analisar [processos] sem grandes exposições. Eu tive muita preocupação no meu voto [no mensalão] de falar em "agremiação partidária", "primeiro denunciado". Eu não queria politizar o voto, estigmatizar ninguém.
DO BEM
Eu te confesso que tenho esse pendor como ser humano e como magistrado. Eu acho a pior coisa [julgar e condenar em processos criminais]. Se pudesse, diria "eu quero fazer tudo, menos isso". Você pode pesquisar para saber o que as pessoas pensam de mim sobre a minha característica, o lado humano. Eu sou o que eu sou. Eu sou assim, eu sou do bem.
Editoria de Arte/Folhapress
"É inútil querer ser bom o tempo todo"
Fux tem o hábito de grifar os livros que lê e de resumir os capítulos para fixar melhor os seus ensinamentos. Ele agora está lendo "Nietzche para Estressados", de Allan Percy, um especialista em literatura de autoajuda e desenvolvimento pessoal. É um manual com "99 doses de filosofia para despertar a mente e combater as preocupações". Grifou frases como "quem tem uma razão de viver é capaz de suportar qualquer coisa" e "é inútil querermos ser bons o tempo todo e fazer tudo certo ..., o que importa é estarmos dispostos a fazer um pouco melhor hoje do que fizemos ontem". E ainda: "Os jornalistas sabem que informação é poder. Por isso é importante medir o que dizemos e, sobretudo, a quem dizemos".
(Leia também: Retrato nu e cru da elite brasileira I)
MÔNICA BERGAMO
COLUNISTA DA FOLHASentado num sofá de couro preto na sala de sua casa, em Brasília, na terça passada, o ministro Luiz Fux ainda estava sob o efeito da repercussão da posse de Joaquim Barbosa, na semana anterior. Ele roubou a cena ao fazer um discurso de mais de 50 minutos repleto de agradecimentos e elogios à presidente Dilma Rousseff. Mais tarde, na festa, tocou guitarra para homenagear o novo presidente do Supremo. Fux já tocou em banda. Em 2011, compôs uma canção. "Fala das virtudes das mulheres. O Michael Sullivan musicou e vai colocá-la em seu novo CD". O título: "Ela". O refrão: "Capaz de ir ao céu por uma estrela/Que ilumina e brilha o ser amado". "O Fagner também quer fazer uma versão. E a gente ainda tem a ambição de levar para o Roberto Carlos ver."
O ministro pede para a cozinheira, dona Lourdes, trazer uma bandeja com refrigerantes. Só diet. Fux é vaidoso, e assume. "Já fiz implante capilar." Pensa em fazer cirurgia para retirar as bolsas embaixo dos olhos. E só. "Plástica em rosto de homem fica horrível."
Corre 4 km por dia. Faz ginástica. Luta jiu-jitsu. Toma suco verde "todo dia, que te deixa sempre rejuvenescido". E guaraná em pó "numa fórmula que eu inventei, com Targifor C. Tomo ácido linoleico também, porque aí você corre, perde mais fluido, transpira, entendeu?".
"Eu tenho que me cuidar", diz. "Quando a roupa aperta, eu neurotizo."
Na entrevista à Folha, o ministro falou sobre a bronca que levou da mãe, a médica Lucy Fux, 84, por ter tocado guitarra na posse de Barbosa. E sobre o encontro que teve com réus do mensalão antes do julgamento do caso. Leia abaixo um resumo da conversa.
Sérgio Lima/Folhapress
Ministro Luiz Fux no prédio do Supremo Tribunal Federal, em Brasília
BRONCA DA MÃE
A felicidade é uma coisa efêmera. E naquele dia [da posse de Joaquim Barbosa] eu estava muito feliz. E me dei o direito de homenagear o Joaquim com uma música. Se meu pai fosse vivo, me reprimiria sobremodo. Não tenha dúvida. Assim como minha mãe o fez. Eu não imaginava que fosse ter essa repercussão. Certamente não se repetirá.
JOSÉ DIRCEU
Falei com ele 15 minutos [em 2010]. Ele disse que levaria meu perfil e conversaria com o presidente Lula. Aí eu soube que trabalhava para outro candidato [Fux não diz quem é]. Por isso é que não entendo essas críticas. O Zé Dirceu apoiou outro, o Lula não me nomeou, e a toda hora se houve isso. E outra coisa: não troco consciência e independência por cargo. Então não tem nada a ver uma coisa com a outra. Eu fui nomeado pela Dilma.
DILMA
Eu não sabia [que Dilma tinha ligações com Dirceu, o PT e Lula]. Sinceramente. A informação que nós tínhamos era outra. Que a Dilma tem a independência dela, a postura dela, faz as escolhas que ela quer. Ela não nomeou quem o José Dirceu e o Lula apoiavam. Engraçado, para mim, sinceramente, eu acho que a meritocracia, para a presidenta Dilma, conta muito.
ESTARRECIDO
Havia [em 2010] essa manifestação cotidiana e recorrente de que não havia provas [para condenar os mensaleiros]. Eu só ouvia as pessoas dizendo "não tem prova, não tem prova, não tem prova". Eu tinha a sensação "bom, não tem provas". Eu pensei que realmente não tivesse. Quando fui ler o processo, no recesso [julho], dez horas por dia, 50 mil páginas, 500 volumes de documentos, verifiquei que tem prova. Eu fiquei estarrecido.
