terça-feira, 10 de agosto de 2010

De repórter pra repórter

A vida não me fez conhecê-lo mas o tenho guardado com amor e carinho no coração. Às vezes me dá a sensação de que convivemos em alguma fase, não sei se pelas estórias ouvidas ou pelo desejo de tê-lo por perto. A ligação é tão forte que sem saber acabei escolhendo a mesma profissão e descobri isso tem pouco tempo. Me orgulho de saber que um dia ele foi jornalista e que bom poder descobrir seus passos mesmo tantos anos depois. Se hoje fosse vivo seria uma grande alegria comemorar seus 90 anos. Não sei se estaria mais tranqüilo ou rabugento com a idade, mas seria igualmente amado. Vô*, onde quer que esteja obrigada pela preciosa família que você e a vó formaram. É a nossa mais valiosa herança!

Juliana Duarte

(*Fernando Campelo Duarte)

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