PROMESSA
Não, imagina [se fez a algum réu, quando concorria ao STF, promessa de absolvição]. Nem podia dizer [que achava que não havia provas]. Seria uma leviandade, eu não conhecia o processo.
ELO
O que se pode imaginar [sobre a origem da contrariedade] é isso: havia uma cultura difundida de que não havia provas. Quando tomei posse, declarei a um jornal: "Se não tiver provas, eu absolvo; se tiver, condeno". Esse elo foi sendo levado ao extremo. Só que eu disse isso numa época em que não conhecia o processo. E aí entra a independência do juiz.
IMPROCEDENTE
Mas isso [críticas] pode ser uma coisa arquitetada. Como é que ele [Dirceu] vai ter raiva se ajudou uma outra pessoa? Como é que o outro [Lula] tem raiva se ele não me nomeou?
PROVAS
Seria um absurdo condenar alguém sem provas. Eu não teria condições de dormir se fizesse isso. Te confesso do fundo do coração.
SONHO
Todo juiz tem essa ambição de chegar ao Supremo. Eu uso a expressão: quem não quer ser general tem que ir embora do Exército. Fui candidato três outras vezes [entre 2004 e 2010]. Busquei apoio demais. Viajei para o Nordeste, achava que tinha que ter o maior apoio político possível. O que é um erro porque o presidente não gostava desse tipo de abordagem. Quando nomeia, ele quer que seja um ato dele.
RITUAL
É uma campanha. Tem um ritual. Você tem que fazer essa caminhada política necessariamente. Como eu me apresentava? Mostrando que sou uma pessoa que gosta de bater papo, carioca, despojado. E, ao mesmo tempo, currículo. Mas só meritocracia não vai.
ANTÔNIO PALOCCI
Na primeira vez que concorri, havia um problema muito sério do crédito-prêmio do IPI que era um rombo imenso no caixa do governo. Ele era ministro da Fazenda e foi ao meu gabinete [no STJ]. Eu vi que a União estava levando um calote. E fui o voto líder desse caso. Você poupar 20 bilhões de dólares para o governo, o governo vai achar você o máximo. Aí toda vez que eu concorria, ligava para ele.
DELFIM NETTO
Em 2009, participei com ele de um debate sobre ética, sociedade e Justiça. Fizemos uma amizade, batemos um papo. E aí comecei a estreitar. Porque, claro, alguém me disse: "Olha, o Delfim é uma pessoa ouvida pelo governo". Aí eu colei no pé dele [risos].
STEDILE
Ele me apoia pelo seguinte: houve um grave confronto no Pontal do Paranapanema e eu fiz uma mesa de conciliação no STJ entre o proprietário e os sem-terra. Depois pedi a ele para mandar um fax me recomendando e tal. Ele mandou.
SERGIO CABRAL
Eu sou amigo dele e também da mulher dele. E ele levou meus currículos [para Dilma]. Você tem que ter uma pessoa para levar seu perfil e seu currículo a quem vai te nomear. Senão, não adianta. Agora, também não posso me desmerecer a esse ponto: eu tinha um tremendo currículo, 17 livros publicados.
NEPOTISMO
Eu acho uma violação à isonomia [a proposta, defendida por Joaquim Barbosa, de que familiares de magistrados sejam proibidos de advogar em tribunais em que estão seus parentes]. E esses meninos e essas meninas que foram criados aqui em Brasília? E esses meninos filhos de ministros? Você estigmatiza.
MENSALÃO NA TV
Eu não sou muito favorável à TV Justiça, embora esteja introjetada no povo a ideia de que ela dá transparência aos julgamentos. Eu não sei nem onde fica a câmera. O juiz se acostuma a viver na solidão, mesmo na presença de várias pessoas. Num caso como o do mensalão, a opinião pública não pode ter interferência absolutamente nenhuma.
CONDENAR
A pior função do magistrado é essa. Entendo inclusive que o Supremo poderia abdicar dessa competência para as instâncias inferiores, até para que elas possam analisar [processos] sem grandes exposições. Eu tive muita preocupação no meu voto [no mensalão] de falar em "agremiação partidária", "primeiro denunciado". Eu não queria politizar o voto, estigmatizar ninguém.
DO BEM
Eu te confesso que tenho esse pendor como ser humano e como magistrado. Eu acho a pior coisa [julgar e condenar em processos criminais]. Se pudesse, diria "eu quero fazer tudo, menos isso". Você pode pesquisar para saber o que as pessoas pensam de mim sobre a minha característica, o lado humano. Eu sou o que eu sou. Eu sou assim, eu sou do bem.
Editoria de Arte/Folhapress
"É inútil querer ser bom o tempo todo"
Fux tem o hábito de grifar os livros que lê e de resumir os capítulos para fixar melhor os seus ensinamentos. Ele agora está lendo "Nietzche para Estressados", de Allan Percy, um especialista em literatura de autoajuda e desenvolvimento pessoal. É um manual com "99 doses de filosofia para despertar a mente e combater as preocupações". Grifou frases como "quem tem uma razão de viver é capaz de suportar qualquer coisa" e "é inútil querermos ser bons o tempo todo e fazer tudo certo ..., o que importa é estarmos dispostos a fazer um pouco melhor hoje do que fizemos ontem". E ainda: "Os jornalistas sabem que informação é poder. Por isso é importante medir o que dizemos e, sobretudo, a quem dizemos".
(Leia também: Retrato nu e cru da elite brasileira I)
sábado, 1 de dezembro de 2012
A Operação Porto Seguro e as disputas na PF
Leandro Fortes, da revista Carta Capital
O alvo era
Lula. Essa é a única conclusão a que políticos governistas e o Palácio do
Planalto conseguiram chegar até agora sobre os acontecimentos que resultaram na
Operação Porto Seguro. Não que a Polícia Federal tenha agido incorretamente. Os
fatos comprovam a existência de um esquema de venda de pareceres de agências
reguladoras intermediado por Rosemary Nóvoa de Noronha, chefe de gabinete do
escritório paulista da Presidência da República.
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| Cardozo: ministro da Justiça que não comanda a PF |
A operação
envolveu 180 agentes nas cidades de Cruzeiro, Dracena, Santos, São Paulo e
Brasília. Foram cumpridos 26 mandados de busca e apreensão em São Paulo, 17 na capital
federal e 18 acusados acabaram indiciados. Desse ponto para frente, tudo
pareceu calculado para causar constrangimentos ao governo e ao PT. Começou pela
maneira de divulgação da notícia. Em vez de convocar uma coletiva e informar
todos os veículos de comunicação sobre os detalhes da Porto Seguro, a
superintendência da PF em
São Paulo vazou as informações de forma seletiva.
Dois dias
depois, o superintendente regional, Roberto Troncon Filho, chegou a confirmar
uma informação logo desmentida pelo Ministério Público Federal: a de que o
ex-presidente Lula havia sido grampeado em 122 ligações com Rosemary. Da mesma
forma, a participação do ex-ministro José Dirceu, insinuada nas primeiras
horas, foi descartada. “Não tem uma relação direta dele de sociedade ou de
eventual lucro”, disse a procuradora Suzane Fairbanks.
Entre os
indiciados está o ex-advogado-geral-adjunto da União José Weber de Holanda
Alves, exonerado do cargo. Ele é suspeito de ter recebido propina do ex-senador
do PFL (atual DEM) do Amzonas Gilberto Miranda, também indiciado pela PF, para
dar parecer favorável sobre a ocupação da Ilha das Cabras, no litoral paulista.
A participação de Alves jogou a crise sobre a Advocacia-Geral da União e
praticamente enterrou as pretensões de Luis Inacio Adams de ocupar uma cadeira
no Supremo Tribunal Federal.
A inclusão
da AGU no escândalo, além de alimentar mais uma teoria da conspiração dentro do
governo, acendeu a luz amarela no Palácio do Planalto em relação a Adams,
funcionário de carreira que mantinha estreita ligação com Holanda. Ambos se
conhecem há dez anos, desde quando trabalhavam para o então advogado-geral da
União Gilmar Mendes, atual ministro do STF.
Em junho do
ano passado, Adams deu um estranho parecer favorável a Mendes numa ação privada
na qual o ministro pretendia se livrar de um sócio no Instituto Brasiliense de
Direito Público (IDP). Para encerrar o processo, Mendes foi obrigado a
desembolsar 8 milhões de reais.
Igualmente
nebulosa é a participação do diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello
Coimbra. Somente o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, vai poder
esclarecer se o governo foi avisado ou não com antecedência. E se, do ponto de
vista ético, isso teria sido necessário, haja vista ser a PF uma polícia
judiciária, embora subordinada ao Ministério da Justiça.
A praxe
manda que o ministro seja avisado, genericamente, um dia antes. Uma vez
iniciada a operação, cabe ao diretor-geral detalhar o que está sendo feito,
logo em seguida à ação dos agentes federais. Cardozo foi convidado a se
explicar na quarta-feira 5 na Câmara dos Deputados. Mais uma vez, Dilma
Rousseff se vê obrigada a gerenciar uma crise política, da qual soube pelos
relatos da mídia.
A
investigação começou com um inquérito civil público para a apuração de
improbidade administrativa. O ex-auditor do Tribunal de Contas da União (TCU)
Cyonil da Cunha Borges de Faria Júnior revelou à Polícia Federal ter recebido
100 mil reais de um total de 300 mil que lhe seriam pagos por um parecer
técnico fajuto. Sua função seria beneficiar um grupo empresarial que atua no
Porto de Santos, a empresa Tecondi (Terminal para Contêineres da Margem
Direita), em um contrato com a Companhia Docas de São Paulo (Codesp).
Transformada
em mais um escândalo midiático de grandes proporções, a operação passou a
mobilizar diversos setores do governo em busca de explicações para a crise. Na
quarta-feira 28, a
pedido da presidenta Dilma Rousseff, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP)
chegou a pedir auxílio ao deputado Protógenes Queiroz (PcdoB-SP) em busca de
informações sobre os meandros da Porto Seguro.
O delegado
voltou ao Palácio do Planalto quatro anos depois de ter sido enxotado da PF por
ter levado a Operação Satiagraha a investigar o então chefe de gabiente de
Lula, o atual secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho. À época,
Carvalho foi flagrado ao passar informações para o ex-deputado petista Luis
Eduardo Greenhalgh, advogado do banqueiro Daniel Dantas, um dos alvos da
Satiagraha.
Protógenes
não perdeu a chance de botar a boca no trombone. A um grupo de parlamentares
petistas e a auxiliares de Dilma, o deputado classificou a Porto Seguro de
“operação seletiva” e apontou um desafeto, Troncon Filho, como principal
responsável pela suposta trama para atingir Lula e o PT.
Segundo
Protógenes, a ação obedeceu ao mesmo modelo da Operação Lunus, realizada na
empresa de Jorge Murad, marido da governadora do Maranhão, Roseana Sarney. Em
2002, agentes da Polícia Federal de São Paulo apreenderam 1,3 milhão de reais
no escritório de Murad e assim afundaram a pré-candidatura de Rosena à
Presidência da República, fato muito festejado pelo tucano José Serra, apontado
como mentor da ação policial.
O delegado
Troncon tomou posse na Superintendência da Polícia Federal de São Paulo em maio
de 2011, nomeado pelo então diretor-geral Luiz Fernando Corrêa. Antes, em 2005,
havia assumido a chefia da Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros. Em
setembro de 2007, foi nomeado para a Diretoria de Combate ao Crime Organizado
(DCOR).
Protógenes
afirmou que a Operação Porto Seguro tem como pano de fundo uma disputa interna
dentro da Polícia Federal sobre a qual o ministro Cardozo, aparentemente, não
tem conhecimento nem, muito menos, controle. A briga se daria principalmente
entre delegados simpatizantes do PSDB, quase todos lotados em São Paulo e Minas
Gerais, e os remanescentes da gestão do delegado Paulo Lacerda durante o
primeiro mandato do governo Lula. A isso se aliou a insatisfação dos servidores
da PF com as negociações por aumento salarial, emperradas no governo.
Troncon é
apontado como parte da ala tucana ligada ao ex-deputado Marcelo Itagiba. Além
disso, é remanescente da confusa gestão de Luis Fernando Correa, acusado de
torturar e cegar uma empregada doméstica no Rio Grande do Sul e, mais tarde, de
desviar dinheiro na compra de equipamentos de segurança para os Jogos
Panamericanos do Rio, em 2007, quando era secretário nacional de Segurança
Pública.
Renato Aragão deixa a TV Globo
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| Aragão vai pegar nas bolas quadradas do Kiko |
(Do Vila Biscaia Post)
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Favela já foi poesia: Nomes de favela
Letra e música de Paulo Cesar Pinheiro
O galo já não canta mais no Cantagalo
A água já não corre mais na Cachoeirinha
Menino não pega mais manga na Mangueira
E agora que cidade grande é a Rocinha!
Ninguém faz mais jura de amor no Juramento
Ninguém vai-se embora do Morro do Adeus
Prazer se acabou lá no Morro dos Prazeres
E a vida é um inferno na Cidade de Deus
Não sou do tempo das armas
Por isso ainda prefiro
Ouvir um verso de samba
Do que escutar som de tiro
Pela poesia dos nomes de favela
A vida por lá já foi mais bela
Já foi bem melhor de se morar
Mas hoje essa mesma poesia pede ajuda
Ou lá na favela a vida muda
Ou todos os nomes vão mudar
A água já não corre mais na Cachoeirinha
Menino não pega mais manga na Mangueira
E agora que cidade grande é a Rocinha!
Ninguém faz mais jura de amor no Juramento
Ninguém vai-se embora do Morro do Adeus
Prazer se acabou lá no Morro dos Prazeres
E a vida é um inferno na Cidade de Deus
Não sou do tempo das armas
Por isso ainda prefiro
Ouvir um verso de samba
Do que escutar som de tiro
Pela poesia dos nomes de favela
A vida por lá já foi mais bela
Já foi bem melhor de se morar
Mas hoje essa mesma poesia pede ajuda
Ou lá na favela a vida muda
Ou todos os nomes vão mudar
Alagoano dono de um KIA Sorento perde a paciência com concessionária
Um empresário alagoano encontrou uma maneira, no mínimo inusitada, para fazer a propaganda
de um de seus bens à venda. O empresário Carlos Henrique ‘plotou’ o
Sorento de cor preta e placa NLY 4595/AL, com apenas seis meses de uso,
com um anúncio “Vendo esta bosta. Motivos diversos”. O veículo está
exposto em um posto de combustíveis instalado na Avenida Fernandes Lima.
Em entrevista ao Alagoas24horas, o empresário disse que a razão que o levou a ‘radicalizar’ no anúncio
foi o aborrecimento com a assistência técnica do veículo em Maceió. De
acordo com Carlos Henrique, durante os três primeiros meses de uso do
veículo, ele teria ficado 50 dias na concessionária, para reparos.
“Coloquei o anúncio
na última terça-feira, dia 3, e várias pessoas já me ligaram, inclusive
clientes que passaram pelo mesmo problema e se solidarizaram comigo”,
contou Carlos Henrique. O último problema enfrentado pelo empresário
teria sido a troca de uma peça por outra não original. Em tempo, quem
tiver interesse no veículo deve entrar em contato com o empresário pelo telefone 9331-8901.
Policarpo não fez “mau jornalismo”; cometeu um crime
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| Deputado Dr. Rosinha/PT-PR |
“Este é o retrato sem retoques de como se faz um jornalismo sem ética, um jornalismo que, para destruir determinado alvo ou determinado projeto político, não hesita em violar as leis, a Constituição e a própria dignidade dos cidadãos.”
É dessa forma que o incisivo texto do relatório final da CPI do Cachoeira define a relação de Policarpo Jr., diretor da sucursal de Brasília da revista Veja, com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de chefiar uma quadrilha com tentáculos no poder público e na mídia.
O jornalista da CBN, Kennedy Alencar, em comentário sobre a CPI, disse que o relatório final não apresenta provas contra Policarpo. Para Alencar, Policarpo não cometeu nada além de “mau jornalismo”. “E mau jornalismo não é crime”, afirma.
De fato, não é, embora isso também seja bastante questionável. Mas o que emerge do relatório final é muito mais do que “mau jornalismo”. Só um corporativismo ancestral pode explicar a declaração de Kennedy Alencar. No relatório, Policarpo Jr. aparece encomendando grampos clandestinos e pedindo ajuda para devassar, sem autorização legal, a intimidade de um cidadão brasileiro (no caso, Zé Dirceu, quando hospedado em um hotel de Brasília). Em troca desses “pequenos favores”, Policarpo fazia o papel de assessor de imprensa da organização chefiada por Cachoeira: publicava o que lhes era conveniente e omitia o resto. Assassinava reputações e promovia jagunços de colarinho branco, como o ex-senador Demóstenes Torres, também integrante da organização, a exemplos éticos a serem seguidos pelas próximas gerações.
Quando a Delta não foi beneficiada por uma licitação para a pavimentação de uma rodovia federal, Cachoeira acionou Policarpo para, através de uma reportagem da Veja, “melar” a licitação. Posteriormente, como os interesses da Delta continuaram a ser negligenciados, Cachoeira e Policarpo montaram uma ofensiva para derrubar o ministro dos Transportes – o que acabaram por conseguir.
Em troca, quando lhe interessava, Policarpo solicitava à organização criminosa que, por exemplo, “levantasse” as ligações de um deputado. Tudo isso está no relatório final, provado através das ligações interceptadas pela PF com autorização judicial. Não é “mau jornalismo” apenas. É crime.
“Não se pode confundir a exigência do exercício da responsabilidade ética com cerceamento à liberdade de informar. Os diálogos revelam uma profícua, antiga e bem azeitada parceria entre Carlos Cachoeira e Policarpo Júnior”, diz o relatório.
Policarpo não é o único jornalista envolvido com a organização de Cachoeira, mas é sem dúvida o que mais fundo foi neste lodaçal. Durante a CPI, não foi possível convocá-lo para depor, porque não havia condições políticas para tanto. Agora, porém, as provas falavam alto.
Porém as questões políticas (necessidade de aprovar o relatório) mais uma vez se interpuseram. Assim como feito em relação ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, foi necessário retirar as menções a Policarpo do documento. O relator entendeu, e eu o compreendo e defendo, que Policarpo, perto do governador Marconi Perillo, do PSDB de Goiás, é secundário. Mas, ser secundário não afasta a necessidade de a Polícia Federal continuar a investigá-lo, e espero que o faça, mesmo com seu nome não constando no relatório. Afinal, todo suspeito deve ser investigado.
*Deputado federal do PT-PR
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Fissore e Belcar, duas jóias da DKW brasileira dos anos 60
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| O cenário não poderia ser melhor: Rio de Janeiro |
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| Os carrinhos foram para o museu da DKW na Alemanha |
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| Arcos da Lapa / RJ |
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| DKW e as ruas livres para os anos 60 |
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| Em 1967 a DKW encerrou a produção no Brasil |
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| Fissore: apenas 45 mil unidades e exclusividade do Brasil |
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| O Belcar com faróis duplos encerrou a séria no Brasil |
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| "A Pequena Maravilha", apelido do DKW na Alemanha |
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| Fissore: maior visão panorâmica entre modelos nacionais |
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| Em 1965, o Belcar Rio homenageou o 4º Centenário da Cidade |
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Dilma promove Dalva a 1ª "Generala" brasileira
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| Dalva Maria Carvalho, contra-almirante da Marinha |
A promoção, que deve ser publicada na edição de segunda-feira do “Diário Oficial”, foi decidida em reunião com o ministro da Defesa, Celso Amorim, no Palácio do Planalto.
Dalva Maria é diretora da Policlínica Naval Nossa Senhora da Glória, no Rio. Ela entrou na Marinha em 1981, tem 56 anos, é viúva e tem dois filhos.
A Marinha foi a primeira das três Forças a aceitar mulheres em seus quadros. A participação das mulheres se deu a partir de 1980. Atualmente, dos 2.882 oficiais da Marinha, 33,3% são mulheres; dos 2.933 praças, 6,8%
Internautas prestam solidariedade ao ministro Ricardo Lewandowski por agressões do PIG*
Reproduzido do Blog da Cidadania, de Eduardo Guimarães.
Às 14:00 de 22 de novembro de 2012 o signatário desta página (Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania) foi recebido no gabinete do ministro do STF doutor Ricardo Lewandowski, quando lhe entregou o manifesto de milhares de leitores desta página e da blogosfera em geral no sentido de desagravá-lo dos ataques que tem sofrido na imprensa.
Estava lá toda a família do ministro, filhos, esposa, noras e amigos. Fiquei sabendo que o doutor Lewandowski e seus filhos são leitores do Blog da Cidadania há anos, desde 2007, quando fundei o Movimento dos Sem Mídia.
Assista, abaixo, à mensagem que o doutor Lewandowski gravou e que é dirigida a você que o apoiou, bem como a toda a Blogosfera que não lhe faltou em um momento que sua família relatou que foi muito difícil.
*PIG (Partido da Imprensa Golpista)
Às 14:00 de 22 de novembro de 2012 o signatário desta página (Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania) foi recebido no gabinete do ministro do STF doutor Ricardo Lewandowski, quando lhe entregou o manifesto de milhares de leitores desta página e da blogosfera em geral no sentido de desagravá-lo dos ataques que tem sofrido na imprensa.
Estava lá toda a família do ministro, filhos, esposa, noras e amigos. Fiquei sabendo que o doutor Lewandowski e seus filhos são leitores do Blog da Cidadania há anos, desde 2007, quando fundei o Movimento dos Sem Mídia.
Assista, abaixo, à mensagem que o doutor Lewandowski gravou e que é dirigida a você que o apoiou, bem como a toda a Blogosfera que não lhe faltou em um momento que sua família relatou que foi muito difícil.
*PIG (Partido da Imprensa Golpista)
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
PM agride jovem que filmava ação da Polícia
Essa é a Polícia Militar do fraco governo Beto Richa (DEMO/PSDB/PPS)
Zumbi: dos Palmares e Luiz Mott a Joaquim Barbosa
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| Zumbi do "reduto" dos Palmares |
Nascido no ano de 1655, livre, já no Quilombo que faz alusão ao seu próprio nome (Palmares), Zumbi (que quer dizer o mesmo que fantasma ou espírito, no idioma africano quimbundo, e na concepção brasileira da palavra, guerreiro) foi um dos, senão o principal ícone da resistência negra ao trabalho escravo no período do Brasil Colônia. Com aproximadamente 6 anos de idade, Zumbi fora capturado em um dos ataques das tropas da colônia ao quilombo, sendo entregue a um missionário português, que o batizou com o nome 'Francisco' Zumbi, e educou-o com os sacramentos da igreja católica, em português e latim. Aos 15 anos de idade, Zumbi consegue fugir e retorna aos Palmares, substituindo, mais tarde, devido ao seu grande destaque como estrategista e líder, o seu tio então falecido Ganga Zumba.
Zumbi era muito respeitado por ter sido educado por brancos e ainda assim, não ter abandonado suas raízes. Em sua liderança ou reinado, como os próprios quilombolas lhe atribuíam o título de rei, conduziu o Quilombo dos Palmares ao seu apogeu militar, econômico, territorial e social, liderando os guerreiros em enfrentamentos com surpreendentes estratégias militares e táticas de guerrilha, onde se invadiam e atacavam fazendas de cana-de-açúcar e engenhos para resgatar escravos e assim adquiriam também um incrível poderio bélico, com muitas armas, usurpadas como despojo desses ataques.
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| Mott: Zumbi e Joaquim Barbosa são dos nossos |
Devido à grande dificuldade enfrentada pelas tropas da colônia sob a autoridade da capitania de Pernambuco, e até mesmo de invasores holandeses que derrotaram a própria capitania dominante, mas não os quilombolas, criou-se entre o povo, e entre o próprio quilombo, o mito sobre a imortalidade de Zumbi, exímio comandante e capoeirista, que tinha estratégias de ataques e defesa incríveis, com metodologias bem elaboradas, Zumbi promovia ataques épicos às tropas da Capitania e mais tarde, aos holandeses que também tentaram subjugar Palmares. Zumbi, por muito tempo gerava essa atmosfera legendária de uma possível imortalidade concedida por seus deuses, que supostamente lhe fecharam o corpo, dando-o muito poder sobre seus inimigos.
O Outro Lado da História
Alguns historiadores e autores levantam Zumbi não como um herói em sua totalidade da palavra, mas sim o oposto, relatando-o em seus registros e obras como uma espécie de tirano que, muitas vezes, impunha por meio de captura aos escravos que se negavam a seguir com as caravanas de Zumbi para o quilombo, uma adesão forçada à vida nos Palmares. Considera-se até o fato de um regime de escravidão entre os próprios quilombolas e o despotismo, que era executado a negros fugitivos do quilombo, recapturados e mortos, a servir de exemplo para não se transgredir a lei dos Palmares.
A Morte de Zumbi
Após muitas tentativas de exterminar com Palmares (um século, a contar da liderança de Ganga Zumba, para ser mais preciso) por parte da capitania de Pernambuco, o governador, ouvindo falar dos feitos, da valentia e da habilidade dos bandeirantes que exploravam a região de São Paulo e o sudeste brasileiro, resolve contratar o bandeirante paulista Domingos Jorge Velho com suas tropas a organizar uma invasão ao quilombo, quinze anos após Zumbi ter assumido a liderança dos Palmares. Em uma das investidas, em 06 de fevereiro de 1694, a capital de Palmares foi destruída e Zumbi, apesar de ferido, consegue fugir. Porém, refugiado quase dois anos depois, foi traído por Antônio Soares, um de seus aliados que, capturado pelos bandeirantes e sob a promessa de liberdade, revelou o local onde se escondia Zumbi. Esse, por sua vez, foi surpreendido e morto pelo capitão Furtado de Mendonça na Serra dos irmãos, região de Alagoas.
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| Joaquim Barbosa: 1º gay do STF? |
(Fonte: galhofas)
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Homenagem à parte podre do Judiciário e ao PIG
PIG - Partido da Imprensa Golpista (integrado, principalmente, por Veja, Folha de São Paulo, O Globo, Estadão, Band News, CBN, Jovem Pan)
Missiva de um bem-nascido sobre as bem-nascenças
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| Flagrante do meu passeio diário |
Forte abraço do comendador Zé Ribeiro
(datada de outubro de 2010)
Tem coisas que só uma mulher faz por você!
Que Joaquim Barbosa que nada; quem faz a diferença não é o capitão do mato, mas a presidente Dilma Roussef. Vejam a notícia da intervenção da mineira/gaúcha de faca na bota no Programa Minha Casa, Minha Vida. A fonte é o jornal O Dia, do maravilhoso Estado do Rio de Janeiro.
domingo, 18 de novembro de 2012
Enquanto Lula se irmana aos africanos, Joaquim Barbosa "caça escravos fugidios"
Lula é recebido por dirigentes da Cosatu, na África do Sul
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Mulher toma banho nua na fonte da Torrre de TV de Brasília
Celebridade por 5 minutos! É isto mesmo! Banhe-se nua em qualquer lugar público no Brasil ou no mundo e mande para aqui que nós divulgaremos o seu momento de intimidade para toda a Galáxia, quiçá o Universo.
Pronto, agora podem peidar no elevador à vontade!
Japoneses criam roupa íntima que absorve cheiro
Peças contêm partículas cerâmicas e metálicas que impedem proliferação de bactérias. Linha foi lançada para pacientes com síndrome do intestino irritável
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| Anti peido pra ele ... |
Roupas íntimas criadas pela empresa japonesa Seiren para absorver e camuflar os odores do corpo se tornaram um sucesso de vendas no Japão. A linha Deoest, lançada após anos de pesquisa, foi criada para pacientes com síndrome do intestino irritável — que, normalmente, têm problemas com gases intestinais.
As peças de roupa são feitas com pequenas partículas cerâmicas e metálicas, que absorvem cheiros e evitam a reprodução de bactérias. Após ter assegurado que as partículas não se desprendiam após a lavagem, a empresa passou a garantir que seus produtos conseguem eliminar 99% do mau cheiro, mesmo em espaços fechados.Público — As roupas íntimas foram lançadas no último mês de março pela Seiren, que acreditava que seu público estaria restrito aos doentes e hospitais. No entanto, pouco tempo depois a fabricante constatou que as peças eram adquiridas por um público bem mais amplo.
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| ... anti peido pra ela. |
(Fonte: Portal Abril com agência Efe)
Faça um detox mental e se torne mais produtivo
Fonte: Yahoo!
Finanças – ter, 13 de nov de 2012 14:33 BRST
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| Você pode sempre melhorar seu desempenho |
"A
principal razão para nosso cérebro precisar de desintoxicação é que os
pensamentos mais comuns costumam ser tóxicos", explica. Isso ocorre porque
as pessoas parecem ter uma tendência biológica para se concentrar em problemas,
em vez das coisas boas. “O oxigênio é um dos recursos mais valiosos para os
seres humanos, mas nós não pensamos sobre como temos todo o oxigênio de forma
abundante. Nós nos relacionamos uns com os outros da mesma forma. Leia os
jornais, assista ao noticiário ou preste atenção na conversa ao redor do
escritório: todo mundo está falando sobre os problemas em vez de
soluções", exemplifica Selk.
A boa notícia é que você pode reprogramar seu cérebro para pensar mais positivamente e assim, se tornar mais feliz e produtivo. Que tal experimentar os passos a seguir sugeridos por Jason Selk pelas próximas três semanas?
1. Trace – e conclua - as três coisas mais importantes do dia
Tire algum tempo no início do seu dia para planejar o que você tem que fazer, selecione os três itens mais importantes e os faça primeiro. "Nós costumamos dar mais atenção ao que é urgente. Mas fazer o que é urgente em vez do que é importante traz a sensação de que se fez menos do que se poderia fazer”, aponta Selk.
Começar o dia com essas demandas mais relevantes, contudo, podem ajudá-lo com o resto. "As tarefas importantes são geralmente as mais duras, assim, se resolvê-las logo cedo, irá ganhar pontos no placar, o que pode te inspirar confiança e te dar impulso", ressalta.
2. Valorize pequenas melhorias e registre seus sucessos
Para Selk, as pessoas têm uma mentalidade perfeccionista. O ponto é que, ao buscar todo o tempo a perfeição, o desânimo será inevitável. “Para lutar contra isso, valorize pequenos sucessos, como os três primeiros itens que você eliminou da sua lista de tarefas", aconselha.
"É um processo extremamente estranho para a maioria das pessoas reconhecer diariamente o que eles fizeram bem", acrescenta. "Nós geralmente nos concentramos nos erros que cometemos e a tendência é que tudo que focamos ganhe uma importância cada vez maior. Portanto, é improdutivo manter o foco no que fizemos equivocamente". Em vez disso, experimente tirar um minuto por dia para reconhecer aquilo que você fez bem.
3. Comprometa-se a terminar o que começou
Jason Selk aponta que algumas pessoas terminam o dia com 90% do trabalho feito. Então, elas se sentem um pouco satisfeitas; é como se pudessem deixar esses 10% ‘para lá’", Selk diz. “É muito melhor concluir totalmente as suas demandas. Claro, algumas não são possíveis de finalizar no dia e quando isso acontecer, adie-as de maneira controlável”, ensina.
Como exemplo o escritor cita uma casa que precisa ser pintada. “Você pode até não conseguir pintar a casa em um só dia, mas tente finalizar ao menos um quarto em vez de pintar três pela metade”, pondera.
Essa abordagem leva a um estado mental melhor, pois as coisas que permanecem na lista de tarefas são como negócios inacabados e criam estresse e ansiedade.
4. Adote a combinação ‘exercícios e descanso’
Ambos são muito importantes para a saúde do seu cérebro. Estudos mostram que o exercício regular evita perdas na função mental que o envelhecimento e o estresse podem causar. Selk aconselha pelo menos três treinos de meia hora por semana. "A produtividade e energia que o exercício traz supera o que você perdeu em uma hora e meia", diz.
O descanso é igualmente importante para a mente. "O cérebro é realmente como uma bateria - exige uma noite de sono para recarregar. Então, trabalhar duro e esgotar a bateria não é ruim, desde que você durma bem”. O mesmo vale para o período em que está acordado. "Pegue o seu calendário e programe um dia só de descanso para cada ciclo de sete dias nas próximas três semanas", aconselha. "Você vai se tornar mais produtivo e mentalmente disposto para os outros seis dias", finaliza.
A boa notícia é que você pode reprogramar seu cérebro para pensar mais positivamente e assim, se tornar mais feliz e produtivo. Que tal experimentar os passos a seguir sugeridos por Jason Selk pelas próximas três semanas?
1. Trace – e conclua - as três coisas mais importantes do dia
Tire algum tempo no início do seu dia para planejar o que você tem que fazer, selecione os três itens mais importantes e os faça primeiro. "Nós costumamos dar mais atenção ao que é urgente. Mas fazer o que é urgente em vez do que é importante traz a sensação de que se fez menos do que se poderia fazer”, aponta Selk.
Começar o dia com essas demandas mais relevantes, contudo, podem ajudá-lo com o resto. "As tarefas importantes são geralmente as mais duras, assim, se resolvê-las logo cedo, irá ganhar pontos no placar, o que pode te inspirar confiança e te dar impulso", ressalta.
2. Valorize pequenas melhorias e registre seus sucessos
Para Selk, as pessoas têm uma mentalidade perfeccionista. O ponto é que, ao buscar todo o tempo a perfeição, o desânimo será inevitável. “Para lutar contra isso, valorize pequenos sucessos, como os três primeiros itens que você eliminou da sua lista de tarefas", aconselha.
"É um processo extremamente estranho para a maioria das pessoas reconhecer diariamente o que eles fizeram bem", acrescenta. "Nós geralmente nos concentramos nos erros que cometemos e a tendência é que tudo que focamos ganhe uma importância cada vez maior. Portanto, é improdutivo manter o foco no que fizemos equivocamente". Em vez disso, experimente tirar um minuto por dia para reconhecer aquilo que você fez bem.
3. Comprometa-se a terminar o que começou
Jason Selk aponta que algumas pessoas terminam o dia com 90% do trabalho feito. Então, elas se sentem um pouco satisfeitas; é como se pudessem deixar esses 10% ‘para lá’", Selk diz. “É muito melhor concluir totalmente as suas demandas. Claro, algumas não são possíveis de finalizar no dia e quando isso acontecer, adie-as de maneira controlável”, ensina.
Como exemplo o escritor cita uma casa que precisa ser pintada. “Você pode até não conseguir pintar a casa em um só dia, mas tente finalizar ao menos um quarto em vez de pintar três pela metade”, pondera.
Essa abordagem leva a um estado mental melhor, pois as coisas que permanecem na lista de tarefas são como negócios inacabados e criam estresse e ansiedade.
4. Adote a combinação ‘exercícios e descanso’
Ambos são muito importantes para a saúde do seu cérebro. Estudos mostram que o exercício regular evita perdas na função mental que o envelhecimento e o estresse podem causar. Selk aconselha pelo menos três treinos de meia hora por semana. "A produtividade e energia que o exercício traz supera o que você perdeu em uma hora e meia", diz.
O descanso é igualmente importante para a mente. "O cérebro é realmente como uma bateria - exige uma noite de sono para recarregar. Então, trabalhar duro e esgotar a bateria não é ruim, desde que você durma bem”. O mesmo vale para o período em que está acordado. "Pegue o seu calendário e programe um dia só de descanso para cada ciclo de sete dias nas próximas três semanas", aconselha. "Você vai se tornar mais produtivo e mentalmente disposto para os outros seis dias", finaliza.
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